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sábado, 12 de outubro de 2013

Saldos! Saldos! Saldos! [post com tendências fashionista]

Os saldos já acabaram há milhões de anos, eu sei, mas tinha este post nos rascunhos (com outros milhões de posts) e apetece-me partilhar convosco a minha experiência e epifania. Mas antes de mais, um reparo: é bom saber que as meninas funcionárias da Zara já deixaram aquele look presidiário/fashionista/pirata, com as camisas às riscas pretas e brancas; graças a deus.

Ora bem, durante a temporada de saldos nos agora mui distantes meses de Verão apercebi-me que não tinha roupa decente e profissional. Dado que vou começar a estagiar não tarda e dizem as más línguas que não posso aparecer com all-stars e collants coloridos, colmatei esta grande falha na semana passada numa farrusca tarde de compras, chegando a casa com umas saias giras giras e uns sapatos lindos e divinais, pelo que é de esperar que nos próximos dias este blog se torne um pretenso fashionblog de tão contente que estou - aviso que estou com imensa vontade de partilhar convosco o quão lindas são estas calças da Zara, e que tão bem me ficam.

E desse lado, há dicas de fashionista para uma pobre novata nas lides dos estágios profissionais em ambiente de gabinete ministerial? 

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Sei que daqui a um mês vou arrepender-me de ter proferido estas palavras...

... mas já estou bem fartinha das férias. E deste calor!
Só me apetecem malhas e casacos quentinhos e chocolate quente e... chuva! Pronto, já disse!

(que a sessão de auto-flagelo comece).

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Actividades para as férias

Jogar todos os tipos de Angry Birds, fazer as palavras cruzadas dos mil e quinhentos Públicos que habitam o meu quarto, instalar aplicações completamente inúteis ao Chrome, ver vídeos de ginástica rítmica e sonhar com uns Olímpicos perto de casa. 

Vai ser um Verão preenchido.

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Digamos que estou a cantar isto cheia de fé em loop



"trancaste-me em casa com a tv vens tarde e em brasa sussurrar-me um cliché nem quero saber porquê arrastas a asa quando ninguém vê pões discos da lhasa e recitas carlos t nem quero saber porquê. carregas no vinho fico à tua mercê arruinas-me num instantinho quem te viu e quem te vê queimaste o calvino já ninguém o lê cais nos braços de um novo menino e eu desatino com não querer saber porquê. assentar até talvez casar aquecer na cama o teu lugar à espera de ver-te assentar até talvez casar aquecer na cama o teu lugar à espera de te ver chegar. (pois é amor trancaste-me em casa sozinho com a tv a encher-me de merda sabes nem sei se estás para vir mas vou começando a cozinhar já passa da meia-noite amor já é hora do jantar. não dá só para já)"

sábado, 7 de julho de 2012

Dramas Veraneantes

Apetece-me imenso chocolate, mas o mais próximo que há por casa é Chocapic.
Também me apetecem Doritos.

No Verão, coincidem as seasons finales de todas as séries giras, arredando-me assim para os re-runs e a mázinha, mas tão boa programação do TLC e do Style Network. Nisto está bom de ver que até Bridal Plasty eu me pus a ver. É a decadência do meu intelecto.


terça-feira, 5 de junho de 2012

terça-feira, 29 de maio de 2012

Estou bué contente

A frequência de Ecologia foi um bocado parva (vemo-nos nas melhorias... again), mas já quase estou de férias e hoje comi pizza e fui às compras e já tenho um chapéu e óculos escuros e ténis e verniz novos. 
Amanhã é dia de estudar o dia inteiro para a última frequência do ano, mas esta nem é assim tão má quanto isso, portanto estamos bem. 
Já só penso em férias e Primavera Sound. 

sábado, 26 de maio de 2012

Hoje foi o último sábado de estudo do semestre e falta menos de uma semana para as férias, algo que me alegra bastante o coração. Tenho grandes esperanças que este Verão seja do caraças e nem a possibilidade de ter de fazer umas quantas melhorias e estar quase a completar duas décadas de vida (a idade começa a pesar, estou muito tristinha).
Eu só quero mesmo acabar o semestre. Já faltou mais.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

O tempo não me chega. Eu quero passear contigo, comer gelados abrigados à sombra, porque ao sol está um calor do caraças, não se aguenta; mas o tempo não nos chega. E isso chateia-me. Chateia-me porque o que eu mais quero é estar contigo assim, sem nada com que me preocupar além da ondulação do Tejo e do que vou vestir. O que eu mais quero é ter um tempo só dos dois, sem obrigações e ansiedades académicas que só nos fazem mal aos nervos e à sanidade mental. O que eu mais quero é partilhar as contas, a loiça na máquina em concordância, o sofá e os maus programas de televisão que eu adoro ver e gozar. O que eu mais quero é reclamar do estado a que o país chegou à hora do jantar, tudo por culpa do governo ou do seu antecessor ou claro, do Cavaco.
O que eu mais quero é reclamar o meu lugar na nossa cama com a perna fora do lençol, mania de Verão desde criança; quero voltar para a casa e encontrar-te lá. Partilhar os livros, a arrumação das estantes e formar uma primorosa biblioteca. 
O tempo agora não me chega, as despedidas são terríveis, e eu quero que o tempo onde elas não sejam necessárias chegue rápido. Quero, porra. 

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Voltaram!

Os ferrys todos giros e modernos voltaram e eu estou muito contente. Já me tinha interrogado sobre o paradeiro dos ditos, desde o Verão que andavam desaparecidos e aquilo era demasiado investimento para estarem parados nas docas da Lisnave. Era sim senhor. Ainda não apanhei os plasmas a dar de si (e aquilo tem uns oito plamas, porque é muito importante uma pessoa pôr-se a par das notícias matinais e vespertinas e nocturnas enquanto atravessa o Tejo ou pelo menos eu espero que aquilo se ligue na Sic Notícias) e o bar também ainda não abriu (e eu acho que havia ali muito bom negócio ou há lá coisa melhor que tomar o pequeno-almoço ao ritmo das ondas do rio? Nada. Niente. Rien.), mas está tudo bem, porque os ferrys voltaram e subir e descer as escadas faz-me bem às gorduras localizadas. 

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

É Outubro, não falha

As temperaturas são propícias a uma confusão mental sobre em que altura do ano estamos, mas Diana Catarina não se deixa iludir: prevê um temporal a pairar sobre si. 
Outubro quente traz o diabo no ventre, diz a sabedoria popular. E eu concordo, isto não é normal. 

sábado, 16 de julho de 2011

De qualquer das formas


Durante a próxima semana conto estar aqui... outra vez. Isto é, se o negócio não sair furado e aquilo for afinal um palheiro ou pior... Adiante. Toda a gente já com certeza ouviu falar sobre a onda crescente de violência que varre a nossa costa algarvia e não é apenas a violência de preços que usamos para sacar dinheiro aos turistas, diz que é violência a sério com miúdos a barricarem-se dentro de prédios e  reforços de segurança da GNR, mesmo que estes não andem a usar pistolas.  E eu não gosto de violência e armas e eu sou uma moça pequena e vulnerável, portanto eu só queria dizer que, caso for apanhada numa espiral de delinquência e criminalidade (Santo Agostinho me salve e guarde) ou então que me caia uma falésia em cima (pode ser que topografia se mantenha intacta, fingers crossed) tive uma vida do caraças até agora. Tive amigos porreiros e fofinhos e morro apaixonada (gosto muito de ti, ouviste?) e isso é muito bom. 
Em todo o caso, se acabar por correr tudo bem e eu regressar intacta tanto melhor. É de longe o preferível, acho que para todos nós, não? Exacto.
Vá, a ver se o Verão anima um bocadinho. 

segunda-feira, 7 de março de 2011

Primavera! Verão! Onde estão?

Uma saudade descomunal do Verão. Quero o Sol e calor e noites quentes e a brisa ao fim da tarde. E gelados! e vestidos curtos! e festivais! E cenas assim giras... coloridas e floridas.
Vou só ali dançar muito descoordenadamente com os Drums a ver se a trovoada, a chuva, o vento e o frio vão embora mais depressa. 
*fingers crossed*


domingo, 24 de outubro de 2010

Querido José Rodrigues dos Santos

Isto assim não pode ser. Quer dizer, vai uma pessoa de propósito a Lisboa para ver a apresentação do teu novo livro e descobre que afinal foi ontem. Eu sei, eu sei, que se calhar estás ainda muito zangado comigo pelas duras e críticas palavras que usei para definir o A Vida num Sopro. A parte em que disse que não sabias escrever e que era tudo muito básico e cheio de cliches de amor, e a minha parte preferida: "senti a cada página a rudeza dos lugares-comuns, dos clichés da vida e da História". - espera ainda há mais... "Toda esta previsibilidade, a pobre forma como tudo isto nos é dito constituem uma bruta decepção" .
Pronto, eu sei que fui muito má para ti. E se calhar os teus outros romances são do mais espectacular que há. E o teu génio literário é brutal. Mas repara: eu não tenho culpa de não ter sentido a magia da tua escrita. Estou até a pensar dar-te outra oportunidade no Verão que vem. Talvez que ainda requisite um livro teu ali na biblioteca...
Contudo, se continuares a fazer coisas assim comigo, eu desisto. Eu estou aberta a dar-te outra oportunidade, mas se continuares assim, meu querido, mão há volta a dar.
É que vai uma pessoa a Lisboa de propósito para te ver e, vá de aproveitar e açambarcar o cocktail, e não é que tu afinal estiveste lá, mas ontem? 
Zezinho, Zezinho isto assim não pode ser. Eu começo a pensar que estás a fugir de mim. É que nem na faculdade ainda te vi.
Meu querido, Rodrigues dos Santos: vamos dar mais uma oportunidade à nossa relação, sim? Mas tens de perceber que não posso ser só eu a lutar por ela. Eu não quero perder o teu piscar de olho no final do Telejornal. Sabes que já faz parte de mim e como ele me aquece o coração: é o meu calor da lareira numa noite fria de Dezembro. Mas tu tens de me devolver este meu empenho.

Portanto, Zezinho: da próxima vez, vais lá mesmo estar às 5 da tarde no raio da Sociedade de Geografia de Lisboa para eu bater palmas quando falares, está bem? Pronto, ficamos assim...

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Diálogo matinal extraordinariamente produtivo entre as minhas pernas e a minha cabeça

(No metro)

Pernas: Tu sabes para onde estás a ir?
Cabeça: Não.
Pernas: Mas vamos continuar a andar?
Cabeça: Sim.
Pernas: Ok... De certeza? É que nos achamos que estamos perdidas.
Cabeça: E estamos... Mas vamos para onde toda a gente vai que há-de ser por aqui.
Pernas: (obedecem)
Cabeça: Ah! Já percebi por onde é... Venham.
Pernas: (voltam para trás, porque afinal não era suposto terem saido onde sairam)
Cabeça: Agora é que é... Já sei onde estamos.
Pernas: Ouve lá, estas calças estão um bocadinho apertadas não estão?
Cabeça: Estão. Vocês com a mania que são crescidas puseram-se a alargar e agora as calças estão assim...
Pernas: Pois, se calhar não devias ter investido tanto nos desejos pelas torradas banhadas com manteiga lá para as 3 da manhã este Verão...
Cabeça: Pois... se calhar têm razão. Desculpem...

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

O guilty pleasure do fim do Verão

E agora com o cabelo curto é ver-me esvoaça-lo enquanto canto isto (aos altos berros) no meio do sofá como se não houvesse amanhã.


I never thought I could forget you
I never thought I'd be the man I am now
Just 20 seconds since I left you
'Cause I could never be your lover
I found another girl to mess me around
So you don't get to make me suffer


Look into my eyes
There's really nothing left to lose
But now I know
That I'm never coming back to you

Love grows cold
Blood, tears and gold
Won't make it any better
I never let you down baby [baby]
I never let you down baby [baby]
And it won't get any better
Blood, tears and gold.


It's 20 seconds since I left you
And I remember why I never looked back
I got no reason to forgive you
I see it in your eyes
The suffering it hides the blue
But I know that it's never gonna hide the truth


Blood, tears and gold
Won't make it any better
I never let you down baby (baby)
I never let you down baby (baby)
And it won't get any better
Blood, tears, and gold
Won't make ït any better

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

E Albufeira foi...


Uma instituição em qualquer parte do país, do mundo!


 

E o moço (giro) deu-me logo 4

E comi tudinho. Tanto o jantar - aquela deliciosa salada de frango, nham nham - como o pequeno-almoço  - as panquecas com morangos e chantilly e o leite com café. Uma coisa destas é que havia de haver na Margem Sul!

Vá, digam adeus e até para o ano. Querias! mas a minha vida não é isto...