domingo, 5 de dezembro de 2010

NO, DOBBYYY, NOOOO!

É por isto que uma pessoa antes de ir ver o filme tem de ler o livro, senão sai da sala de cinema com o coração dilacerado. E agora? E agora quem é vai salvar o Harry Potter e os seus amigos? Quem?!
Estou triste. O Dobby era uma criatura adorável. Não merecia. E uma pessoa tem de se preparar para tal evento, senão pode ser muito traumatizante. Tive assim de começar a chorar. Triste. Muito triste.
Mas nem tudo foi mau, até porque o ver o Harry em tronco nu equilibra qualquer patifaria que façam ao fofo do Dobby. E que visão, meu deus. Gostei, mas tenho de fazer um reparo: ele atira-se ao lago - frio, gelado, que tonto - ainda com os oculos, ele tira tudo, e quando digo tudo é tudo, menos as vestimentas intimas... menos os oculos. Quem é que se atira a um lago com os oculos postos? Esperam que estivesse tudo a apreciar a bela da fisioniomia do moço e ninguém reparasse? Eu também não reparei, até ele se começar a debater lá em baixo e com os oculos na cara... Enfim, estou disposta a ultrapassar este facto pela visão do Harry Potter, crescido, giro e fofinho sem camisola... Para o próximo quero mais cenas destas.
Mas é estranho - e bom, muito bom - ver o Harry Potter assim grande, porque ao fim ao cabo cresci com ele. Ainda me lembro de ir ver a Câmara do Segredos ao cinema, e acho que o Prisioneiro de Azkban, ou lá como se escreve, foi o último filme que vi no cinema da Academia, antes de o fecharem. Olhar para eles todos e ver como eles estão crescidos é um pouco como olhar para mim e o quanto eu cresci também e os nossos problemas se tornaram mais maduros. E ir ve-lo é tradição, um rito já...
E este filme está porreiro. Deu-me muita vontade de ir ver o último.
Oh Harry, Harry... a nossa viagem (e o nosso secreto love affair) está quase a acabar...

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

O mais dificil é começar

A parte mais dificíl de escrever um texto, qualquer texto, é começar. Saber o que dizer nas primeiras linhas, quais vão ser as primeiras palavras, como começar...
Eu neste momento devia estar a escrever a primeira das recensões de HRIP que, aliás, já devia estar feita há que tempos. Mas adiei. E agora que tenho mesmo de a fazer, porque o prazo de entrega está próximo e ainda tenho de fazer a segunda recensão e tenho de estudar e fazer outros trabalhos. Portanto, era mesmo muito fixe que eu a conseguisse fazer hoje ou pelo menos começa-la. Mas não sei como. Por isso desmotivei e agora não me apetece nada fazer coisa alguma.
Mas o início é o mais complicado, depois as palavras começam a fluir. Até ao momento em que param outra vez e depois são mais duas horas até que consigo recomeçar o texto. E isto é veridico, já cronometrei e tudo. Desde que comecei a ter de escrever para a escola, fazer trabalhos, textos, que demoro imenso tempo a concluir o texto mais simples. É algo crónico, parece-me, há doze anos que é assim.
E tenho agora a recensão para fazer e não me apetece nada: desmotivei porque não sei como começar e o começo é o mais importante, é o que vai determinar como o resto do texto vai correr. São aquelas palavras iniciais que decidem tudo. É a primeira impressão. E as primeiras impressões são tudo.
Também acontece lembrar-me de frases incriveis e ter ideias extraordinárias para os textos sempre nas alturas mais inoportunas: no banho, por exemplo, acontece muito, à hora do jantar, na cama a tentar adormecer. É terrivel.
Eu devia, portanto, estar a escrever uma recensão critica sobre um capitulo de um livro sobre a entrada de Portugal na I Guerra Mundial, e o excerto é bom, fui eu que o escolhi, mas não consigo, porque não sei como começar. Pelo autor? Pelo contexto histórico? Da guerra ou de Portugal? Se calhar começo como o Cobain naquela música: I'll start this off without any words... Faço um momento de silêncio pelas vitimas da grande guerra. Ou então deixo isto de lado e vou ler, vou ler a Emma que agora começou a fazer o retrato da Harriet. Ou então vou ver o CSI. Ou então fico aqui no escuro a ouvir o Johnny Cash, que me apetece. Ou então continuo com a página do Word à frente, a sentir-me culpada por ter de estar a preencher a página em branco com caracteres e ela permanecer inalterada.
De qualquer das formas, vou continuar com frio, porque o meu quarto agora tem a mania que é dos pólos e eu uma foca que aguenta as temperaturas negativas.
É que tem estado frescote, não tem? Pois...

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Zezinho!

A-HA!
Eu começa a achar que as aulas que o José Rodrigues dos Santos supostamente dava na faculdade eram mito. Mas alegria ao mundo! Afinal não. O senhor existe mesmo e é mesmo docente na faculdade mais fofinha de sempre. E hoje vi-o. É verdade... tava eu a subir as escadas para a biblioteca quando ele passa por mim a descer, mesmo assim rés vés, quase ombro com ombro. Eu claro, sempre muito discreta, só me virei para trás e sussurei a quem ia comigo: "oh meu deus era ele não era? oh meu deus, zezinhoooo!". Foi mais ou menos isto, mas a hiperventilar.
Eu, confesso, desenvolvi uma serious crush ao longo dos tempos por ele, é uma tara que eu tenho, gosto de moços que me pisquem o olho, já me meti em muitas alhadas à conta disto, mas não há nada a fazer, há qualquer coisa no piscar de olho que me deixa estarrecida. E ele, então, elevou o piscar de olho a arte.
Mas eu continua a achar que ele está zangado comigo. E estou muito triste. Acho que ele ainda não se refez (mas a sério, fofo, esquece isso, a vida continua, eu continuo a ver e a gostar muito do teu telejornal, especialmente quando o abres  dizer: "o cenário é negro!" estamos todos na miséria, vamos todos morrer - a parte do morrer e da miséria estava implicita), ele passou muito rápido, não deu tempo para pegar em mim e dizer-lhe que ele é um querido, quando dei por isso já ele tinha desaparecido. Será que foi almoçar? Na cantina reles ou na burguesa? No outro dia vi a sair da burguesa o outro jornalista, o das reportagens da SIC, também gosto dele, mesmo que ele não me pisque o olho.
Lá está, ninguém o fará melhor que o meu Zezinho, não é verdade?

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A proposito mas que não tem nada a ver, nesta mesma tarde descobri que o Martines arranjou maneira de dar positiva (um 12! uh uh!) ao teste mais horrível de sempre, sem contar com Estatistica, aliás estão os dois muito equiparados no que diz respeito a horribilidade, aka o de Economia, sim, o mesmo que me fez chorar desalmadamente e perder o sentido da vida.
Estamos bem, portanto.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Duas economias entram num bar

Uma economia: e tu, como vais?
A outra economia: pois... isto está complicado.
Uma economia: então? Queres um empréstimo?
A outra economia: eh pah, isso era bom. Mas e os juros?
Uma economia: oh, não te preocupes com os juros agora. (oferece-lhe um copo de whisky velho com um sorriso -safado- na cara) Bebe, amigo, bebe...  

E depois? Então depois é a ressaca...

Sejamos claros

Eu sou moça de letras, minha gente. Não me dou com números.

domingo, 28 de novembro de 2010

São coisas que acontecem

Nunca na minha vida havia deixado um livro a meio. Quer dizer, ele nem a meio vai: li uns três ou quatro capítulos. Mas não está a ser como devia e é um Lobo Antunes, por acaso. Antes que aconteça um desastre, porque ele não merece, o livro não merece - ele até mo autografou na ultima Feira do Livro - e eu também não mereço, vou deixa-lo com os outros amigos empilhados na mesa de cabeceira. Além de que o livro é enorme, é pesado e não dá jeito nenhum andar com ele atrás, na mala já de si pesadissima não sei muito bem como. Vou retoma-lo no Natal, prometo.
Então lá o deixei e comecei a ler a Emma da Jane Austen, a british version, obviement. Comecei a lê-lo esta tarde, li umas 20 págs e estou a gostar: não li mais porque tive de ir estudar.
Mas agora que descobri os encantos dos livros originais em inglês não quero outra coisa: são mais leves mesmo que sejam calhamaços de 500 págs, não se perde com as traduções e assim, habituo-me a ler  coisas massivas em inglês, além de que eles estão a 3,50 euros na Fnac. Já comprei também o Ulysses do James Joyce.
Mas o Emma é compacto e muito leve, perfeito para ir comigo no comboio ou ler nas aulas de MTI ou Estatística. E está a ser interessante. Só vantagens, portanto.

Eu prometo que não deixo o Lobo Antunes sem ser lido, até porque eu odeio livros não lidos cá em casa. Não sei porquê é algo que me faz uma terrível impressão. Foi por causa disso que acabei por ler o livro do Rodrigues dos Santos e já pensei em ler o Equador do Tavares que está para ali. 
Manias...

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Juro




I saw your picture hangin' on the back of my door
won't give you my heart
no one lives there anymore
and we were lovers
now we can't be friends
fascination ends
here we go again
cause it's cold outside, when you coming home
cause it's hot inside, isn't that enough

I'm not in love
(...)

Frases que ficam da aula anterior ao teste de Estatística

"A sério, a frequência não está feita com intenções de vos lixar."
Pois...

Para terem noção do desespero, eu era capaz, juro pela Virgem Santissíma e o menino Jesus, de fazer o malogrado vaivém - sim, aquela coisa linda que faziamos nas aulas de Física para testar a resistência ao som da voz da mulherzinha e daqueles bips e música tecno de uma cave dos anos 80 - numa manhã fria de Dezembro, logo ali às 8.30 da manhã, se isso significa-se não ter de fazer o teste. Ou vá, ter uma nota decente. Juro. A sério que sim.

Mas qual é a puta (perdão), o interesse (apenas interesse sem nenhum nome menos bonito antes) e relevância de saber a correlação entre variáveis, se elas são independentes ou não através da p*** (perdão), através do teste do qui quadrado para a minha subsistência?
Exacto...
A sério, estava disposta a fazer o vaivém...

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Atentem. A modos que é importante.

Não gosto de surpresas. Sou extraordinariamente paranóica. Preciso de um plano bem definido. Crio expectativas. Às vezes (a maior parte) demasiado altas, confesso. Outras nem tanto. Quase todas as vezes sei o que quero e o problema aqui é ter coragem de ir atrás: parar de racionalizar e simplesmente deixar-me ir (sempre num ambiente controlado obviamente).
Mas estava eu dizendo: não reajo bem a atitudes intempestivas e estupidamente directas, especialmente de alguém que não faz a mínima ideia de quem eu sou. Porque é preciso que me conheçam. E com o tempo percebem que comigo é preciso ir com calma. Se eu me deixar envolver a coisa talvez resulte. Se for à bruta dão-se mal.
Importante é que eu não seja apanhada desprevenida logo no início. E às vezes pode não parecer, mas eu não sou parva(a sério, não se espantem). Nem tão complicada. É tudo um processo mental que precisa ser respeitado. Percebo logo à partida o que querem de mim: a questão está em saber se gosto do rumo que a minha vidinha está a tomar ou não.
Sim, sou selectiva. E sim, se eu disser que não à primeira é porque percebi as implicações e não gosto delas. Simples. Se eu disser que não duas e três vezes, parem: estão a ser chatos: não pensem que eu estou a dizer que não, mas lá no fundo quero mesmo bué dizer que sim. Isso só acontece com certas pessoas mas lá está, essas certas pessoas conhecem-me e reconhecem os meus jeitos.
A sério, não gosto de surpresas. Apenas daquelas fofinhas, como festas surpresas. Gosto imenso de festas surpresas. Nunca me fizeram uma festa surpresa. Se calhar é porque eu própria começo a planear o meu aniversário com meses de antecedência o que não deixa espaço para planearem surpresas. Já sabem então: no ano em que não disser nada sobre os meus anos, é o ano em que me fazem uma festa surpresa, ok?
Mas retomando o raciocinio: ... acho que... pronto, era só isto. Só para desabafar. Estamos conversados? Good.

Nada como um filme romântico de Natal, lamechas diga-se, para alegrar o meu domingo

"Jamie: It's my favorite time of day, driving you.
Aurelia: [in Portuguese] It's the saddest part of my day, leaving you."
from Love Actually

 

sábado, 20 de novembro de 2010

O pior é que sei perfeitamente porquê

"(não sei o que se passa comigo hoje, não há uma só veia minha que não sofra, não estale, esta no coração por exemplo, esta na minha barriga
o ventre fechado e não sangue, faleci)" 
António Lobo Antunes, Ontem não te vi em Babilónia

terça-feira, 16 de novembro de 2010

"o teu nome escrito é azul"

Dei por mim hoje a escrever o teu nome na margem do caderno. Não foi de propósito, juro. Estava a tentar fazer qualquer coisa artística. Mas ele lá ficou, a caneta na margem rosa da parte de Economia, estavamos a falar dos tipos de desemprego quando dei por mim a desenhar as tuas iniciais.
O meu insconsciente é fodido.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

A noite perfeita

Permanece a euforia e a felicidade. Agora que começo a desconstruir o que foi The Walkmen ao vivo a tocar o album para esta cidade feito, começo a aperceber-me do quão a noite de ontem foi brutal. The Walkmen ao vivo é qualquer coisa, depois numa cidade que tão bem sabe acolher e numa das salas mais bonitas de Lisboa então, foi qualquer coisa de transcendente. Foi lindo! Épico! Mais que épico, foi algo que só consigo expressar por sons e um sorriso na cara cheio de contentamento e felicidade. Lindo! Além de que já posso riscar mais uma coisinha da lista de afazeres lá em baixo. Lindo! Lindo! Lindo! Brutal!
Pena ter sido tão curto e o facto de eu ter espatifado a máquina fotográfica logo no início. Fotos só tirei d'Os Golpes, que fizeram uma primeira parte intocável, e do momento nerd e altamente embaraçoso de tirar uma foto ao lado do cartaz. Mas pronto, foi da maneira que me concentrei apenas em viver cada momento da noite.  Foi mesmo muito bom.
E graças à feliz lembrança de ter voltado para trás e comprado o pin d'Os Golpes -"Há um rio Tejo entre o sexo e o nexo e o amor"- tenho agora o meu bilhete autografado por eles. O que é assim algo de completamente surreal.
Foi uma noite perfeita, até porque a Lisbon em Lisboa foi assim...

"we made this song for you"
e eu agradeço.

domingo, 14 de novembro de 2010

Em véspera de frequência a pergunta que se impõe é:

que perfume vou eu levar para ver os The Walkmen?
Como vou invadir o backstage tenho de ir airosa e bem perfumada para conhecer o Hamilton, não é verdade? Pois está claro...
Será que vai havir disto? Espero bem que sim...
we kiss goodbye and drunk up
i miss you when you're gone

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

A menina tem a mania que é cool depois é no que dá

Com a mania de experimentar coisas novas e enriquecer-se culturalmente vai de se enviar num self service de comida japonesa, enche o prato de sushi e cenas. Resultado: acaba com fome. Chega a casa e faz uma taça de chocapic.
E agora vocês perguntam: "Então, mas não sabias que não gostavas de sushi? Já tinhas experimentado antes..." Ao que eu respondo: "Pois... mas agora estava com a esperança que aquilo tivesse melhorado, tipo terem encontrado uma receita inovadora e tivessem descoberto o fogo". Mas não, continua igual, que é como quem diz cru.
Mas soube que aparentemente é como a cerveja: não se gosta, aprende-se a gostar.
Mania que a diversidade gastronómica é muita fixe...

Mas acabou por não ter sido assim tão mau: açambarquei uma amostra do perfume da Viktor & Rolf - ao qual meu cérebro tem uma reacção intensa cada vez que lhe sente o cheiro de tão bom que é - e, lá está, com a mania de que a intelectualidade é coisa para mim e o "ah e tal tenho de me habituar a ler livros em inglês que isto vou ter de ler muitos para a faculdade" vá de trazer Dostoievski para casa. Sim, a primeira experiência com livros integralmente em inglês tem de ser feita com um russo e o seu Crime and Punishment. Obviamente.

CONAN is back, baby!


E sim, a notícia tem dois dias de atraso, mas só agora é que vi alguns vídeos do primeiro episódio.
E que saudades! A minha vida era tão mais feliz quando via o Conan...

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Uma pessoa sabe que está na Margem Sul...

... quando na paragem do metro alguma alma iluminada resolve ser DJ de telemovel e põe a bombar aquilo que deverá ser na ideia dela uma coisa muita fixe, do tipo tecno-sertanejo-electro-brasileiro-discohouse. Muita bom portanto... Mas eu queria aqui clarificar algo que não me parece muito explicito naquelas almas cintilantes - o conceito de headphones.
Meus amigos, deus inventou um pequeno aparelho chamado phones que, espante-se, são muito uteis para quem quer ouvir música na rua. A sério, o génio que um dia se lembrou que mesmo bom era andar de phones nos ouvidos para ouvir Nirvana à vontade devia ter ganho um Nobel, tipo o da Paz.
Podem-nos adquirir de várias formas: se quiserem uns todos giros há os na vobis, na worten, na box do jumbo, até na Fnac e todo o tipo de lojas que vende dispositivos  e aparelhos electrónios (bora lá apoiar o comércio tradicional) - eu tenho os meus já vai para uns dois anos, cor-de-rosa e tudo, um mimo; ou então, e é aqui que se vê a importância de uma loja deles a cada dez metros, os chineses são uns amores e vendem-nos por um euro. Sim, leram bem: um euro. Vão é à vida numa semana, quanto muito duram quinze dias e o som não é lá muito bom, mas dá para o gasto. Assim evitam mostrar ao mundo o vosso esplêndido gosto musical. É para isso que existe o Facebook.
Estamos conversados? Apreenderam este extraordinario conceito do mais inovador? Tudo fixe? Humm? Pronto...

Hoje foi um dia daqueles

A minha vida vai ser dedicada à medicidade. E se calhar, e apenas em último recurso, ao banditismo...
Vamos ver o que vai sair daqui.

domingo, 7 de novembro de 2010

E uma saudade descomunal...

....daquela imprevisibilidade dos dias, do não saber o que iria acontecer, mas mesmo assim ser bom, daquelas gentes tão nossas e de quem tão profundamente gostavamos de ver todos os dias. Da cumplicidade de sempre. De me sentir segura com eles. De esperem por mim.
Tenho saudades daquele passado de há meses e que parece que durou tão pouco, mas tão bom. Apetece-me abraça-lo e nunca mais largar. Parar o tempo e permanecer naquele eterno.
Em que a vida era boa, e fácil, eu sem dar conta disso, era feliz, mas sabendo que nunca nada se compararia a isto.
Que saudades, meu deus... de tudo e de todos vós...

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Só esta noite



watch my back so i'll make sure
you're right behind me as before
yesterday the night before tomorrow

dry my eyes so you won't know
dry my eyes so i won't show
i know you're right behind me

and don't you let me go, let me go tonight
don't you let me go, let me go tonight
don't you let me go, let me go tonight

don't you let me go, let me go tonight
don't you let me go, let me go tonight
don't you let me go, let me go tonight

you walk the surface of this town
the high heels above the ground
and high horses that we know
keep us safe until the night

you know them all, i know it all
stay put and play along
'cause i'm looking for my friend
now i got you, got you

don't you let me go, let me go tonight
don't you let me go, let me go tonight
don't you let me go, let me go tonight

don't you let me go, let me go tonight
don't you let me go, let me go tonight
don't you let me go, let me go tonight

don't you let me go, let me go tonight
don't you let me go, let me go tonight
don't you let me go, let me go tonight

i dry my eye, dry my eye
falling deeper by the hour
dry my eye, dry my eye
dry my eye. .
dry my eye, dry my eye
dry my eye, dry my eye
don't let me fall deeper now
dry my eye, dry my eye

yeah,
don't you let me go, let me go tonight
don't you let me go, let me go tonight
don't you let me go, let me go tonight

(...)