sábado, 12 de maio de 2012

Balanço final dos passeios ao Parque Eduardo VII

Os peditórios para o meu enriquecimento intelectual foram ouvidos satisfatoriamente, resultando numa subida  acentuada de produtividade em relação ao período homólogo do ano passado. 
Vieram comigo para casa: 
O Livro do Desassossego do Pessoa (viva a edição da Assírio & Alvim!), 
Comissão das Lágrimas do Lobo Antunes (com autografo, todo supimpa), 
Os Vagabundos do Dharma do Kerouac (TUMBAS!)
Para Sempre do Vergílio Ferreira (veremos se a Quetzal afinal não é assim má com o Ferreira)
O Adeus às Armas do Hemingway (TUMBAS 2x, estou ansiosa por começar este)

Ora, este parece-me um bom resultado e dou-me por muito satisfeita. 
Então, até para o ano! 

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Diana Catarina esteve desde as 11.30 da manhã até às 7 da tarde na biblioteca. 
Diana Catarina já não diz coisa com coisa.
Diana Catarina está sob o efeito de Direito e gostava que isto parasse.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Saldo produtivo do fim-de-semana

Tal como o previsto, o estudo de Direito foi apenas moderado. 
E está de bom de ver que o relatório de Ecologia ficou por fazer, obrigando-me a acordar esta manhã cedinho para passar a manhã (e depois a tarde) à volta daquela porcaria.
Trabalho e estudo para Marginais = zero. (Vou ver se trato disso agora... ou então vou passar o resto da noite no tumblr.)

O único ponto que obteve um resultado verdadeiramente satisfatório foi o da ida à Feira do Livro: não trouxe o Miguel Esteves Cardoso para casa, mas! mas!!! saí do Parque com o Adeus Às Armas do Hemingway, PUMBA! Correu bem.
E também dormi (moderadamente).

Além de que estiveram três dias maravilhosos e depois chega-se a segunda e é isto: chuva a porra do dia todo.

Hoje foi um dia daqueles. E depois choveu a porra do dia TODO.
E foda-se, a sério, que puta de cadeira é Ecologia Humana? 
Era arrebentar com aquilo tudo. 

domingo, 6 de maio de 2012

PUTA QUE PARIU ECOLOGIA HUMANA! MAS QUE MERDA DE CADEIRA É ESTA?!?

Dia da Mãe

Obrigada por me pagares as propinas e me comprares roupa na Pull & Bear, Zara e H&M.

Personal Trainer

Fazer jogging com o meu pai é mauzinho, porque ele pensa que deve ser o meu personal trainer. E depois começa com aqueles termos e conceitos técnicos todos: "tens de inspirar a cada quatro passos e expirar a outros quatro" ou "tens tudo atrofiado". Isto irrita-me um bocado, porque depois também há aquele discurso do "tens de testar a ti própria, não podes parar, vai sempre além do teu limite." Ora, se eu for além do meu limite eu caio para o lado e isso não será bom para ninguém. 
E depois no fim, há que fazer outras coisas que não correr: aqui reside outro problema, porque eu não quero fazer outra coisa a não ser correr. Descobri que correr nem é assim tão péssimo e antes que me dê a ideia de que aquilo é de facto horrível, um pesadelo, um sacrifício, eu vou continuar a correr, só e sem grandes outras coisas, especialmente flexões e abdominais, algo que eu abomino com todas as minhas forças. Eu tenho traumas muito (MUITO!) enraizados com aquela merda. É absolutamente detestável. "Ah mas depois só ficas com músculos nas pernas e os braços muito fininhos" Ponto 1 - eu não quero músculos, não quero ficar a parecer a Madonna. Ponto 2 - flexões são HORRÍVEIS. ODEIO! ODEIO! ODEIO! Logo, não me apanham a fazê-las. Assim não dá.
Como é que eu vou ouvir os conselhos de alguém que ainda por cima não tem em consideração o seu outfit?  (Descobri que agora é moda ir correr quase de fato de banho - estou ligeiramente traumatizada) Não tem credibilidade nenhuma. É que as minhas roupas pelo menos combinam entre si, fitinha do cabelo incluída. 
Assim não pode ser.

Corpo:

masquéstamerda?!?

Desconfiem sempre dos (e das) atletas de fim-de-semana que passam por vós muito amaveis e a sorrir, especialmente estando sozinhos

Maníacos, com certeza. Como é que é possível estar bem-disposto e todos amáveis numa hora daquelas?!

É isso e pessoas que correm de Ray Ban's: era caíram e baterem de cara no chão e partirem aquela merda. Quem é que corre de Ray Ban's?!? Estão a pedi-las.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Programa de actividades para o fim-de-semana

Teoricamente, sexta, sábado e domingo serão dedicados aos seguintes pontos:
  1. Estudo intensivo de Direito Internacional;
  2. Escrita da minha parte do relatório de Ecologia;
  3. Trabalho de Lit. Marginais e estudo para a frequência;
  4. Tentativa de açambarcar mais uns tantos livros da Feira;
  5. Dormir.
Na prática o que deverá acontecer:
  1. Estudo (moderado) de Direito Internacional
  2. Posts de raiva e inquietude sobre a utilidade de uma cadeira chamada Ecologia Humana, leccionada por e-learning com aquela senhora;
  3. Umas linhas desconexas e um bocado parvas para o trabalho e estudo para a frequência;
  4. Tentativa consagrada de açambarcar o Miguel Esteves Cardoso e aqueles livros a saldo da Relógio d'Água;
  5. Longos períodos de sono.
Há que ter fé!
Sou moça que gosta de pasteis de bacalhau e portanto o almoço de hoje foi muito bem-vindo.
Palmas para a FCSH.

(E agora só faltam os bifes panados, se faz favor. Muito agradecida.)

domingo, 29 de abril de 2012

Peço desculpa aos joggers que passam por mim com um ar muito profissional e eu estou que pareço que vou tossir um pulmão

Eu estou em tão baixo de forma que até mete dó.
E na verdade eu corro para encontrar um repuxo e beber água. 

Descobri que isto é uma boa soundtrack para acompanhar a actividade física


"I've got the spirit, lose the feeling, let it
out somehow"


Especialmente esta.
E a Love Will Tear us Apart também é surpreendentemente boa.

Nirvana também é bom.
Alguém tem mais sugestões? :)
Ontem foi um daqueles dias em que não apetece levantar da cama. 
Na cama estou quentinha e lá fora há responsabilidades: há cálculos mentais de fins-de-semana restantes até ao final do semestre que se possam traduzir em estudo a sério, há a culpa do dever incumprido (devia ir estudar), há chuva. 
Lembro-me deste dia há exactamente um ano atrás. Saí de casa, apanhei o comboio para ir para a faculdade e estava sol, um dia caloroso pelo que me recordo. O sol estava alto, mas num momento recaiu sobre mim uma nuvem negra, uma negritude de pensamentos: percebi que algo estava mal. E todo o dia estive com um pressentimento terrível.
Quando cheguei a casa, percebi e recebi a notícia. Não chorei, nem chorei no dia seguinte; só chorei por momentos na missa e desde aí nunca mais. É estranho, é tudo tão estranho. A vida, o que fica depois da morte. Tudo tão estranho.
Mas há um mundo lá fora. E deveres que têm de ser cumpridos dê por onde der, porque eu gosto muito da vida universitária, mas não queria prolonga-la ad eternum.
Levantei-me, o mundo não pára, nem espera por nós, e fui à minha vida. Alguém tem de a viver. 

quarta-feira, 25 de abril de 2012

A poesia está na rua



"Em liberdade
somos
nós mulheres o cimo
da raiz


o caule que
suporta 
o peso dos frutos e da flor


No ventre das mulheres
o sossego é fértil


em nós cresce o amor"
- Maria Teresa Horta

terça-feira, 24 de abril de 2012

Hoje à noite

Porque na Margem Sul não há só criminalidade.

Também há fogo-de-artifício, cravos e a Grândola Vila Morena cantada de coração.
E Fausto e Deolinda.
Apareçam, vai ser fixe.


Informações aqui.

domingo, 22 de abril de 2012

A definição de masoquismo

O meu novo vício é ver tumblrs com temas gastronómicos. É importante aqui ressalvar que eu sou bastante sugestionável e até os anúncios dos novos hambúrguer italianos me dão vontade de ir ao Burguer King, sendo que este novo hábito tem todo um potencial destrutivo à minha sanidade mental, uma ameaça séria ao ordenamento do funcionalismo da minha vida. Eu aquilo quero tudo! Quero tudo entregue à minha porta!
Ora, ver tumblrs de comida às duas da manhã não é boa ideia. Deprime-me um bocadinho, faz-me querer aprender a cozinhar o que é ainda mais deprimente, porque convenhamos isso nunca vai acontecer e eu nunca vou conseguir magicar coisinhas tão boas como aquelas, e acabo a noite assim, tristinha e com fome. 

Como eu sou boa pessoa, partilho convosco as minhas recentes descobertas preferidas, com a esperança de não ficar sozinha nesta minha condição esfomeada e privada de açúcares. 


Que a força (de vontade para evitarem estes males) esteja convosco.