quarta-feira, 26 de junho de 2013

Depois deste momento um tanto egocêntrico, arranjei actividade para celebrar a excelsa data do meu aniversário: vou ao cinema, como fazia quando tinha 13 anos. 
Eles não costumam fazer greve, pois não?

sábado, 22 de junho de 2013

Sinto-me um bocado perdida...

... sem ter nada para ir ver ao moodle e à secretaria virtual.
Ocupam os lugares cimeiros das minhas páginas mais visualizadas, devido ao constante uso do F5 nos últimos dias. Mas agora já saíram as notas todas e não tenho nada para lá ir fazer.
É estranho.

Um post de licenciada

Diz que completei todos os créditos de que preciso para me considerarem licenciada. Sempre pensei que a secretaria virtual iria lançar uma qualquer espécie de foguetes para comemorar, qualquer coisa para assinalar a data. Afinal não. Continua azul, igual a si mesma, graças aos pais desbloqueada. 
E agora? A eterna pergunta.
A escolha de mestrado foi a escolha mais complicada que alguma vez tive que fazer na vida. Foi absolutamente aterrador passar este tempo todo sem saber o que ia fazer em Setembro. Era como se  paralisasse de todo. Ainda mais complicado que escolher entre topping de morango e chocolate na loja da Olá. Não sei se vos acontece, mas este tipo de questões atormenta-me para a vida. Cheguei a uma decisão, depois de muitas noites de bebedeira a ponderar a escolha, ou a chorar desesperadamente porque não fazia ideia que raios estava eu a fazer da minha vida - eu sou uma bêbeda muito filosófica e preocupada com o futuro, além de exibir alguns problemas com a gravidade.
Mas a escolha deu-se, finalmente. Está a marinar. 

O mestrado é, já agora, Edição de Texto - depois de ter feito Ciência Política e Relações Internacionais já me habituei de ouvir de tudo, podem dizer o que quiserem. Vou ser empreendedora e criar uma start-up de consultoria editorial e criar a correspondente página de facebook "Diana Catarina Editora" e vai ser muito giro. 
Estava a pensar tratar da candidatura dia 28 - era engraçado que depois de tudo não consiga entrar à primeira ou ter de escolher outra coisa. Parece-me apropriado depois de completar os 21. 
Oh para mim na flor da idade.

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Actividades para as férias

Jogar todos os tipos de Angry Birds, fazer as palavras cruzadas dos mil e quinhentos Públicos que habitam o meu quarto, instalar aplicações completamente inúteis ao Chrome, ver vídeos de ginástica rítmica e sonhar com uns Olímpicos perto de casa. 

Vai ser um Verão preenchido.

sábado, 15 de junho de 2013

quinta-feira, 13 de junho de 2013

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Adeus semestre...

...olá notas parvinhas.

E de repente, começam a cair as notas. Depois de gastar o botão do refresh no moodle, os professores decidiram enviar todas as notas ao mesmo tempo. Boa.
Tudo para confirmar a falta de produtividade do meu semestre.

domingo, 9 de junho de 2013

ESTOU FARTA DISTO NÃO ME APETECE LER MAIS NADA ESTUDAR MAIS NADA
QUERO QUE ISTO TUDO SE FODA VÁ PARA O INFERNO 
TUDO

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Caros sindicalistas, sempre fui solidária com a luta dos trabalhadores. Gostaria assim de vos agradecer por decidirem celebrar a efeméride que celebra o meu nascimento com uma greve geral. 
Muito obrigada por me livrarem da responsabilidade de ter de decidir o quê e como celebrar, e visto que agora é um bocado impossível atravessar o rio ou vir seja de onde for para lado algum, também me resolvem o problema da desilusão crónica: é desta que faço a tão ansiada maratona de dvd's do O.C. acompanhada por um balde de gelado. 
Ou então faço uma festa pelo Skype.
Já sabia que o universo me odiava, não era preciso tanto. 

Um bem-haja por tornarem este dia ainda mais deprimente. 
Muita força.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Do Douro para o Tejo ♥

Ouvir isto foi O momento do festival.


Valeu-me para a vida.


"True love will find you in the end
You'll find out just who was your friend
Don't be sad, I know you will,
But dont give up until
True love will find you in the end
This is a promise with a catch
Only if you're looking can it find you
‘Cause true love is searching too
But how can it recognize you
Unless you step out into the light?
Don't be sad i know you will
But don’t give up until
True love finds you in the end."

sábado, 1 de junho de 2013

terça-feira, 28 de maio de 2013

Aqui já se começou a fazer a mala



Priorização não é o meu forte

Afinal o problema do livro das 600 páginas não foi o de andar para a frente e adiante sem uso: aconteceu precisamente o contrário. O livro acontece ser uma espécie de CSI: o rei não morreu, foi morto. Pelo meio, está uma infanta a contar a história malograda da família real e do infante D. Pedro, filho do D. João I. Isto é tudo bastante interessante e um tanto viciante. 
Portanto, vou na página 174 e a dedicar-lhe tempo que devia estar a dedicar ao estudo. Nada produtivo.

Mas amanhã, c'est finit. Yey!

sábado, 25 de maio de 2013

A boa notícia é que não tenho o cartão da biblioteca bloqueado (o de cá, pelo menos)

Eu sofro de uma doença não diagnosticada que se traduz na impossibilidade de ir a uma biblioteca sem trazer alguma "coisinha" para ler. Isto é ainda mais grave quando essa "coisinha" tem 675 páginas e estarmos em semana de frequências para as quais é preciso estudar, logo a possibilidade de ler essas 675 páginas é diminuta, mas ainda assim sentir a necessidade de andar com o livro para trás e adiante. 
Devo frisar que 600 páginas são pesadas. Vai ser uma semana agradável para as minhas costas.

O livro é, já agora, A Esmeralda Partida do Fernando Campos. Era uma das sugestões do mês na Biblioteca, dedicado aos romances históricos. Vou na página 12, o rei já se finou, so far so good.

sexta-feira, 24 de maio de 2013

"Caeiro, Campos, Reis, não são mais que sonhos diversos, maneiras diferentes de fingir que é possível descobrir um sentido para a nossa existência, saber quem somos, imaginar que conhecemos o caminho e adivinhamos o destino que a vida e a história nos fabricam. Ter sonhado esses sonhos não libertou Pessoa da sua solidão e da sua tristeza. Mas ajudou-nos a perceber que somos, como ele, puros mutantes, descolando para formas inéditas de vida, para viagens ainda sem itinerário. Com Caeiro fingimos que somos eternos, com Campos regressamos dos impossíveis sonhos imperiais para a aventura labiríntica do quotidiano moderno, com Reis encolhemos os ombros diante o Destino, compreendemos que o Fado não é uma canção triste mas a Tristeza feita verso e com a Mensagem sonhamos uma pátria de sonho para redimir a verdadeira."

- Fernando Pessoa, o Rei da Nossa Baviera, Eduardo Lourenço

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Quando eu for grande também quero passar a vida a escrever coisas bonitas sobre Literatura; mas falta-me talento e engenho. Não sou o Eduardo Lourenço.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

E agora?

Agora, se calhar, é preciso de facto acabar a licenciatura. Diz que ainda faltam créditos e cadeiras para passar para ser licenciada.