segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Mas Feliz Natal, pessoas!


Apercebi-me ao longo dos anos que aquilo que eu gosto mesmo mesmo no Natal não é o Natal em si, mas a antecipação. Como somos, literalmente, meia dúzia de pessoas na família também não é altura propriamente especial para estar com ela, porque é isso que fazemos o ano todo. 
Portanto o que eu gosto mesmo no Natal é o fazer a árvore, ir ver as luzes, os anúncios na televisão, essas coisas. E enfardar, claro. 

domingo, 23 de dezembro de 2012

B é de braguesa

Outra coisa gira para se fazer em estados de semi-ressaca

Acabar ensaios. Melhor cena de sempre.

Mas foi entregue não foi? Então pronto. Agora é só agonizar por antecipação em relação à nota até à primeira semana de Janeiro e planear festas de vodka tónico, porque na quinta não se chegou lá, e fiquei bem aviada logo com o vinho do Porto, vodka preto e outro vinho sei lá de onde. Estava mesmo a precisar. 

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Saudades do Verão

É suposto estar a escrever o ensaio que me falta para esta semana acabar, mas estou a sonhar com uma roadtrip à costa vicentina para o próximo Verão. 

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

A sonhar alto

Acho que a frequência dá para o 10.
Agora é entrar em mood "quasiférias", porque ainda tenho duas frequências e um trabalho e o ensaio.
Mas ...

bebedeira.

domingo, 16 de dezembro de 2012

sábado, 15 de dezembro de 2012

Apetece-me

"Vodka Tónico
Ingredientes:

4 cl de vodka

Água tónica

Preparação:
Esta popular bebida é também das mais simples de preparar. Basta verter a vodka num copo longo, de preferência com gelo, e acabe de encher com água tónica. Dê asas à criatividade e decore o copo com uma rodela, por exemplo, de limão."

Mas quinta-feira já pode ser! QUINTA-FEIRAAAAA!!!! YEEEEAAAH!

(Eu sei que isto está tudo a formatado, mas acho que é bastante indicativo da minha estabilidade mental)

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Em negação

Tenho a frequência de Sistemas para a semana, mas ainda não estudei grande coisa. Tenho andado a ler meia dúzia de textos e é basicamente isso. Já devia ter começado efectivamente a estudar, vai sair a matéria toda do semestre, e tenho de ver se subo a nota para compensar a nota do trabalho. 
Mas estou em negação e adiar o inevitável, e tenho-me concentrado (e prolongado, confesso) o outro ensaio para outra cadeira (que me deixa imensamente mais feliz) que é para entregar no dia a seguir à frequência e que também tenho de começar a redigir. 
Estou a prever um fim-de-semana dos diabos. 
Mas não estou a sentir-me nem agoniada, nem angustiada, nem culpada. 

Até porque falta uma semana para acabar o semestre e quinta-feira é dia B - B de bebedeira. 
Haja alegria.

Retiro o que disse

Acho que pior do que ver quarentonas a ler o 50 Shades of Grey em transportes públicos é ver homens a ler o 50 Shades of Grey no seu e-book em transportes públicos. Isso sim, deveras perturbador. 

Viva!

Ainda não me afoguei.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

O que eu gostava mesmo mesmo mesmo era de dormir. Dormir sem sonhar com frequências, sem acordar a meio da noite com ideias brilhantes para os ensaios, um despertar sem que me viesse logo à ideia as milhentas coisas que tenho para fazer nesse dia e as outras milhentas que tenho para estudar. Gostava muito de conseguir ter uma noite descansada desta forma. Só mesmo dormir. 
E depois lembro-me que praticamente não vou ter férias, porque tenho dois exames no início e um trabalho para entregar no fim de Janeiro; as aulas começam quinze dias depois. Ora eu sou pessoa habituada a férias à boa maneira da FCSH, ou seja quatro meses no Verão e um mês e meio pelo Natal - era bom assim e eu gostava especialmente porque os nossos "semestres" de três meses são, de facto, muito intensos e acontece tudo ao mesmo tempo, pelo que as férias eram igualmente muito intensas e profusamente extensas. Mas este Inverno não há cá nada disso, o que me deixa bastante triste. 
Estou cansada e praticamente não tenho tempo para respirar, meti na ideia que ia ser responsável e fazer as coisas com tempo para não ter crises existenciais de maior, mas não é nada disso que está a acontecer: acho que até são piores, agora o meu questionamento existencial acontece a par com umas olheiras aparentadas às do Gaspar e isso não é bonito de se ver e uma exaustão intelectual do outro mundo, em que só me apetecem sopas e descanso e chocolates e pipocas e vou para a cama às 9 e meia da noite - nove e meia da noite! completamente anti-natura. E pior, não estou a ver resultados práticos: entre um ensaio em que gastei duas semanas da minha vida e uma apresentação quase feita de véspera, foi a última a que correu melhor. Não percebo. Não estou a perceber o que estou a fazer e, mais sério, para que o estou a fazer. 
Mas e agora? Vou voltar aos hábitos da procrastinação e dar umas voltas ao Chiado ver as luzes de Natal? Continuo a acordar antes do Sol para me ir fechar na sala de estudo grande parte do dia? Vai ter de ser, só faltam duas semanas para a "grande frequência do semestre" e a entrega do último ensaio. Até ter de (re)começar a estudar para as duas frequência e começar a pensar no trabalho. Não quero acabar e sentir que "morri na praia". 
Prefiro morrer depois afogada. 

Estou cansada. 
(Mas nem tudo é mau: daqui a duas semanas também é o jantar de curso e há sangria e Bairro e Cais. Só preciso chegar viva até lá.)
Exausta.

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Definição de «crueldade»

"crueldade
nome feminino
1.carácter do que é cruelmaldadedesumanidadebarbaridade"


A isto acrescento alguém ter tido a brilhante ideia de começar a vender aquelas pipocas cheirosas e boas, até agora apenas em algumas estações de metro que eu nem frequento muito, logo não estou exposta muito frequentemente à tentação e ao pecado mortal da gula (de que padeço muito). É cruel, uma maldade, uma desumanidade. Barbárie. 
Às vezes apetece dar um mui cívico empurrão a quem se posiciona a um passo das portas do metro quando se abrem, na esperança de entrar. Esquecem-se é que há quem queria sair e se confronta com uma muralha  a transbordar de calor humano. 
Puta que pariu o atempadamente; puta que pariu a ideia de que se eu passar um mês dedicada a um ensaio de cinco páginas para a coisa ficar bem composta vai ser melhor que se eu o fizer à pressão. Puta que pariu a dedicação.