segunda-feira, 8 de março de 2010

Senhores Casais que Acham Bonito Casarem-se a Um Sábado:

eh pah, não se importam de ir buzinar para outra freguesia??? A sério...
Eu sei, eu compreendo perfeitamente que sim! vão ser vocês a enganar a estatística e essa belissima união - aposto que são os dois uma ternura de pessoas, perfeitinhos um para o outro - não vai acabar em divórcio daqui a três anos. Sim! Vão ser vocês aqueles a provar que a santidade do casamento continua intacta e para durar. Tudo muito lindo, muito fofinho e ternurento "ai que te amo tanto, mor"...

É que há quem goste muito de dormir aos sábados de manhã - tipo, sei lá... eu - e as vossas buzinas - símbolo evidente da vossa união para todo o sempre e eternidade - matam um bocadinho o esquema. E depois eu acordo rabujenta e isso não é bom para ninguém... Pois que não é, não senhor.

Estamos conversados?? Prometem que daqui em adiante só se casam lá para o pôr do sol?? Good. Até é mais bonito e tudo...

A modos que...

Rachel McAdams in Elie Saab

Vera Farmiga in Marchesa

... são lindos de morte.

E já só faltam 111 dias para esse dia tão especial que é o da da celebração da minha vinda ao mundo: era tão bonito passa-los enrolada a este Marchesa da Vera Farmiga e com um George Clooney ao lado. Mas se não puder ser... eu contento-me com o vestido. Lindo...

sexta-feira, 5 de março de 2010

i'mNOTthere

"Narrator: There he lies. God rest his soul, and his rudeness. A devouring public can now share the remains of his sickness, and his phone numbers. There he lay: poet, prophet, outlaw, fake, star of electricity. Nailed by a peeping tom, who would soon discover...
Jude: A poem is like a naked person...
Narrator: - even the ghost was more than one person.
Arthur: ...but a song is something that walks by itself."



quinta-feira, 4 de março de 2010

Absurdo

O voto é um do principais direitos democráticos, além de ser uma das formas de participação política por excelência (não é a única, mas uma das mais comuns e relativamente acessiveis).
E por essa razão, a minha indignação é tão grande quando propostas de reduzir propinas a alunos que demonstrem uma maior propensão para terem uma consciência cívica e que votem nas eleições escolares surgem. Simplesmente, porque é absolutamente absurdo. 
O voto é um direito e um dever numa sociedade democrática, logo não deverá envolver contrapartidas de qualquer tipo: mas mesmo de qualquer tipo. E ponto final.
A recompensa do voto deverá ser precisamente o voto em si: o facto de se contribuir, de se participar, de se ser útil à sociedade. E o resto é conversa.
Tirar partido de questões monetárias para se reduzir a abstenção não resolve o problema, mas antes conjura outro: o tipo de cidadãos que se estariam a criar. Que tipo de cidadão será aquele que vai exercer o seu direito ao voto, por receber compensações? Que espécie de consciência democrática e cívica irá ter? Que valores lhe serão incutidos?

Só o facto de serem precisas manobras deste tipo para fazer com que as pessoas participem na vida política é, no mínimo, lamentável...
E sim, estou extremamente indignada...

Sobre a Minha Agora de Vez Acabada Carreira de Deputada

Eu podia escrever muitas palavras sobre toda a experiência que foi participar no Parlamento dos Jovens: podia dizer que foi muito divertido, mesmo com todas as atribulações que o acompanharam, podia dizer que foi extremamente interessante e bastante enriquecedor. Podia até dizer que me deixou pasma com certas coisas... e tudo isto seria verdade.

Um dos maiores problemas que a nossa República enfrenta é, acima de tudo, o desinteresse que as pessoas parecem assumir em relação a qualquer assunto que se relacione com a política, principalmente os jovens. Por isso, a abstenção no nosso país é tão elevada: as pessoas não se interessam e não têm a verdadeira consciência desta acção, ou falta dela; as pessoas não compreendem o verdadeiro impacto que podem ter na política de governação, fala-se sempre mal, mas apresentar alternativas viáveis, não se apresentam. Dá trabalho pensar em como vamos resolver tudo aquilo que está mal. Dá trabalho levantar o rabo do sofá a um domingo para ir votar. Dá trabalho fazer uma escolha consciente e colocar a cruzinha no quadradinho certo. Por isso, é mais fácil não fazer nada; e depois queixam-se.

E este desinteresse é o que está a deixar verdadeiramente a nossa República doente: os problemas judiciais, as crises económicas, o mau funcionamento das urgências e os problemas da educação por mais graves que sejam - que são bastante - não se irão resolver enquanto não se proceder a uma mudança de mentalidade. E essa mudança terá de partir, fundamentalmente, da sociedade civil, da nova geração, da juventude que tomará em mãos o futuro do país: porque aos velhos caquéticos que se sentam na assembleia não lhe interessa mudar - ganham à mesma os seus 3000 euros, estão de futuro garantido quando se reformarem ou quando a legislatura acabar - para eles as coisas funcionam como estão. Caberá pois às novas gerações o papel inovador, da mudança verdadeiramente acreditada; mas o que a realidade demonstra é o seu desinteresse, os jovens não se envolvem, e acima de tudo, não desenvolvem  uma consciência cívica (é praticamente preciso implorar para que eles votem na Assembleia de Escola...). E isto sim é um problema crucial, estrutural, que só será resolvido com uma grande força de vontade e visão de futuro: precisamos de parar de pensar apenas nos moldes no curto e médio prazo e planear o que aí vem, a longo prazo. Por isso é absolutamente necessário começar a fomentar e a despertar a consciência cívica de cada um desde cedo. Muito cedo. Não basta incluir no currículo de um aluno do 3º ciclo uma disciplina como Formação Cívica; não basta incluir no plano de estudos do Secundário uma área que estuda a forma como se organiza o poder, ainda que necessária. É preciso começar desde cedo a reestruturar e reformar mentalidades para que no futuro estas crianças se tornem, acima de tudo, cidadãos conscientes. E isto é fundamental; só assim haverá um verdadeiro desenvolvimento. É preciso, então, que se incluam nas actividades da escola primária, espaços de debate, espaço onde os valores democráticos e de cidadania são desenvolvidos; é preciso que se levantem questões que ajudem estas crianças, não só a perceber como funciona uma sociedade democrática, mas uma sociedade onde cada um de nós lhe é útil e necessária.
Nenhum homem é uma ilha; cada um de nós faz parte, quer queria quer não, de um movimento maior, de algo mais que nos ultrapassa, cada um de nós é parte integral de uma sociedade que precisa de nós e da nossa utilidade, para que esta se desenvolva e progrida. E isso passa, impreterivelmente, pelas questões políticas. 
Precisamos de cidadãos conscientes: para isso é preciso uma reestruturação de mentalidades. Porque o caminho que agora estamos a percorrer é perigoso. Precisamos de mudar, mas não uma mudança assente apenas no princípio de mudança: uma mudança fundamentada num princípio concreto e pensado a longo prazo, não nos podemos dar ao luxo de inventar à medida que a História passa.
Precisamos de uma sociedade, onde cada um dos seus membros estão conscientes do seu papel e estão dispostos a cumpri-lo. E isso é claramente ponto assente. Precisamos que se interessem, porque é do nosso país que estamos a falar, é do seu presente, é de honrar o seu passado, é de estarmos confiantes no seu futuro; e é, igualmente, o nosso presente e do nosso futuro e as nossas vidas que estamos a debater.

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P.S.: Se leste tudo até ao fim: Bravo!. Eu sei que às vezes consigo ser muito chata quando se fala de política e nestas questões. Mas a preocupação é real...

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Como esta semana foi produtiva, ou...

... como me desgracei e matei a trabalhar e provavelmente vou morrer mais um bocadinho este fim-de-semana... e para a próxima semana também.

Que semana deveras produtiva: trabalhos até as cinco da manhã, encontros com deputadas, escritores e visitas a tocas de lobos.
E recebi uma flor - linda linda linda que só ela, daquele piqueno di meine corazón (sim, tu deste-me o raio da flor, não venhas com mariquices que mandaste o outro tadito dar, porque a intenção era tua e acabou!) E foi bonito.

Mas eu começo a achar que eu sou uma criatura estranha, assim que acha ternurentos certos gestos que não têm piada aparente nenhuma.
Eu gosto de receber flores, mas não gosto de ramos... Prefiro mil vezes receber uma flor, só e linda, do que um ramo de meia dúzia de rosas. E eu que que nem gosto de rosas e amo tulipas. Até um malmequer é mais ternurento que uma rosa. E o André acha-me estranha.
Uma declaração num supermercado é muito mais ternurenta que uma de joelho no chão, no topo de uma montanha, com promessas de eternidade: no meio das alfaces e das maçãs, no corredor dos chocolates é que é bom ouvir um gosto de ti.
Porque o amor é feito no quotidiano - não vive de grandes gestos, mas é sentido nos gestos de cada dia. E é isso que eu acho ternurento. Não precisa de uma mensagem escrita no céu, mas de uma flor e três palavras: gosto de ti.
Simples. E acham-me, a mim, estranha.


P.S.: És um querido, meine piqueno di meine corazón, André.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Há músicas sem as quais...

... as nossas vidas não vão estar completas sem as conhecer.
Esta é uma delas.

(...)
Fate
Up against your will
Through the thick and thin
He will wait until
You give yourself to him

In starlit nights I saw you
So cruelly you kissed me
Your lips a magic world
Your sky all hung with jewels
The killing moon
Will come too soon
(...)

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E agora vou ali a Paris, num tirinho, e já volto...

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Mas reparem...

NEVE

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5 dias sem fazer absolutamente nada perdida para o meio da serra: calhou bem. Almada podia ter, finalmente, sucumbido à força da Natureza, tal qual Atlântida, que eu não ia saber de nada... Era capaz de tal acontecimento ser alvo de inumeras reportagens a dar conta da tragédiaaa, do horrooooor, da desgraçaaaa...
Mas é Almada, portanto talvez não.
5 dias em que o único estímulo intelectual foi ler o Felizmente, Há Luar! (oi?! mal por mal ainda prefiro O Render dos Heróis, ao menos o Cardoso Pires era um querido) e derreter-me com as cartas da guerra do Lobo Antunes (é oficial: estou irremediavelmente em estado de adoração/veneração/obsessão, não há nada a fazer).
Descobri igualmente que o Clive Owen é uma ternurinha ternurenta: eu já desconfiava, mas agora tive mesmo a certeza. É igualmente oficial: eu adoro de morte o Clive Owen, mesmo em filmes tontos, em que ele basicamente mata gente... mas caramba! que bem que ele sabe matar... e comer cenouras: fiquei impressionadissíma com a aptidão do Clive Owen para plantar e comer cenouras, e... fazer das cenouras armas de arremeso e matar os malfeitores. Pumba, mesmo na órbita! Dizem que as cenouras fazem bem aos olhos, excepto quando levamos com elas mesmo na cavidade ocular, arremesadas pelo Clive Owen.
É bonito...

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Mas que raios se passa?

Nas últimas semanas praticamente não tive tempo para ver tele-jornais. Mas pois que parece que há quem diga ou há quem escutou* que Sócrates estava engendrando uma conspiração para controlar os meios de comunicação social, por vias que me ultrapassam, como a compra da TVI e semelhantes... De um lado vem o ministro da Presidência dizer que não e que o governo e o primeiro-ministro não estão envolvidos em nada disso e que em Portugal, a comunicação social é completamente livre; por outro lado, temos jornais a divulgarem escutas que implicam o PM, escutas essas que há coisa de uns meses foram tidas pelo PGR como irrelevantes ou algo assim de muito semelhante... Sinceramente, não sei o que fazer disto. Isto é mais confuso que um episódio do Lost - o J.J. Abrams precisa de fazer uma série sobre o estado das coisas em Portugal...
É porque é de mim ou termos um PM que volta e meia se vê envolvido em processos judiciais, escutas e alegadas espionagens é um tanto ou quanto sério e um tanto ou quanto grave? Pois, eu também acho que sim.
Mas, tenho em crer que, igualmente grave são as evidências das alternativas ao executivo: o principal partido da oposição está fragmentado, e já assim o estava mesmo antes das Legislativas de Setembro, preparando-se agora para eleições internas...
Vivemos em tempos conturbados e assim de tudo tristes: tristes porque mesmo tendo a figura do primeiro-ministro fragilizada, realisticamente as alternativas não são melhores.

Veremos.
Com liberdades não se brinca...
de Augusto Cid, cartoon do Sol

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*brilhante referência às escutas, eu sei.

P.S.: Para que conste, isto é participação política... E inovadora, por sinal

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Não sei se é sonho, se realidade,
Se uma mistura de sonho e vida,
Aquela terra de suavidade
Que na ilha extrema do sul se olvida.
É a que ansiamos. Ali, ali
A vida é jovem e o amor sorri.

Talvez palmares inexistentes,
Áleas longínquas sem poder ser,
Sombra ou sossego dêem aos crentes
De que essa terra se pode ter.
Felizes, nós? Ali, talvez, talvez,
Naquela terra, daquela vez.

Mas já sonhada se desvirtua,
Só de pensá-la cansou pensar;
Sob os palmares, à luz da lua,
Sente-se o frio de haver luar
Ah, nesta terra também, também
O mal não cessa, não dura o bem.

Não é com ilhas do fim do mundo,
Nem com palmares de sonho ou não,
Que cura a alma seu mal profundo,
Que o bem nos entra no coração.
É em nós que é tudo. É ali, ali,
Que a vida é jovem e o amor sorri.

- F. Pessoa

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Rebel Without a Cause

Faria hoje 79 anos e estaria lindo como sempre

"Dream as if you'll live forever, live as if you'll die today."

Assim farei...

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Just Say Yes, Love. Oui! Si! Sim! Da! Ja! Yow! Igen! Kylla!

(...)
Just say yes! Do it now!
Let yourself go!
Just leap! Don't look!
Or you'll never know...
If you love it
You might really love it!

So don't tell me
It could all go wrong
No don't tell me
It could all be a mess
Oh don't tell me
It could all be a waste of time
Just say oui! Si! Sim! Da! Ja! Yow! Igen! Kylla!
Just say yes!

Tão a ver...

...aquilo de de dia para dia não saber como me vai a correr a vida?
É que isto hoje foi muito giro, não foi André?

A Lídia devia ter dito não

"Vem sentar-te comigo Lídia, à beira do rio.
Sossegadamente fitemos o seu curso e aprendamos
Que a vida passa, e não estamos de mãos enlaçadas.
(Enlacemos as mãos.)

Depois pensemos, crianças adultas, que a vida
Passa e não fica, nada deixa e nunca regressa,
Vai para um mar muito longe, para ao pé do Fado,
Mais longe que os deuses.

Desenlacemos as mãos, porque não vale a pena cansarmo-nos.
Quer gozemos, quer não gozemos, passamos como o rio.
Mais vale saber passar silenciosamente
E sem desassossegos grandes.

Sem amores, nem ódios, nem paixões que levantam a voz,
Nem invejas que dão movimento demais aos olhos,
Nem cuidados, porque se os tivesse o rio sempre correria,
E sempre iria ter ao mar.

Amemo-nos tranquilamente, pensando que podíamos,
Se quiséssemos, trocar beijos e abraços e carícias,
Mas que mais vale estarmos sentados ao pé um do outro
Ouvindo correr o rio e vendo-o.

Colhamos flores, pega tu nelas e deixa-as
No colo, e que o seu perfume suavize o momento -
Este momento em que sossegadamente não cremos em nada,
Pagãos inocentes da decadência.

Ao menos, se for sombra antes, lembrar-te-ás de mim depois
Sem que a minha lembrança te arda ou te fira ou te mova,
Porque nunca enlaçamos as mãos, nem nos beijamos
Nem fomos mais do que crianças.

E se antes do que eu levares o o bolo ao barqueiro sombrio,
Eu nada terei que sofrer ao lembrar-me de ti.
Ser-me-ás suave à memória lembrando-te assim - à beira-rio,
Pagã triste e com flores no regaço."

-Ricardo Reis (F. Pessoa)

Mas a vida é tudo isso... as feridas abertas, o sangue que jorra nas veias com o bater do coração. É o amor que sentimos, é a felicidade que nos embala quando um sorriso terno surge na linha da tua boca... o embalo da felicidade...
Sim, que vivamos a vida como se o futuro nada fosse além de uma palavra sem qualquer significado no dicionário; sim, que a vida venha e que siga seu rumo como suposto, como um rio em direcção ao mar...
Mas que assim seja com todo este misto de emoção, a dor do sofrimento e o embalo suave e feliz do amor: tudo isso é viver.

domingo, 31 de janeiro de 2010

I Went To Where The Wilds Things Are...



... and I cried. Na minha mais completa solidão, desertando da companhia parental - como é que o Avatar ainda esgota? -, na minha mais bonita forma de ser, completa com brilhozinhos e pós, chorei quando o Max regressou a casa... Lágrimas de felicidade, de consentimento: porque teremos sempre uma casa para retornar e isso, só por si, é toda a felicidade que precisamos.

Douglas: Will you keep out all the sadness?
Max: I have a sadness-shield that keeps out all the sadness, and it's big enough for all of us.
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Hideaway, well they’ll seat us in the sun,
By the way, know you’ve always been the one,
You’ll ask your reasons why,
What once was yours is mine,
My baby’s gone.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Confidências

Tu eras também uma pequena folha
que tremia no meu peito.
O vento da vida pos-te ali.
A princípio não te vi: não soube
que ias comigo
até que as tuas raízes
atravessaram o meu peito,
se uniram aos fios do meu sangue,
falaram pela minha boca,
floresceram comigo.
- Pablo Neruda

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A propósito,
esta noite no yoga decidi que quando e se me casar a nossa primeira dança vai ser ao som desta Slide Away dos Oasis, de preferência com o Noel a canta-la no seu mais primoroso estado acústico. Sim, porque quando estiver a exercer cargo diplomático em Londres, eu e ele vamos ser melhores amigos...
Qual valsa qual quê! "And we can slide awaaaaay..."  Lindo.

domingo, 24 de janeiro de 2010

E o 1º Grande Album de 2010 Afigura Ser...


Beach House - Norway, de Teen Dream

... o destes dois pequenos. Teen Dream faz-me querer rodopiar em vestidos de tule.
O que me chateia é que tenham concerto marcado no Lux a uma quarta, exactamente na véspera da viagem para o Porto...

We were sleeping till
You came along
With your tiny heart
You let us in the wooden house
To share in all the wealth


Don't you know it's true?
Norway-ay-ay, ay-ay-ay-ay-ay-ay
Norway-ay-ay, ay-ay-ay-ay-ay-ay