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sexta-feira, 28 de junho de 2013

Na verdade eu fiz 14 anos


Mas foi uma tarde muito bem passada.
Amanhã já retorno a uma idade condizente com a ingestão de bebidas brancas e coisas que tais. 

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Nas próximas horas quando me parabenizarem...

...não se esqueçam de congratular também as gloriosas centrais sindicais.
Eu insisto.
Let's not make this all about me. Afinal de contas o que são 21 anos?

Então Diana Catarina, que fizeste tu neste último dia com 20 anos?

Passei a tarde nas Finanças. Muito agradável. 
Depois deste momento um tanto egocêntrico, arranjei actividade para celebrar a excelsa data do meu aniversário: vou ao cinema, como fazia quando tinha 13 anos. 
Eles não costumam fazer greve, pois não?

sábado, 22 de junho de 2013

Um post de licenciada

Diz que completei todos os créditos de que preciso para me considerarem licenciada. Sempre pensei que a secretaria virtual iria lançar uma qualquer espécie de foguetes para comemorar, qualquer coisa para assinalar a data. Afinal não. Continua azul, igual a si mesma, graças aos pais desbloqueada. 
E agora? A eterna pergunta.
A escolha de mestrado foi a escolha mais complicada que alguma vez tive que fazer na vida. Foi absolutamente aterrador passar este tempo todo sem saber o que ia fazer em Setembro. Era como se  paralisasse de todo. Ainda mais complicado que escolher entre topping de morango e chocolate na loja da Olá. Não sei se vos acontece, mas este tipo de questões atormenta-me para a vida. Cheguei a uma decisão, depois de muitas noites de bebedeira a ponderar a escolha, ou a chorar desesperadamente porque não fazia ideia que raios estava eu a fazer da minha vida - eu sou uma bêbeda muito filosófica e preocupada com o futuro, além de exibir alguns problemas com a gravidade.
Mas a escolha deu-se, finalmente. Está a marinar. 

O mestrado é, já agora, Edição de Texto - depois de ter feito Ciência Política e Relações Internacionais já me habituei de ouvir de tudo, podem dizer o que quiserem. Vou ser empreendedora e criar uma start-up de consultoria editorial e criar a correspondente página de facebook "Diana Catarina Editora" e vai ser muito giro. 
Estava a pensar tratar da candidatura dia 28 - era engraçado que depois de tudo não consiga entrar à primeira ou ter de escolher outra coisa. Parece-me apropriado depois de completar os 21. 
Oh para mim na flor da idade.

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Caros sindicalistas, sempre fui solidária com a luta dos trabalhadores. Gostaria assim de vos agradecer por decidirem celebrar a efeméride que celebra o meu nascimento com uma greve geral. 
Muito obrigada por me livrarem da responsabilidade de ter de decidir o quê e como celebrar, e visto que agora é um bocado impossível atravessar o rio ou vir seja de onde for para lado algum, também me resolvem o problema da desilusão crónica: é desta que faço a tão ansiada maratona de dvd's do O.C. acompanhada por um balde de gelado. 
Ou então faço uma festa pelo Skype.
Já sabia que o universo me odiava, não era preciso tanto. 

Um bem-haja por tornarem este dia ainda mais deprimente. 
Muita força.

sábado, 18 de agosto de 2012

3 anos

Parece impossível, mas já lá vão três anos que o Um Caso de Acasos fez a sua estreia blogosférica. Partindo do meu estado de irremediável aborrecimento, aqui no meio da serra, já passaram três anos e muita parvoíce escrita, desabafos e celebrações; e mesmo que ultimamente não tenha escrito como e com a frequência desejável (até para a minha sanidade mental), foram três anos porreiros. Que venham muitos mais, porque eu ainda tenho muitas parvoíces para dizer. Oh senhores, se tenho!



domingo, 1 de julho de 2012

Vinte

Tinha preparado mentalmente um texto bonito sobre esta coisa de fazer duas décadas (duas décadas - é preciso repetir várias vezes para aprender), mas depois comecei a apresentar uma certa deprimência pós-aniversário e se calhar é melhor não reflectir e recalcar.

Portanto deixa-vos isto que é bom e eu oiço sempre nesta altura, nunca falha.



"too young to hold on, but much too old to break free and run."

terça-feira, 26 de junho de 2012

Yey!

2 Horas e 2 minutos para os vinte anos. Vinte. VINTE. V-I-N-T-E.

E menos de 24 horas para descobrir qual é a minha prenda!

sábado, 23 de junho de 2012

Cara calendarização da UEFA


Mas que porra é esta? Logo no dia do meu excelso aniversário? 
Isto é tudo para retirar protagonismo a este maravilhoso acontecimento! Bah! 

4 Dias!

Pronto, era só isto.
:)

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Uma semana, pessoas!


Apercebi-me há pouco que já só falta uma semana para essa data oh tão fofinha e oh tão especial que é a do meu aniversário. Mas pela primeira vez em vinte anos, ainda não tenho planos concretos. 
Não quererá alguma alma caridosa planear-me uma festa surpresa para não ter de me preocupar com os preparativos? Eu juro que faço uma cara surpresa por demais surpresa! 

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Can't. Stop. Staring.


Gorgeous. 

Só para que saibam, faltam 76 dias para os meus anos. Não sei, estou a lançar uma ideia para o ar, cada si é como cada qual, não é por nada, a sério.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Era agradável

Como devem saber já só faltam cinco meses para a mais espectacular celebração do ano. Eu só acho que seria fofinho começar a receber as oferendas, numa antecipação a esse momento tão especial, tipo uma dádiva por semana. Qualquer coisa da Zara. Eu acho que seria fofinho. 

sábado, 7 de janeiro de 2012

Ainda não disse quais as minhas resoluções para este ano

Ontem à noite lembrei-me de uma ideia bestial para um post; hoje varreu-se completamente da ideia. Não me consigo lembrar nem por nada o que era. E olhem que era mesmo giro.

Ao invés dessa terrificamente brilhante ideia, assomada de madrugada e fugidia ao amanhecer (quase entardecer, vá, que eu gosto de prolongar as manhãs sonolentas até tarde), é altura de falar das novas resoluções para este ano de 2012, ainda não abordadas. Então, a saber:

Como não li Sartre o ano passado, pretendo colmatar essa grave falha de carácter este ano: se alguma alma caridosa quiser ofertar-me O existencialismo é um Humanismo (esta é uma tradução do Vergílio Ferreira, mas de certo há outras edições igualmente intelectualmente satisfatórias - mas esta é mesmo muito fofinha e eu gosto de Vergilio Ferreira) numa data próxima (tipo os meus anos daqui a 172 dias) terá a minha máxima gratidão.

Ao Sartre, juntaremos a alegre companhia de Camus com o Mito de Sísifo e O Estrangeiro

Findadas questões literárias, este ano pretendo:
1) Falar mais com as pessoas (diz que algumas até são interessantes) - desconfio que aqui vou falhar redondamente;
2) Começar a escrever mais, não só aqui no blog, mas histórias, contos, essas coisas que a minha escrita está perra;
3) Hmm... ir mais ao cinema (o ano passado foi pouco produtivo, uma pena);
4) Parar de ser parva e tão picuinhas com certas coisas;
5) Fazer da vida algo agradável. 

Acho que é só isto. E já é muito. 

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

E pronto

Margem Sul, oh como senti saudades tuas... not.

Senti saudades de quem cá deixei, isso sim. Muitas, mesmo imensas e esta semana pareceu mais um mês. 

O Natal acabou, é altura de seguir em frente e pensar que já só faltam seis meses para os meus anos. Estou a ficar velha. 

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

A arte de presentear

Eu gosto de dar presentes. Gosto de oferecer pequenas coisas, mas cheias de sentimento e simbolismo, gosto de oferecer, sobretudo, palavras. Pelo Natal, ia tudo corrido a poemas e estava feito. 
Dito isto, sou péssima a comprar prendas de aniversário, Natal, dia dos amigos e da criança, seja qual for a ocasião propícia à troca de oferendas. Horrível, mesmo. 
Não é propriamente o eu não saber o que os meus ricos amigos gostam e quais as suas preferências, mas eu gosto de ao mesmo tempo sentir-me bem com aquilo que dou. Achar fofinho e querido. E depois acho que também tenho gente um tanto ou quanto esquisita no que respeita a prendas.
Pelo contrário, eu sou das pessoas mais fáceis de presentear de sempre. E não digo isto apenas porque só faltam 97 dias para o Natal e o meu Chanel Chance está no fim. Nada disso. Mas a verdade é que não preciso de laçarotes e embrulhos de cinco palmos (se bem que eu aprecio deveras o acto de desembrulhar) desde que a oferta tenha um qualquer tipo de simbolismo e significância. Gosto de palavras também. Tenho gostos muito bons e diversificados, abrangentes aos vários tipos de arte. 

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

2 anos

E como o tempo passa. Nunca pensei ter tanta parvoíce para dizer. É agradecer a todos aqueles que contribuíram para que tal feito fosse possível e esperar que continue, porque isto é muito porreiro. 

Parabéns para mim!  :) 

   


quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Sinto-me sempre uma rapariga bastante crescida cada vez que vou ao Pingo Doce fazer compras igualmente crescidas como iogurtes, sumo, gelado, tostas, etc. É coisa de gente adulta isto de fazer compras no supermercado. E eu gosto de me sentir assim crescida, especialmente porque é a única forma de o sentir.
Eu pensava que seria diferente (são sempre as expectativas que lixam tudo). Ou não. Aliás, acho que nunca pensei muito nisto.
Vivi a vida, sobrevivi, agarrada sempre à ideia de fazer 18 anos e entrar para a faculdade, sem pensar muito no que faria depois disso e desde então tenho vivido à base do improviso. Cheguei aos 19 sem uma ideia clara do que faria daqui adiante. Viver sem objectivos ou planos a médio e longo prazo é assustador.
Quando me perguntam onde me imagino daqui a dez anos não sei o que responder. Não sei sequer se estou cá daqui a dez anos. Nunca pensei estar aqui agora (oh o dramatismo). Mas a falta de visão de futuro é terrível e eu não convivo bem com a falta de planos e objectivos.
Assusta-me o não saber. Assusta-me ter 19 anos e ainda não ter feito nada de produtivo com a minha vida, algo de vísivel, que permaneça. É esse o meu maior medo: morrer sem ter deixado nada para trás. O não saber se para além de mim vai sobreviver algo e a perfeita consciência da efemeridade da vida.
Isto escrito parece a maior parvoíce: tenho 19, estou na fase do indeciso, tentar perceber o que vem a seguir, experimentar, errar, tentar outra vez, continuar. Mas é complicado viver sem rede de segurança e gerir o medo de me espatifar no chão, sem salvação.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

19

Sinto-me bem mais matura nestas últimas 48 horas, foi assim toda uma maturidade que se me acrescentou.
E depois tenho amigos fofinhos, umas ternurinhas ternurentas. 

‎"It's different now I think
I wasn't older yet
I wasn't wise, I guess"