sábado, 8 de janeiro de 2011

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

E quando a minha vida parecia estar orientadinha...

... cai o Carmo e a Trindade.
Ok, posso estar a exagerar, sempre tive queda para dramatismos, mas é um bocado isto.
Quando parece que está tudo orientado e a minha pessoa está alegre e contentinha da vida, há sempre alguma coisa que descamba. Por isso não gosto de dizer que sou feliz, assim no presente. É mais seguro dizer que fui feliz. E se fui. Com muitas coisas, com muita gente. A felicidade nunca é percebida quando está a ser vivida, acontece no momento da memória. E muito me alegra conseguir olhar para trás e perceber isso mesmo: nos últimos anos fui feliz, mesmo que tenham acontecido, muitas, demasiadas coisas menos boas. Mas olho para trás, sorrio e percebo que já tive uma vidinha do caraças, quando sempre pensei que eu não fui feita para ser feliz e isso alegra-me o coração.
Não posso querer mais nada. Apenas que daqui por diante tenha a coragem (porque sim é preciso ter coragem para se ser feliz) de continuar como tenho feito até agora e como me apercebi que tem de ser. Sempre para a frente.

Ainda do Ano Novo

  • vou começar a dar mais abraços;
  • vou ler filósofos e andar com Sartre, Platão e Nietzsche debaixo do braço, porque eu sou do bué intelectual;
  • vou usar menos o conector "que" nos textos: já chateia, não é bonito, estou farta dele, portanto cada vez que (mas este não conta, está?) usar um que não seja absolutamente necessário estão à vontade para me repreenderem;
  • vou continuar com a resolução do ano passado: a coisa até correu bem.
E pronto acho que é só isto... coisa pouca. E vocemesses já resolucionaram alguma coisa para este ano?

domingo, 2 de janeiro de 2011

Esta coisa das pessoas

As pessoas estão destinadas a desiludir. Todas elas, nalgum ponto das nossas vidas, numa qualquer situação, seja por palavras, por actos ou simplesmente por dizerem ou fazerem coisa alguma. Tenho vindo a estabelecer esta teoria há já uns tempos. Até agora posso dizer que ainda não houve refutação prática por parte das pessoas, salvo raras (rarissímas) excepções.
As piores desilusões acontecem com as pessoas que nos estão mais próximas. E nem poderia ser de outra forma: são estas que realmente importam e quando caem na asneira de nos (me) desiludir é um problema. O pior é quando são coisas esperadas, antecipadas, mas que por qualquer razão foi melhor passar por cima, não querer criar confusão, ignora-las: "Não, Diana Catarina, estás a ser paranóica, tem um pouco de fé nas pessoas." O problema deste processo mental é que tudo isto acaba por desabar quatro ou cinco vezes com mais intensidade noutro tempo qualquer. E a confusão acaba por ser quatro ou cinco vezes maior e batemos ruidosamente com a porta. Acabou.
Mas de outras vezes, a porta fecha-se sem muito alarido, devagar, com o sopro do vento e das circunstâncias da vida. O Kerouac tem uma citação que eu gosto muito: “What is the feeling when you're driving away from people, and they recede on the plain till you see their specks dispersing? -it's the too huge world vaulting us, and it's good-bye. But we lean forward to the next crazy venture beneath the skies.” Às vezes é isto que acontece. Duas pessoas que um dia foram próximas e partilharam uma amizade que se julgava daquelas do para sempre afastam-se até que a linha do horizonte as faz desaparecer: é o peso do mundo, do quotidiano e do comodismo, porque custa manter uma amizade com alguém, dá trabalho e é preciso paciência. É mais fácil deixar cair do que mante-la no ar. E é a perda que custa mais, não a intempestiva, a do "odeio-te, como me pudeste fazer isto?", é esta, a que lentamente nos rouba quem um dia foi importante. E custa um bocadinho, mas há que perceber que a vida corre e as pessoas não são constantes, mudam e têm atitudes inesperadas (ou talvez nem tanto assim) e que nos deitam abaixo, nunca conhecemos verdadeiramente uma pessoa. Caraças, nem nos conhecemos bem a nós próprios, quanto mais o outro. É a pessoa que fazemos na nossa cabeça que nos desilude, creio. Creio não, sei. É assim mesmo.
Seja de que forma for, perder alguém que outrora já consideramos tão próximo é mau. Seja porque nos desiludiram, porque foram parvos, estúpidos, completamente irracionais, e uma pessoa assim não dá, farta-se, bate a porta e acabou.
Só é pena que acabe que assim.

E foi à beira Tejo que recebi 2011

E chegar a Lisboa a ouvir a Lisbon, na ultima viagem do ano






"'cause baby we were born to run!"

Que 2011 seja um ano do caraças...

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

2010 em Tópicos

  • fiz-me à vida;
  • acho que disse as palavras mais bonitas que alguma vez disse a alguém e não me arrependi;
  • acho que também ouvi das palavras mais bonitas que alguma vez alguém me disse;
  • sorri muito;
  • ri muito, assim mesmo às gargalhadas;
  • ouvi o "não" mais doloroso da minha vida;
  • descobri uma nova forma de ter o coração esfrangalhado;
  • senti toda a tristeza que um coração esfrangalhado provoca;
  • sobrevivi a um coração esfrangalhado (palmas para mim);
  • usei e abusei do ombro do André;
  • usei e abusei da boa vontade do André, meu toblerone de chocolate e mel;
  • descobri em pessoas que sempre estiveram lá amizades fortes e inesperadas;
  • Porto;
  • acabei o secundário com uma média mais ou menos decente;
  • consegui arranjar maneira de ir para a rua pela primeira vez em 12 anos a meros 4 meses de acabar o secundário;
  • Alive!'10;
  • entrei para o curso que queria na faculade que queria;
  • fui praxada e gostei;
  • amigos foram e amigos regressaram para não sair mais;
  • amigos fiz;
  • continuo pessimista mas lá no fundo agora sei que se eu quiser vai tudo correr bem;
  • aprendi a relativizar;
  • sobrevivi a HTEP (!);
  • arranjei maneira de ter uma nota decente na primeira frequência de HTEP mesmo tendo um concerto na véspera;
  • pensei em dedicar-me à medicidade;
  • TheWalkmen e a epicidade do Lisbon em Lisboa;
  • cresci;
  • recebi mensagens que me fizeram sorrir;
  • recebi mensagens inesperadas;
  • despedi-me de 6 anos da mesma rotina diária para começar uma nova;
  • disse adeus ao sítio onde fui tão feliz;
  • cortei o cabelo mais curto;
  • Alentejo;
  • muitas viagens entre Lisboa e Castelo Branco;
  • dancei tanto sob a influência como sóbria;
  • descobri os encantos do gin tónico (bom bom bom);
  • descobri os encantos da sangria;
  • atingi a maioridade;
  • recensei-me;
  • participei em workshops de escrita criativa com escritores um tanto ou quanto "únicos";
  • até que escrevi textos bonitos;
  • escrevi textos lamechas ("mas oh Manel estamos na cozinha e a aparelhagem está na sala, como é que tu queres dançar?!");
  • conheci o António Lobo Antunes e disse-lhe o quão importante ele era para mim;
  • apertei a mão ao António Lobo Antunes;
  • li livros extraordinários;
  • comecei a ler livros integralmente em inglês;
  • comecei a levantar-me às 6 da manhã para atravessar o rio e ter aulas às 8;
  • aprendi muito sobre as continuidades e rupturas da configuração da Administração Central e Periférica;
  • cheguei a pensar que Economia nem é assim tão má;
  • revoltei-me;
  • vi bons filmes (Where the Wild Things Are ♥);
  • chorei com bons filmes (Where the Wild Things Are ♥);
  • Verão em Albufeira;
  • panquecas para o pequeno-almoço de regresso;
  • American Diner;
  • praia e piscina;
  • chorei no último episódio do Tonight Show with Conan O'Brien;
  • e sim, passei a odiar mesmo o Jay Leno;
  • dei pulos de alegria quando soube que o Conan ia voltar;
  • não gostei quando o Saramago morreu;
  • não gostei que o Cavaco tenha ficado nos Açores em vez de ter posto os pés nas cerimonias funebres do Saramago;
  • nunca trabalhei tanto como neste ultimos 3 meses;
  • nunca estudei tanto como nestes ultimos 3 meses;
  • arranjei maneira de ter uma nota decente no exame de História;
  • revoltei-me com a correcção do meu exame de Português (correctores agarrados de primeira);
  • fiz parte do Conselho Pedagógico da minha escola, porque aparentemente eu sou bué responsável;
  • Parlamento dos Jovens;
  • fiz campanha com um megafone nas mãos a tocar o We Will Rock You;
  • mesmo com os rebuçados (bons, que eram flocos de neve) perdi as eleições;
  • tive um encontro com um senhor muito estranho num café no Montijo aquando a sessão distrital do Parlamento dos Jovens (o senhor não gostou dos meus collants verdes: true story);
  • conheci deputados (comunistas, mas mesmo assim...);
  • trabalhei num jornal de parede e odiei;
  • descobri que não nasci para ser jornalista (eu já sabia, mas assim tive a certeza);
  • chorei (muito) com o video que nós fizemos para o jantar na fragata;
  • passei a ter medo de mulheres com cabelos brancos (podem ser a stora de AP a pedir para tratarmos do editorial);
  • aprendi que dizer o que penso não é mau;
  • aprendi que dizer o que sinto é saudavel e não tem consequências tão nefastas como eu esperava;
  • aprendi que fazer o que quero e realmente me apetece é muito bom;
  • aprendi que viver com medo de dizer e fazer o que me está no coração não é viver;
  • mas acima de tudo, consegui cumprir a resolução de ano novo e fazer de 2010 um ano do caraças.
E olhando para isto tudo, 2010 foi um bom ano. Muito bom. Mesmo que o meu coração tenha sofrido tanto e tão profundamente tal como nunca havia antes.
2010 foi um ano em que cresci muito e crescer quase nunca é sinónimo de felicidade. Mas apesar de tudo isto, levo deste ano um coração cheio de alegrias, já bem recomposto e num lugar melhor que há um ano atrás.
Portanto meus amigos, façam da vossa vida aquilo que querem que ela seja, porque somos os únicos capazes de fazer de cada dia o melhor de sempre. Que a passagem de 2010 para 2011 traga um novo folêgo e uma nova energia para fazerem tudo aquilo que sonham.
Este vai ser O ano, sim?

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

18 anos e meio de vida. Parabéns para mim.

Apercebi-me que hoje, 27 de Dezembro de 2010, faço 18 anos e meio de vida.
E sinto que a minha vida está a acabar, que daqui a nada me vou deste rico mundo sem metade das coisas que queria fazer feitas. É o peso da idade, é o fardo dos anos. Não gosto disto. Parece que ainda não fiz nada da minha vida e mesmo sabendo que em retrospectiva fiz dela uma coisinha boa e que tenho o coração cheio começa a sobrevoar-me uma melancolia que daqui a nada é deprimência: é dar-lhe tempo. Se há quem tenha destas crises aos 40 e 50, eu tenho-as aos 18, sempre fui uma criança muito precoce, já sabia da existência da letra A aos 4 anos e sempre me senti uma old soul as they say.
E sinto que tenho uma catrefada de assuntos para tratar antes de me ir e que agora o tempo escasseia. A conciência que tenho da sempre presente efemeridade da vida mata-me. E acaba por ser um círculo vicioso, na ânsia de tanto querer fazer, tantos sonhos e tantos planos (uma mania terrível que encontrei para lidar com os imprevistos que invariavelmente acabam por acontecer) chega-se ao fim do dia com a sensação que nada foi feito. E há tanto para ver, para ouvir, para descobrir, para ler, para aprender e apreender... E não há tempo. A vida é curta e há outras responsabilidades, outros fazeres e coisas que tais. Mata-me. Só posso aguentar e tentar fazer da minha vida o que quero que ela seja.

Portanto, faço hoje 18 anos e meio de vida e dizem que tenho a vida pela frente, mas eu sinto-a cada vez mais escassa. Tenho 18 anos e meio e ainda não fiz metade do que quero fazer.
Faço hoje 18 anos e meio de existência. Parabéns para mim.

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Diz que é Natal...

O meu espírito natalício este ano anda pelas ruas da amargura. O que é grave.
E ainda é cedo para andar a mandar mensagens de Natal.
É esperar que algum espírito natalício se abata sobre mim a tempo da noite das prendas e da Missa do Galo: ouvir o senhor padre é sempre bom para apossar uma pessoa de uma extraordinária aura natalícia.
É isso e enfardar filhoses...

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Relatório do 4º dia de férias*

Acordei eram nove da manhã, o que para mim estando de férias é como acordar às 6 da manhã num dia de aulas. Estava frio e a cama estava quente, armada com a bela da botija de água quente e tudo, pelo que o levantar demorou uma boa meia-hora: "ai que me levanto, ai que está frio, espera aí mais um bocadinho, mas há compras de Natal para fazer, ai que a árvore de Natal ainda nem feita está, tem de se comprar que eu não quero contribuir para a desflorestação das matas, ai que até já tenho fome, mas ainda não consigo comer, ai que o raio da tonta de quatro patas saltou para o monte de cobertores (tive a conta-los e são 5) que me fazem tanto peso em cima dos meus singelos 47 quilos e 163 centimetros que não me consigo mexer, e agora está ela a tentar entrar lá para o meio (sim, porque ela escava o monte de cobertores para lá se enfiar de baixo, a tonta), pronto tenho mesmo de me levantar." O meu dialogo interior foi mais ou menos assim, demorou meia-hora devido à minha baixa capacidade de raciocinio matinal.
O carro demorou a pegar: "ah que isto é do frio, demora o motor a aquecer". E quando lá começa a trabalhar, encaminha-se para a vila para beber o café e um pastel de nata. O café era mau, é Sical, já devia saber, mas aparentemente são os maus que mais me despertam (é tramado) e agora os pasteis de nata, assim como todos os bolos com creme, têm a mania de não terem um creme tal qual como eu gosto, como o dos palmiers recheados do café em frente à escola. E eu sou muito esquisita com artigos de pastelaria.
Alimentada e desperta dentro dum carro que agora sim não quer dar mesmo de si, vá de chamar os bombeiros, queridos, que empurram o carro pela estrada, vão com ele para uma ribanceira e só ao fim de demasiado tempo e lá para o fim da ribanceira começa a trabalhar. "ah se eu fosse a ti já não ia com ele para lado nenhum, dava ai umas voltas com ele e estacionava-o num passeio inclinado"
Oh que caraças!

Portanto, balanço à produtividade do dia: acordei cedo para nada, bebi café (mau) para nada, sem árvore feita, sem prendas de Natal, ainda fui à vila outra vez a pé (que cansa, muito) encomendar filhoses, e vi a vida a passar-me pelos olhos por umas duas vezes, com o carro a fazer barulhos estranhos.
Eu não sei do povo, mas conheço alguem que quer comprar um carro novo.
____________
*ou de como ia quase morrendo duas vezes e ainda nem era hora de almoço

domingo, 19 de dezembro de 2010

Era tudo o que eu precisava de ti

E soube bem. Especialmente, porque percebi que passou ser a tal saudade boa. E que no final de contas, permanecemos. A falta que sentia era esta.
Era tudo o que eu precisava.

sábado, 18 de dezembro de 2010

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Pela Virgem Santissima

Exausta. Preciso de férias e de sentir que é Natal.
Preciso de saber que vai tudo correr bem e não andei a matar-me a trabalhar em vão para um resultado miserável.

E que a tarde de sexta chegue rápido. E que a noite de sexta tenha bebidas divertidas para me fazer esquecer o corporativismo do Estado Novo, o Estado Providência no período marcelista, as Administrações Centrais e Periféricas, a crise de 1890, as forças profundas da política externa portuguesa, os conceitos de neutralidade durante a II Guerra Mundial, a guerra Anglo-boer (tãaaoo linda), as economias de escala e mercados concorrencias e monopolistas, PIB's pela optica da despesa e da produção, PIB's per capita em paridade de poder de compra, V de Cramers e Rós de Spearmen, testes de qui quadrado, metodologias e  outras coisas que tais. Mas só por um bocadinho, porque depois preciso disto para as melhorias em Janeiro.
Mas férias: preciso de férias. Agora.

domingo, 12 de dezembro de 2010

São quatro da manhã e acabei agora a recensão. Esta foi mesmo tirada a ferros. Estou a ouvir B- Fachada e a pensar que se calhar morria por ele.
Na televisão já estão a passar as televendas. Estão a publicitar a pulseira do equilibrio, acho que já repetiram o mesmo anúncio umas três ou quatro vezes seguidas. Aparentemente há quem precise de duas ou três ao mesmo tempo para se sentir mesmo bem equilibrada. Num canto está um mocinho a escalar uma montanha (a sério) e noutro canto está um casal, calculo que num momento de paixão intensa por causa da pulseira, só mesmo por causa da pulseira porque antes o marido não lhe ligava nenhuma e agora está a beijá-la ardentemente. São quatro e seis da manhã agora e o anúncio ainda está a dar. Agora mostram imegens da selecção. Sim, porque se o Cristiano Ronaldo as usa é porque são mesmo cool.
O casal continua em grande clima de paixão, estão a passear de mãos dadas. Romântico. A culpa é da pulseira. Quem diz que o romantismo morreu é porque não tem uma pulseira destas.
São quatro da manhã e eu devia estar a dormir. Acabei agora a recensão que já devia estar feita desde ontem. Enquanto uns estão a viver grandes momentos de paixão - e falo claramente dos moços do anuncio da pulseira do equilibrio - eu estou aqui, a ver televendas, com o História de Portugal em cima da mesa, os textos de HRIP espalhados, canetas e marcadores fora do estojo, o caderno aberto nos apontamentos que tirei das aulas sobre a neutralidade portuguesa na II Guerra Mundial. (Agora estão a dançar. Juro que este anuncio já passou mais de seis ou sete vezes seguidas). Sinto-me muito intelectual perante este cenário.
São quatro e quinze. Está agora o Godinho a cantar. Vou aproveitar o embalo e ir dormir.
Até amanhã.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

"'cause I don't wanna get over you"

E quando penso que já foi, já passou, percebo que não. Foi engano, falso alarme. Aquela réstia de tristeza permanece - encontrou-me e não se deixa iludir - em cada veia e artéria quando o meu coração foge para o pensamento do que foste.
Pensei, "acabou", mas afinal não. Ainda cá estás. E doi, mesmo que seja um bocadinho menos. Ainda cá estás. A impressão no coração do meu colar.

(...)
Don't leave my hyper heart alone on the water
Cover me in rag and bone and sympathy
'Cause I don't want to get over you
I don't want to get over you.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

"'Oh! to be sure,' cried Emma, 'it is always incomprehensible to a man that a woman should ever refuse an offer of marriage. A man always imagines a woman to be ready for anybody who askes her.'
Emma, Jane Austen