quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Zezinho!

A-HA!
Eu começa a achar que as aulas que o José Rodrigues dos Santos supostamente dava na faculdade eram mito. Mas alegria ao mundo! Afinal não. O senhor existe mesmo e é mesmo docente na faculdade mais fofinha de sempre. E hoje vi-o. É verdade... tava eu a subir as escadas para a biblioteca quando ele passa por mim a descer, mesmo assim rés vés, quase ombro com ombro. Eu claro, sempre muito discreta, só me virei para trás e sussurei a quem ia comigo: "oh meu deus era ele não era? oh meu deus, zezinhoooo!". Foi mais ou menos isto, mas a hiperventilar.
Eu, confesso, desenvolvi uma serious crush ao longo dos tempos por ele, é uma tara que eu tenho, gosto de moços que me pisquem o olho, já me meti em muitas alhadas à conta disto, mas não há nada a fazer, há qualquer coisa no piscar de olho que me deixa estarrecida. E ele, então, elevou o piscar de olho a arte.
Mas eu continua a achar que ele está zangado comigo. E estou muito triste. Acho que ele ainda não se refez (mas a sério, fofo, esquece isso, a vida continua, eu continuo a ver e a gostar muito do teu telejornal, especialmente quando o abres  dizer: "o cenário é negro!" estamos todos na miséria, vamos todos morrer - a parte do morrer e da miséria estava implicita), ele passou muito rápido, não deu tempo para pegar em mim e dizer-lhe que ele é um querido, quando dei por isso já ele tinha desaparecido. Será que foi almoçar? Na cantina reles ou na burguesa? No outro dia vi a sair da burguesa o outro jornalista, o das reportagens da SIC, também gosto dele, mesmo que ele não me pisque o olho.
Lá está, ninguém o fará melhor que o meu Zezinho, não é verdade?

_______________________________________________________
A proposito mas que não tem nada a ver, nesta mesma tarde descobri que o Martines arranjou maneira de dar positiva (um 12! uh uh!) ao teste mais horrível de sempre, sem contar com Estatistica, aliás estão os dois muito equiparados no que diz respeito a horribilidade, aka o de Economia, sim, o mesmo que me fez chorar desalmadamente e perder o sentido da vida.
Estamos bem, portanto.

Sem comentários:

Enviar um comentário