"A nossa vida é toda ela feita de acasos. Mas é o que em nós há de necessário que lhes há-de dar um sentido." - Vergílio Ferreira
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Ainda a evitar Demografia
Os meus cereais preferidos são os Chocapic. O Choco e o seu amigo entraram na minha vida era eu uma gaiata e com o seu "Chocapiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiic" eu fiquei rendida.
É forte em chocolate, logo é bom, mas também tem uma data de outros nutrientes, vitaminas e coisas giras, até dizem que ajuda muito na concentração e a ter melhores notas na escola. Eu acho que não é nada publicidade enganosa, porque eu tinha boas notas. Em última análise, devo todo o meu sucesso escolar e académico ao Chocapic.
Eu já experimentei outros cereais, nomeadamente os cereais de mel, mas não é a mesma coisa. Além de que enjoam. Não consigo comer Cherios em paz e sossego durante um longo período de tempo e houve uma altura em que não podia ver Estrelitas à frente.
Mas agora às estrelitas, juntaram foguetões e a minha vida já não faz sentido. Foi sem aviso, pumba! toma lá foguetões também e pronto. Foi toda uma construção mental de infância destruída. Isto não se faz...
Já é tempo de começar a comer cereais de adultos...
É Outubro, não falha
As temperaturas são propícias a uma confusão mental sobre em que altura do ano estamos, mas Diana Catarina não se deixa iludir: prevê um temporal a pairar sobre si.
Outubro quente traz o diabo no ventre, diz a sabedoria popular. E eu concordo, isto não é normal.
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
O coração sabe sempre onde deve estar. Fica apertado, apertado quando se afasta demasiado do lugar devido, mas quando retorna sossega.
Nos teus braços, ele sossega: fica doido de contentamento outra vez, a importância desvanece do mundo. E ele regressa e irá regressar sempre, a correr de braços abertos para ti.
domingo, 2 de outubro de 2011
sábado, 1 de outubro de 2011
Diana Catarina sob a privação de cafeína
"Não morro, mas também não fico viva completamente."
Fico zombie, portanto.
É poesia, senhores! Poesia e eloquência.
É isto e imitar gaivotas na Avenida de Berna às 8 da manhã.
Fico zombie, portanto.
É poesia, senhores! Poesia e eloquência.
É isto e imitar gaivotas na Avenida de Berna às 8 da manhã.
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
domingo, 25 de setembro de 2011
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Caro senhor que se cruzou comigo na avenida grande com os três nomes
Sejamos claros: eu não sou maluca. O senhor apanhou-me desprevenida a sair da loja a lamuriar o facto de o raio do colete ainda me ficar largo mesmo sendo o último tamanho. Estava apenas um bocado deprimida e precisava de desabafar com o vento.
O problema é que eu sou expressiva demais a falar e tenho a tendência de mexer as mãos e tenho caras engraçadas. Em suma, penso alto e calculo não ser agradável para os transeuntes verem tal malabarismo de feições e trejeitos, especialmente quando não vêem à minha volta a outra metade do acto conversativo, o receptor da mensagem, que como pode ver, anseio tão profundamente transmitir, visto não conseguir esperar até chegar a casa para o fazer.
Dito isto, eu não sou uma louca qualquer que anda para aí a falar em dialectos estranhos no meio de parques e jardins no centro de Lisboa. Longe disso. Sou apenas uma pobre rapariga, em que calhando não ir ninguém a meu lado, gosta de encetar monólogos a lamentar a sua triste sorte.
De vez e quando também danço, mas ainda bem que o senhor não assistiu à tão grave decadência de tal espectáculo de movimentos (e quase de luz e som). Estejamos gratos.
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
A arte de presentear
Eu gosto de dar presentes. Gosto de oferecer pequenas coisas, mas cheias de sentimento e simbolismo, gosto de oferecer, sobretudo, palavras. Pelo Natal, ia tudo corrido a poemas e estava feito.
Dito isto, sou péssima a comprar prendas de aniversário, Natal, dia dos amigos e da criança, seja qual for a ocasião propícia à troca de oferendas. Horrível, mesmo.
Não é propriamente o eu não saber o que os meus ricos amigos gostam e quais as suas preferências, mas eu gosto de ao mesmo tempo sentir-me bem com aquilo que dou. Achar fofinho e querido. E depois acho que também tenho gente um tanto ou quanto esquisita no que respeita a prendas.
Pelo contrário, eu sou das pessoas mais fáceis de presentear de sempre. E não digo isto apenas porque só faltam 97 dias para o Natal e o meu Chanel Chance está no fim. Nada disso. Mas a verdade é que não preciso de laçarotes e embrulhos de cinco palmos (se bem que eu aprecio deveras o acto de desembrulhar) desde que a oferta tenha um qualquer tipo de simbolismo e significância. Gosto de palavras também. Tenho gostos muito bons e diversificados, abrangentes aos vários tipos de arte.
domingo, 18 de setembro de 2011
"Em todos os momentos estás nos meus sonhos como o mar."
"Meto as mãos no bolso e trago-as carregadas de noites de amor: penso que isso basta para encontrar o mundo."
- "Marimba, 2.2.72" in D'Este Viver Aqui Neste Papel Descripto, António Lobo Antunes
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Ao nascer do sol é tudo mais claro, transparente. Os primeiros raios da manhã reflectidos nas águas do Tejo, a lua ainda imponente mas afastada gentilmente pelo sol para a foz do rio.
A claridade trespassa pelos átomos do ar e a suave ondulação brilha. É tudo mágico e irrepetível: o de ontem diferente deste, o de amanhã único.
É a conjugação do universo...


A claridade trespassa pelos átomos do ar e a suave ondulação brilha. É tudo mágico e irrepetível: o de ontem diferente deste, o de amanhã único.
É a conjugação do universo...


domingo, 11 de setembro de 2011
A banda sonora do regresso
"sound is the colour I know
oh, sound is what keeps me looking for your eyes
and sound of your breath in the cold
and oh, the sound will bring me home again."
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
blá blá blá SEGUNDO ano...
De inscrição feita estou oficialmente no segundo ano da licenciatura. Segundo ano... vamos repetir: S-E-G-U-N-D-O. Daqui a uns três meses estou a meio.
Vai ser bom e bonito voltar a acordar às 6 e meia da manhã outra vez, atravessar o descampado ainda de noite e ver o nascer do sol no Tejo. Vai valer a pena, porque tenho cadeiras giras e interessantes e uma boa companhia.
Por agora é aproveitar os últimos dias de férias (diz que vou à Luz ver o Benfica e tudo) e reorganizar o estado mental. Eu não sou boa pessoa para estar de férias, especialmente durante um longo e continuado período de tempo, como foram estes quatro meses.
A bem ver, sou moça que precisa da rotina e da produtividade dos dias para não dar em maluca.
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