Uma buzinadela é pouco; merecia que a fizesse comer o asfalto à chapada.
Eu sei que a morte do Eusébio foi uma grande consternação, mas não é preciso embarcar numa viagem suicida para se juntar a ele. Um dia mais tarde, todos lá chegamos, não é preciso adiantar trabalho. E já agora, agradecia que me não me levasse consigo, tenho imensos trabalhos para entregar antes do fim do semestre.
"A nossa vida é toda ela feita de acasos. Mas é o que em nós há de necessário que lhes há-de dar um sentido." - Vergílio Ferreira
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
Feliz Ano (e cabelo) Novo(s)!
Antes de mais:
Pronto.
Falhei miseravelmente a minha resolução de escrever mais, eu sei. De certeza que já andavam a pensar que eu tinha ficado numa valeta, lá na terra de nenhures onde fui fazer o exame de código; ou que chumbei ao exame e perdi todo o sentido da vida. Mas não se apoquentem: eu passei.
O que também passou, mas pelo meu cabelo, foi uma tesoura. Chop Chop. Nunca me tinha acontecido o é-só-as-pontinhas-mas-vai-de-cortar-como-se-não-houvesse-amanhã; as cabeleireiras fazem o orçamento consoante os centímetros capilares desalojados? Estava à espera de começar o ano com uma farta cabeleira, mas aprumada e sem pontas espigadas, mas o universo não deixou. Tudo bem. 2014 vai ser bom na mesma.
OLÁ 2014
Pronto.
Falhei miseravelmente a minha resolução de escrever mais, eu sei. De certeza que já andavam a pensar que eu tinha ficado numa valeta, lá na terra de nenhures onde fui fazer o exame de código; ou que chumbei ao exame e perdi todo o sentido da vida. Mas não se apoquentem: eu passei.
O que também passou, mas pelo meu cabelo, foi uma tesoura. Chop Chop. Nunca me tinha acontecido o é-só-as-pontinhas-mas-vai-de-cortar-como-se-não-houvesse-amanhã; as cabeleireiras fazem o orçamento consoante os centímetros capilares desalojados? Estava à espera de começar o ano com uma farta cabeleira, mas aprumada e sem pontas espigadas, mas o universo não deixou. Tudo bem. 2014 vai ser bom na mesma.
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
[na verdade, estou no sexto]
Fiz aquele anúncio e ninguém viu
Pus em quase todo lugar
a foto mais bonita que eu fiz,
você olhando pra mim
Alto aqui do sétimo andar
longe, eu via você
e a luz desperdiçada de manhã
num copo de café
Deus sabe o que quis foi te proteger
do perigo maior, que é você
E eu sei que parece o que não se diz
o seu caso é o tempo passar
Quem fala é o doutor
Parece que foi ontem, eu fiz
aquele chá de habu
pra te curar da tosse do chulé
pra te botar de pé
E foi difícil ter que te levar
àquele lugar
Como é que hoje se diz?
Você não quis ficar
Os poucos que viram você aqui
me disseram que mal você não faz
E se eu numa esquina qualquer te vir
será que você vai fugir?
Se você for, eu vou correr
Se for, eu vou.
"Tentou uma vez explicar-me que a terra e os planetas foram arrancados ao Sol por uma estrela ao passar. Como se um cão trotasse junto a um arbusto e libertasse mundos. E nesses mundos apareceu a vida, e nessa vida seres como nós - almas. E mesmo criaturas mais estranhas que nós afirmou ela. Gostei de ouvir isto, mas não a compreendi bem. Sei que a impedi de voltar para o Japão. Por minha causa, desobedeceu ao pai. A mãe morreu-lhe, e Sono não se referiu a tal facto durante várias semanas. E uma vez disse: - Je ne crais pas la mort. Mais tu me fais souffrir, Moso. - Não a tinha visitado durante todo um mês. Tivera novamente uma pneumonia. Ninguém viera vê-la. Estava fraca e pálida, chorava e murmurava: - Je souffre trop. - Mas não o deixara confortá-la; ouvira dizer que ele andava com Madalena Pontritter.
Notou contudo: - Elle est méchante, Moso. Je suis pas jalouse. Je ferai amour avec un autre. Tu m'as laissée. Mais elle a les yeux très, très froids.
Escreveu, Sono, tinhas razão: Pensei que talvez gostasse de o saber. Os olhos dela são muito frios. No entanto, são olhos, e que há-de fazer deles? Não seria prático para ela odiar-se. Felizmente, Deus envia um substituto, um marido."
- Herzog, Saul Bellow
domingo, 1 de dezembro de 2013
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
sábado, 16 de novembro de 2013
quinta-feira, 14 de novembro de 2013
sábado, 9 de novembro de 2013
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
domingo, 3 de novembro de 2013
Pode dar-se o caso de ser só preguiça
Na vida, toda a gente tem uma cruz para carregar; eu acabei de descobrir a minha. Na vida há que fazer sacrifícios, mas normalmente esses sacrifícios são em nome de algo, não é só sofrer por sofrer sem que nenhum benefício possa daí extrair; peço desculpa mas não sou masoquista.
Depois na vida cometem-se erros, erros grosseiros que empatam isto tudo e nos fodem a vida. E que o resultado no tal cálculo custo-beneficio tende para muitos custos e parcos benefícios.
E agora a questão é: para quê?
Chama-se o arcar das consequências, para a próxima já me lembro de estar quieta antes de me meter em merdas destas. E tentar manter o equilíbrio e sanidade mental, já de si precários eu sei, até tudo isto acabar.
É aguentar-me à bronca. Daqui a seis meses podem vir para me levar.
quarta-feira, 30 de outubro de 2013
Dedicada aos últimos dois dias
I Wanna know, have you ever seen the rain?
I Wanna know, have you ever seen the rain
comin' down sunny day?
I Wanna know, have you ever seen the rain
comin' down sunny day?
O meu maior drama
Na verdade, o meu maior drama neste momento é querer pintar as unhas, mas não tenho nenhum verniz de cor minimamente neutra. E não posso ser a estagiária adornada por unhas laranja/amarelo/fuschia/prateado, posso?
domingo, 27 de outubro de 2013
Again and again and again
As últimas duas semanas foram um bocadinho miseráveis. Eu a pensar que era do cansaço, muito trabalho, muitas coisas novas a acontecer, até que reparei que estamos em Outubro e eu e Outubros, assim no geral, não combinamos.
Basta ir aos arquivos deste pequeno espaço e constatar. Não vos ponho links que já me basta a miserabilidade deste e não me quero lembrar de coisas tristes.
O que vale é que estamos no fim, é só mais um bocadinho, já há castanhas e daqui a nada luzes e Natal e vai ser tudo bom. Sim?
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
Como soar alcoolica às 10 da manhã de uma quinta-feira
Afirmar: "preciso de álcool". Mas não é bem de álcool, mas do desprendimento que é uma noite no Bairro/Cais/jantar do Caldas onde a única preocupação é "como porra é que eu vou apanhar um táxi?"
É a perda da vida minha boémia de estudante de licenciatura. Preciso de lhe fazer o luto. Mas com álcool, se faz favor.
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
Subscrever:
Mensagens (Atom)



