segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Pesadelo em Lisi Street part II - O Erro Conceptual

Aconteceu outra vez e acordei em pânico. Tudo porque o senhor me enviou um e-mail a "alertar" para a armadilha descritiva. Acordei em pânico e a duvidar de tudo o que já escrevi no ensaio (os três parágrafos),  a duvidar da pesquisa que fiz, da bibliografia, autores e da metodologia que estou a usar. 
Tive uma bonita crise existencial à hora de almoço. 
Tive que meter na cabeça que o melhor é continuar, continuar continuar e não racionalizar. Escrever o que tenho a escrever e depois editar. Mas não está fácil manter a calma e a compostura. 

Mas o que é que eu estou a fazer aqui?

sábado, 27 de outubro de 2012

Sábado de manhã

Diz que é sábado, quase 11 horas, diz que estou na biblioteca a ver se faço algo de produtivo, mas também "ouvi dizer" que a minha produtividade reside em alterar cabeçalhos e colar o logo da faculdade na folha de rosto. Poderia ser um "dia mau", mas logo à noite diz que há disto no Coliseu e um bilhete à minha espera.


quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Sexta-feira para que te quero

Amanhã é dia de biblioteca o dia inteiro. Tentar começar a sério o ensaio de Sistemas, ler textos para as aulas de Sistemas, ler os textos de Literatura Americana e possivelmente Pensamento Político Português. Toda uma amálgama de coisinhas boas e nutritivas. 

Vai ser uma dia divertido. 

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

terça-feira, 23 de outubro de 2012

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Vantagens de se sair cedo de casa de manhã

Ver um trecho d'Os Dilemas da Maya na tv do café e ouvir a história encantadora da senhora viúva de 47 anos que se apaixonou pelo seu inquilino de 31.
Histórias de amor mágicas.

sábado, 20 de outubro de 2012

A Meo é como uma namorada que não sabe aceitar o fim da relação. Continua a enviar cartas e mensagens, chateia e mói e ameaça. Não consegue aceitar que já não há nada a fazer e por mais que ela tente não é possível voltar atrás, o futuro agora é com a Zon, que me proporciona melhores canais a melhor preço e bilhetes de cinema. 

Querido estômago

Pára de ser uma mariquinhas e de dar às pessoas uma ideia errada do meu estado de embriaguez. O meu fígado gostava de se desgraçar e tu não deixas. 
Atina! 
Açambarcar um much needed black tote na Pull ao som de Grimes é muito fixe.

terça-feira, 16 de outubro de 2012

IX MADRIGAL


Tu já tinhas um nome, e eu não sei
se eras fonte ou brisa ou mar ou flor.
Nos meus versos chamar-te-ei amor.



Eugénio de Andrade, As Mãos e Os Frutos


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Li hoje o meu primeiro livro de Eugénio de Andrade e entrou directamente para o panteão dos meus poetas preferidos, taco a taco com Neruda e David Mourão Ferreira (e Sophia, vá).

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Pesadelo em Lisi Street

Tive pesadelos esta noite com as apresentações dos ensaios de Sistemas, mas pesadelo à séria, com direito a suores frios.
Só para verem o grau de terror em que vivo à conta de Sistemas.

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Posso expressar aqui o meu ódio para com textos não justificados?

Odeio textos não justificados.

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Depois de interrogações sobre o sentido da vida é altura de baixar o nível de novo para onde pertence, patamar mais confortável. É a isto que se chama um first world problem: o quê, crianças palestianas a morrer à sede? Mas e a maçada que não é um texto não justificado?! Pois...

Prioridades

Razões para ir ao Primavera'13:
--> CufraBurguer















(...)


---> Blur. 

É TUDO o que tenho a dizer.

"Ao pé da forca, os SS olham com indiferença para nós que desfilamos: a sua obra está cumprida, e bem cumprida. Os russos podem chegar; agora, já não há homens fortes entre nós, o último pende por cima das nossas cabeças, e , para os outros, poucas forças foram suficientes. Os russos podem chegar: apenas nos encontrarão a nós, os vergados, os apagados, dignos da morte inerme que nos espera.
Destruir o homem é difícil, quase tanto quanto criá-lo; não foi fácil, não foi rápido, mas os Alemães conseguiram-no. Desfilamos dóceis, debaixo dos seus olhares: da nossa parte nada mais têm a recear: nem actos de revolta, nem palavras de desafio, nem sequer um olhar de condenação.
Alberto e eu regressámos à barraca, e não fomos capazes de olhar um para o outro. Aquela homem devia ser duro, devia ser feito de outro metal que não o nosso, se esta condição, que nos quebrou, não o conseguiu vergar.
Pois, nós também estamos quebrados, vencidos: mesmo tendo sabido adaptar-nos, mesmo tendo aprendido finalmente a arranjar a nossa comida e a aguentar a fadiga e o frio, mesmo tendo perspectivas de regressar a casa.
Levantámos a menaschka em cima da cama, fixemos a distribuição, satisfizemos a raiva diária da fome, e agora a vergonha oprime-nos."
- Se Isto é um Homem, Primo Levi