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quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Priberam = melhor amigo de um mero artífice que almeja a conclusão de trabalhos com palavras bonitas.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

É um bocado isto



"(...)
Depois vêm cansaços e o corpo fraqueja
olha-se para dentro e já pouco sobeja
pede-se o descanso por curto que seja,
apagam-se dúvidas num mar de cerveja
e vem-nos à memória uma frase batida:
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida!

E enfim duma escolha faz-se um desafio
enfrenta-se a vida de fio a pavio
navega-se sem mar sem vela ou navio
bebe-se a coragem até dum copo vazio
e vem-nos à memória uma frase batida:
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida!
(...)"

domingo, 8 de setembro de 2013

I'm a failure as a grown-up

Há três anos era caloira, hoje sou mestranda. Há três anos escrevi umas parvoíces sobre o futuro estar mesmo ali, patati patata, é só agarra-lo, blábláblá; uma idiota , no fundo. Volvidos três anos, não tenho mais certezas daquilo que quero fazer quando for "crescida" que há três anos atrás. Se calhar até tenho menos. Será culpa dos tempos, culpa do sistema, será mais culpa minha, talvez. Não sei. 
Tive uma epifania quando estava a estudar para a última frequência do último semestre e decidi que tinha de mudar de rumo, de tentar ser algo mais do que apenas competente. Não me arrependo de ter ido para CPRI; além do grau de licenciada, deu-me pessoas, alegrias, bebedeiras, fez de mim uma pessoa cínica e céptica (direitos humanos? pff), mas em última instância muito feliz e muito orgulhosa de lhe pertencer. 
E decidi que, em vez de tentar mudar o mundo tornando-me uma burocrata, formiga do sistema dos centros de decisão e poder, era melhor mudar o mundo (olha eu a ser tontinha outra vez) através da Literatura, a única forma de redenção. Veremos no que dá. 

sábado, 22 de junho de 2013

Sinto-me um bocado perdida...

... sem ter nada para ir ver ao moodle e à secretaria virtual.
Ocupam os lugares cimeiros das minhas páginas mais visualizadas, devido ao constante uso do F5 nos últimos dias. Mas agora já saíram as notas todas e não tenho nada para lá ir fazer.
É estranho.

Um post de licenciada

Diz que completei todos os créditos de que preciso para me considerarem licenciada. Sempre pensei que a secretaria virtual iria lançar uma qualquer espécie de foguetes para comemorar, qualquer coisa para assinalar a data. Afinal não. Continua azul, igual a si mesma, graças aos pais desbloqueada. 
E agora? A eterna pergunta.
A escolha de mestrado foi a escolha mais complicada que alguma vez tive que fazer na vida. Foi absolutamente aterrador passar este tempo todo sem saber o que ia fazer em Setembro. Era como se  paralisasse de todo. Ainda mais complicado que escolher entre topping de morango e chocolate na loja da Olá. Não sei se vos acontece, mas este tipo de questões atormenta-me para a vida. Cheguei a uma decisão, depois de muitas noites de bebedeira a ponderar a escolha, ou a chorar desesperadamente porque não fazia ideia que raios estava eu a fazer da minha vida - eu sou uma bêbeda muito filosófica e preocupada com o futuro, além de exibir alguns problemas com a gravidade.
Mas a escolha deu-se, finalmente. Está a marinar. 

O mestrado é, já agora, Edição de Texto - depois de ter feito Ciência Política e Relações Internacionais já me habituei de ouvir de tudo, podem dizer o que quiserem. Vou ser empreendedora e criar uma start-up de consultoria editorial e criar a correspondente página de facebook "Diana Catarina Editora" e vai ser muito giro. 
Estava a pensar tratar da candidatura dia 28 - era engraçado que depois de tudo não consiga entrar à primeira ou ter de escolher outra coisa. Parece-me apropriado depois de completar os 21. 
Oh para mim na flor da idade.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Adeus semestre...

...olá notas parvinhas.

E de repente, começam a cair as notas. Depois de gastar o botão do refresh no moodle, os professores decidiram enviar todas as notas ao mesmo tempo. Boa.
Tudo para confirmar a falta de produtividade do meu semestre.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

É o karma, senhores

Diana Catarina é má pessoa e gosta de fazer piadas com o mau trajar de outras e assuntos "semelhantes" esquecendo-se que existe uma coisa chamada karma. É que só pode.
Chegada sexta-feira, dia de enterrar caloiros, o fecho da saia do traje de Diana Catarina decide foder gerau, deixando-a muito consternada, pois convinha sair de casa se possível vestida. Sendo uma pessoa de bastantes recursos imaginativos, resolve o assunto com múltiplos alfinetes que se aguentaram estoicamente na ida a Carcavelos. 

Mas esta foi a pior semana possível para ter problemas com o traje, dada a necessidade de o envergar várias vezes esta semana - segunda-feira para traçar a capa aos gaiatos, quinta porque é quinta, e o sábado que é da Queima - mas é aqui que Diana Catarina descobre o seu dom e talento escondido para a costura. Ficou tão, mas tão bem cosido o fecho na minha primeira tentativa com agulha e linha, que nem em mil anos e vários Apocalipses depois as linhas de descosiam. Um mimo.
Sinto-me realizada: já posso ir coser meias. 

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Coisas boas


Estes 2.22 minutos e escrever ensaios à uma e sete da manhã.

Mas escrever ensaios sobre tudo menos daquilo que estou a escrever.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Qual é o tipo de credibilidade que eu posso dar a quem se senta ao meu lado nas aulas com cadernos da Hello Kitty? No 3.º ano de licenciatura, pessoas!

Por outro lado, e num sentido de auto-crítica, acho demasiado pretensioso da minha parte ir para uma aula  sobre Pessoa com pin's do Pessoa no estojo. Acho que é melhor tê-los na reserva. 

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

E não é que está uma bela noite para fazer uma directa de trabalho? 
Parece-me que sim. Vou só fazer um galão, para aquecer a viagem.

domingo, 27 de janeiro de 2013

E recomeça assim...

... a há muito perdida prática de maratonas de elaboração de grandes e excelsos trabalhos madrugada fora. Eu tentei ser uma pessoa responsável, a sério que sim, mas não funciona para mim. 

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

"boa nova, é só mais esta sova"

E nos entretantos da minha procrastinação, tento fazer alguma coisa de produtivo para o trabalho de Filosofia.



Estás quase de férias, Diana Catarina

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

O que fazer quando a nossa melhor nota da licenciatura acontece numa cadeira que não tem nada a ver com a nossa área de estudo, pré-existindo uma questão existencial de vocação futura? Pois...

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Em negação

Tenho a frequência de Sistemas para a semana, mas ainda não estudei grande coisa. Tenho andado a ler meia dúzia de textos e é basicamente isso. Já devia ter começado efectivamente a estudar, vai sair a matéria toda do semestre, e tenho de ver se subo a nota para compensar a nota do trabalho. 
Mas estou em negação e adiar o inevitável, e tenho-me concentrado (e prolongado, confesso) o outro ensaio para outra cadeira (que me deixa imensamente mais feliz) que é para entregar no dia a seguir à frequência e que também tenho de começar a redigir. 
Estou a prever um fim-de-semana dos diabos. 
Mas não estou a sentir-me nem agoniada, nem angustiada, nem culpada. 

Até porque falta uma semana para acabar o semestre e quinta-feira é dia B - B de bebedeira. 
Haja alegria.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

O que eu gostava mesmo mesmo mesmo era de dormir. Dormir sem sonhar com frequências, sem acordar a meio da noite com ideias brilhantes para os ensaios, um despertar sem que me viesse logo à ideia as milhentas coisas que tenho para fazer nesse dia e as outras milhentas que tenho para estudar. Gostava muito de conseguir ter uma noite descansada desta forma. Só mesmo dormir. 
E depois lembro-me que praticamente não vou ter férias, porque tenho dois exames no início e um trabalho para entregar no fim de Janeiro; as aulas começam quinze dias depois. Ora eu sou pessoa habituada a férias à boa maneira da FCSH, ou seja quatro meses no Verão e um mês e meio pelo Natal - era bom assim e eu gostava especialmente porque os nossos "semestres" de três meses são, de facto, muito intensos e acontece tudo ao mesmo tempo, pelo que as férias eram igualmente muito intensas e profusamente extensas. Mas este Inverno não há cá nada disso, o que me deixa bastante triste. 
Estou cansada e praticamente não tenho tempo para respirar, meti na ideia que ia ser responsável e fazer as coisas com tempo para não ter crises existenciais de maior, mas não é nada disso que está a acontecer: acho que até são piores, agora o meu questionamento existencial acontece a par com umas olheiras aparentadas às do Gaspar e isso não é bonito de se ver e uma exaustão intelectual do outro mundo, em que só me apetecem sopas e descanso e chocolates e pipocas e vou para a cama às 9 e meia da noite - nove e meia da noite! completamente anti-natura. E pior, não estou a ver resultados práticos: entre um ensaio em que gastei duas semanas da minha vida e uma apresentação quase feita de véspera, foi a última a que correu melhor. Não percebo. Não estou a perceber o que estou a fazer e, mais sério, para que o estou a fazer. 
Mas e agora? Vou voltar aos hábitos da procrastinação e dar umas voltas ao Chiado ver as luzes de Natal? Continuo a acordar antes do Sol para me ir fechar na sala de estudo grande parte do dia? Vai ter de ser, só faltam duas semanas para a "grande frequência do semestre" e a entrega do último ensaio. Até ter de (re)começar a estudar para as duas frequência e começar a pensar no trabalho. Não quero acabar e sentir que "morri na praia". 
Prefiro morrer depois afogada. 

Estou cansada. 
(Mas nem tudo é mau: daqui a duas semanas também é o jantar de curso e há sangria e Bairro e Cais. Só preciso chegar viva até lá.)

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Timming

Bom timming é arranjar uma bruta constipação na véspera da apresentação de um trabalho, ainda com metade dele para fazer. Entre espirros e drunfos lá se fez e a coisa até correu bem.

Ontem, para compensar o meu grande esforço académico nestas semanas, dormi umas boas 10 horas. E não pensem que fiquei a dormir até tarde, porque Diana Catarina já é na verdade uma idosa e em vez de ficar a dormir até tarde, vai dormir mais cedo, tipo 9.30 da noite, nem viu a novela. É da velhice. Mas foi um sono que me soube pela vida.