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sábado, 17 de novembro de 2012

Semana de terror

Em pânico, porque afinal a apresentação do ensaio de Sistemas é só na quinta, e eu pensava que era já na terça. Era menos mau, porque despachava isto de um vez. Assim vou estar três dias em ansiedade e terror, porque vai ser especialmente mau. Tenho isto pronto há uma semana, algo nunca visto no planeamento académico da minha pessoa, que é daquelas que escreve bem mas é à pressão. Desta vez, bastou o pânico generalizado no seu sistema nervoso para a coisa sair.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

A saber

Pela primeira vez na vida, Diana Catarina está a anti-bióticos. 
Tive sempre uma saúde de ferro providenciada por uma infância de ares puros da serra e portanto nunca tive problemas por aí além. Nunca parti nenhum osso que fosse, para grande tristeza minha, porque assim dava para faltar a Educação Física e eu não gostava nada daquilo. Todo o meu historial médico é bastante desinteressante e as maleitas de que padeço são sempre muito parvas, como agora. É que isto dói para caraças, mas nem para ter direito a umas canadianas, ou bengalinha, dá. 
É risível.


sexta-feira, 10 de agosto de 2012

São as pessoas que fazem de um sítio mais do que quatro paredes

Quero ir-me embora. Pronto, já disse.
Não faz sentido para mim voltar a esta casa, a este cantinho no meio da serra, assim; porque quem fazia deste sítio mais do que quatro paredes e um terraço já não está e não há cá nada a que regressar, não é a minha casa de sempre, de todas as férias, de todos os Verões.

Ainda por cima está um calor do caraças. Estou desanimada, estou triste, tenho saudades da capital e dos passeios na capital. Já não é aqui que me sinto bem, em casa.

domingo, 22 de abril de 2012

A definição de masoquismo

O meu novo vício é ver tumblrs com temas gastronómicos. É importante aqui ressalvar que eu sou bastante sugestionável e até os anúncios dos novos hambúrguer italianos me dão vontade de ir ao Burguer King, sendo que este novo hábito tem todo um potencial destrutivo à minha sanidade mental, uma ameaça séria ao ordenamento do funcionalismo da minha vida. Eu aquilo quero tudo! Quero tudo entregue à minha porta!
Ora, ver tumblrs de comida às duas da manhã não é boa ideia. Deprime-me um bocadinho, faz-me querer aprender a cozinhar o que é ainda mais deprimente, porque convenhamos isso nunca vai acontecer e eu nunca vou conseguir magicar coisinhas tão boas como aquelas, e acabo a noite assim, tristinha e com fome. 

Como eu sou boa pessoa, partilho convosco as minhas recentes descobertas preferidas, com a esperança de não ficar sozinha nesta minha condição esfomeada e privada de açúcares. 


Que a força (de vontade para evitarem estes males) esteja convosco.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

E não consigo deixar esta tristeza para trás, esta mágoa, a desilusão, mesmo que não valha a pena e seja imerecida, que é, sei perfeitamente que não merece mais do que o voltar as costas e ir à minha vida.
De qualquer das formas não consigo deixar de me sentir triste e está a ser muito complicado relativizar, pensar que podia ser pior, pensar que isto já estava para acontecer há muito, eu estava em negação ou iludida, ainda não consegui decidir qual dos dois estados é pior.
De qualquer das formas a minha cabeça está um caos. Porque tudo isto me é perfeitamente irracional. Não faz sentido. É estupido. É uma completa parvoíce. Mesmo assim não consigo deixar de sentir que o chão me fugiu debaixo dos pés e eu dei assim um valente trambolhão. A pensar que a minha vida estava orientada, tinha um propósito e sabia com o que contar para agora perceber que não, afinal não era bem assim. A minha cabeça está um caos e eu não me consigo orientar outra vez, porque não consigo parar de pensar. O que me mata é o pensar, esta mania que eu tenho. Analisar, comparar e concluir que não faz sentido e que eu no final de contas estou sozinha, tal como me sentia há 5 anos atrás. E eu jurei que nunca mais me deixaria sentir tão desesperada e bater no mais fundo do fundo daquele poço. Mas desde aí não sentia tão profundamente a solidão incognita de quando estou sem conseguir adormecer às 5.30 da manhã a pensar em como está a minha vida. E eu sei que estou a ser terrivelmente injusta (também sei que provavelmente este texto não está a fazer sentido algum) para aqueles que nutrem determinado e certo afecto por mim e realmente se preocupam como vai indo a minha vidinha, sei que não estou completamente sozinha e abandonada no mundo, mas agora é um bocado isto que sinto. E não, não consigo relativizar, "se calhar não é bem assim, Diana Catarina, estás a exagerar, não penses nisso agora que fazes pior", não consigo. Só sei que me sinto terrivelmente angustiada por algo completamente estupido, mas que me está a foder a vida, a deixar-me de rastos e a cabeça num caos.
Tenho medo do que virá. Acima de tudo tenho medo da evolução desta coisa que estou a sentir, de um vazio que aos poucos se enche ainda mais da mágoa e desilusão de saber que podia não ser assim e que eu podia estar alegre e contentinha da vida, mas que agora estou mas é fodida com a vida e uma desgraça.
E o que eu preciso neste momento não são palavras de compreensão, mas ouvir um "que se foda, vamos beber um copo e pões-te fina numa instante".

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

3 desejos

Apoderou-se de mim uma vontade incontrolável de degustar uma bela de uma bola de Berlim, com muito açúcar e muito creme, e um belo de um Big Tasty ou um daqueles Cibatta que parecem do céu e qualquer coisa que envolva café e chocolate e cenas boas no Starbucks.
Mas como há coisa de... acabei de me aperceber que não faço ideia de quando foi a última vez que sai de casa, ah! foi sexta-feira para ir a Lisboa... portanto há coisa de três dias que não saio de casa, ainda não consegui satisfazer os meus desejos.
E a minha mãe partiu-me o coração quando se esqueceu de me trazer hoje a bola de Berlim.
Vida triste a minha...
__________________
Adenda: a bola de Berlim já foi: o Pingo Doce salva vidas.

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

2010 em Tópicos

  • fiz-me à vida;
  • acho que disse as palavras mais bonitas que alguma vez disse a alguém e não me arrependi;
  • acho que também ouvi das palavras mais bonitas que alguma vez alguém me disse;
  • sorri muito;
  • ri muito, assim mesmo às gargalhadas;
  • ouvi o "não" mais doloroso da minha vida;
  • descobri uma nova forma de ter o coração esfrangalhado;
  • senti toda a tristeza que um coração esfrangalhado provoca;
  • sobrevivi a um coração esfrangalhado (palmas para mim);
  • usei e abusei do ombro do André;
  • usei e abusei da boa vontade do André, meu toblerone de chocolate e mel;
  • descobri em pessoas que sempre estiveram lá amizades fortes e inesperadas;
  • Porto;
  • acabei o secundário com uma média mais ou menos decente;
  • consegui arranjar maneira de ir para a rua pela primeira vez em 12 anos a meros 4 meses de acabar o secundário;
  • Alive!'10;
  • entrei para o curso que queria na faculade que queria;
  • fui praxada e gostei;
  • amigos foram e amigos regressaram para não sair mais;
  • amigos fiz;
  • continuo pessimista mas lá no fundo agora sei que se eu quiser vai tudo correr bem;
  • aprendi a relativizar;
  • sobrevivi a HTEP (!);
  • arranjei maneira de ter uma nota decente na primeira frequência de HTEP mesmo tendo um concerto na véspera;
  • pensei em dedicar-me à medicidade;
  • TheWalkmen e a epicidade do Lisbon em Lisboa;
  • cresci;
  • recebi mensagens que me fizeram sorrir;
  • recebi mensagens inesperadas;
  • despedi-me de 6 anos da mesma rotina diária para começar uma nova;
  • disse adeus ao sítio onde fui tão feliz;
  • cortei o cabelo mais curto;
  • Alentejo;
  • muitas viagens entre Lisboa e Castelo Branco;
  • dancei tanto sob a influência como sóbria;
  • descobri os encantos do gin tónico (bom bom bom);
  • descobri os encantos da sangria;
  • atingi a maioridade;
  • recensei-me;
  • participei em workshops de escrita criativa com escritores um tanto ou quanto "únicos";
  • até que escrevi textos bonitos;
  • escrevi textos lamechas ("mas oh Manel estamos na cozinha e a aparelhagem está na sala, como é que tu queres dançar?!");
  • conheci o António Lobo Antunes e disse-lhe o quão importante ele era para mim;
  • apertei a mão ao António Lobo Antunes;
  • li livros extraordinários;
  • comecei a ler livros integralmente em inglês;
  • comecei a levantar-me às 6 da manhã para atravessar o rio e ter aulas às 8;
  • aprendi muito sobre as continuidades e rupturas da configuração da Administração Central e Periférica;
  • cheguei a pensar que Economia nem é assim tão má;
  • revoltei-me;
  • vi bons filmes (Where the Wild Things Are ♥);
  • chorei com bons filmes (Where the Wild Things Are ♥);
  • Verão em Albufeira;
  • panquecas para o pequeno-almoço de regresso;
  • American Diner;
  • praia e piscina;
  • chorei no último episódio do Tonight Show with Conan O'Brien;
  • e sim, passei a odiar mesmo o Jay Leno;
  • dei pulos de alegria quando soube que o Conan ia voltar;
  • não gostei quando o Saramago morreu;
  • não gostei que o Cavaco tenha ficado nos Açores em vez de ter posto os pés nas cerimonias funebres do Saramago;
  • nunca trabalhei tanto como neste ultimos 3 meses;
  • nunca estudei tanto como nestes ultimos 3 meses;
  • arranjei maneira de ter uma nota decente no exame de História;
  • revoltei-me com a correcção do meu exame de Português (correctores agarrados de primeira);
  • fiz parte do Conselho Pedagógico da minha escola, porque aparentemente eu sou bué responsável;
  • Parlamento dos Jovens;
  • fiz campanha com um megafone nas mãos a tocar o We Will Rock You;
  • mesmo com os rebuçados (bons, que eram flocos de neve) perdi as eleições;
  • tive um encontro com um senhor muito estranho num café no Montijo aquando a sessão distrital do Parlamento dos Jovens (o senhor não gostou dos meus collants verdes: true story);
  • conheci deputados (comunistas, mas mesmo assim...);
  • trabalhei num jornal de parede e odiei;
  • descobri que não nasci para ser jornalista (eu já sabia, mas assim tive a certeza);
  • chorei (muito) com o video que nós fizemos para o jantar na fragata;
  • passei a ter medo de mulheres com cabelos brancos (podem ser a stora de AP a pedir para tratarmos do editorial);
  • aprendi que dizer o que penso não é mau;
  • aprendi que dizer o que sinto é saudavel e não tem consequências tão nefastas como eu esperava;
  • aprendi que fazer o que quero e realmente me apetece é muito bom;
  • aprendi que viver com medo de dizer e fazer o que me está no coração não é viver;
  • mas acima de tudo, consegui cumprir a resolução de ano novo e fazer de 2010 um ano do caraças.
E olhando para isto tudo, 2010 foi um bom ano. Muito bom. Mesmo que o meu coração tenha sofrido tanto e tão profundamente tal como nunca havia antes.
2010 foi um ano em que cresci muito e crescer quase nunca é sinónimo de felicidade. Mas apesar de tudo isto, levo deste ano um coração cheio de alegrias, já bem recomposto e num lugar melhor que há um ano atrás.
Portanto meus amigos, façam da vossa vida aquilo que querem que ela seja, porque somos os únicos capazes de fazer de cada dia o melhor de sempre. Que a passagem de 2010 para 2011 traga um novo folêgo e uma nova energia para fazerem tudo aquilo que sonham.
Este vai ser O ano, sim?

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

"'cause I don't wanna get over you"

E quando penso que já foi, já passou, percebo que não. Foi engano, falso alarme. Aquela réstia de tristeza permanece - encontrou-me e não se deixa iludir - em cada veia e artéria quando o meu coração foge para o pensamento do que foste.
Pensei, "acabou", mas afinal não. Ainda cá estás. E doi, mesmo que seja um bocadinho menos. Ainda cá estás. A impressão no coração do meu colar.

(...)
Don't leave my hyper heart alone on the water
Cover me in rag and bone and sympathy
'Cause I don't want to get over you
I don't want to get over you.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Frases que ficam da aula anterior ao teste de Estatística

"A sério, a frequência não está feita com intenções de vos lixar."
Pois...

Para terem noção do desespero, eu era capaz, juro pela Virgem Santissíma e o menino Jesus, de fazer o malogrado vaivém - sim, aquela coisa linda que faziamos nas aulas de Física para testar a resistência ao som da voz da mulherzinha e daqueles bips e música tecno de uma cave dos anos 80 - numa manhã fria de Dezembro, logo ali às 8.30 da manhã, se isso significa-se não ter de fazer o teste. Ou vá, ter uma nota decente. Juro. A sério que sim.

Mas qual é a puta (perdão), o interesse (apenas interesse sem nenhum nome menos bonito antes) e relevância de saber a correlação entre variáveis, se elas são independentes ou não através da p*** (perdão), através do teste do qui quadrado para a minha subsistência?
Exacto...
A sério, estava disposta a fazer o vaivém...

terça-feira, 23 de novembro de 2010

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Hoje foi um dia daqueles

A minha vida vai ser dedicada à medicidade. E se calhar, e apenas em último recurso, ao banditismo...
Vamos ver o que vai sair daqui.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

O que eu não deixo de ter é fé nas pessoas

O teste de Economia correu mal. Muito mal. O descalabro total. Eu, está visto, fui-me abaixo. No caminho todo para a casa comecei a traçar novos caminhos para a minha vida, do tipo ir varrer ruas, ser caixa de supermercado, pedinte, tudo o que não envolva a necessidade de uma licenciatura, porque a vida académica não é para mim. E ser cidadã informada e consciente também não: se não consigo falar dos princípios básicos da economia, nem perceber o Rui Branco, como vou eu tomar decisões eleitorais e perceber o que é melhor para o país? Ora aí está... A ideia de me tornar mais uma, que anda por onde toda a gente vai e não toma decisões por ela própria passou-me pela cabeça. Tudo isto regado por uma dose aceitável de lágrimas. Sim, a volta para casa foi deveras divertida.

Mas no meio de tanta coisa má, percebi como ainda há pessoas que se preocupam até com perfeitos desconhecidos e tentam ajudar.
Na paragem do Pragal, do outro lado do vidro, eu à espera do metro a tentar sem grandes resultados conter as lágrimas e um senhor, rapaz não percebi muito bem, brasileiro por sinal, à espera do comboio. Levantei os olhos e vi-o. Ele estava a olhar para mim, desconsolado. Por gestos lá disse para eu não chorar. Limpar as lágrimas. Era demasiado bonita para estar assim, li-lhe nos lábios (aqui ele estava claramente apenas a tentar ser simpático). Perguntou-me se eu precisava de ajuda. Abismada, sorri apenas e disse que não. Não era preciso. Ele insistiu. Escreveu uma mensagem no telemovém e mostrou-ma. "Deus te ama e vai tudo correr bem. E agora não estás sozinha pelo menos até ao comboio chegar." Qualquer coisa assim, e até fez um smiley no fim. Eu não sei como reagir a tamanha amabilidade. E de facto senti a preocupação genuína de um perfeito desconhecido que não me queria ver chorar desesperadamente. Limpei as lágrimas e já não chorei mais. Era só um teste, importante, claro que sim, mas era só um teste. Acho que ele ficou a pensar que me tinha morrido alguém, que tinha descoberto que estava a morrer, ou que um namorado acabou comigo ou que fui posta na rua num qualquer lay-off de uma qualquer empresa. Mas não, senhor, foi só um teste. Um teste que conta 50% para a nota, mas um teste. Um primeiro teste. Tem razão: eu não estou sozinha e tenho quem goste de mim.
Não, não fiquei devota, não se preocupem. Mas o senhor restaurou-me a fé nas pessoas. E na divindidade delas. Daquelas que se preocupam e querem ajudar. Tem razão: Deus ama-me. Os meus pequenos deuses, as minhas ternurinhas ternurentas. O senhor que foi naquela altura o meu deus. E por isso lhe agradeço.
Já não chorei mais. A tristeza desvaneceu-se um bocadinho. O metro chegou. Acenou-me e eu acenei de volta. Cada um continuou com as suas vidas. Mas eu não fiquei igual.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

É como se a minha vida toda até agora assentasse afinal numa falsa percepção de prosperidade, como o que aconteceu com a sociedade americana no primeiro pós-guerra mundial. A sensação de prosperidade intelectual e cognitiva que afinal era meramente especulada e baseada em créditos virtuais.
Até que um dia se dá o crash, como se deu em Outubro de '29, em que aquilo que parecia credível não o é e não passava, afinal de contas, de uma ilusão criada por quem queria acreditar que o futuro tudo de bom traria, sem consequências.
É como se a minha vida tivesse sido exponenciada este tempo todo e agora se deviam estar a vender as acções de mim, a medo e com pressa - porque, espante-se, estamos em Outubro e eu sinto um crash próximo.

Acabei de me aperceber...

... que o concerto dos Walkmen é na véspera da frequência de HTEP.
Dizem sempre que não se deve estudar na véspera, portanto vai tudo correr bem certo? E é bom haver um momento de descontracção antes de um teste importante, portanto isto vai cair que nem ginjas não é verdade? E o facto de eu chegar a casa lá para a uma da manhã para ter de acordar às 6.15 para ter teste às 8 não é relevante, pois não?

E se eu achava que já estava tramada com HTEP antes, não vai ser por agora me aperceber que o concerto é na véspera do teste que eu vou achar que estou especialmente tramada agora, não vos parece?

Pois...

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Eu disse que Outubro não agoira nada de bom

É que isto não está a ir nada bem. Quemerdadediafoieste,pah? Por alguma razão bizarra as quartas-feiras tornaram-se o dia mais propício a estados depressivos e logo hoje choveu. Eu não me dou bem com o mau tempo. Não gosto de chuva, não gosto de humidade, não gosto de vento, não gosto do frio. Em suma, estou miserável. Estou assim de mandar esta cena toda às urtigas e ir emigrar para a Papua Nova Guiné. F***da-se...

E no fim de tudo isto, quem meu coração ainda precisa não está para ser visto...
Raios partam.

domingo, 25 de julho de 2010

Eu disse que iria acabar por acontecer

Eu avisei que aquela brincadeira das sonhos em sequência que me ia casar ia acabar mal e pior, a coisa ia evoluir. Eu disse que isto ia dar nisto. E pois que eu tinha razão.
Há coisa de uns quatro meses sonhei que estava grávida: estava num teatro de vestido preto sentada na plateia com a Tina Fey ao lado e a Amy Poehler no palco, o que se compreende visto que a Amy volta e meia está grávida e nessa noite tinha visto um episódio do 30 Rock. Mas eu lá estava no meio delas, grávida de uns cinco meses. E a cena atordoou-me. Triste. Muito triste.
Mas os sonhos voltaram e agora mais frequentes: em duas semanas sonhei que estava a fazer uma ecografia e noutro sonho, num jantar em família lá deixei escapar que ia ter um rapaz. Em sonhos, eu estou grávida de um rapaz. O nome que eu lhe ia dar é que me matou. E o pai? Pois, esse nem vê-lo. Não é que vá ser mãe solteira, porque fico sempre com a sensação que ele está lá. Onde é que eu não sei.
Triste. Muito, muito triste. Preciso de ajuda profissional e não é pouca.

O meu insconciente anda a brincar comigo e eu não estou a gostar nada.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Vou só ali deprimir-me um tanto...

Cá para estes lados não há Meco, não há sol, e rock 'n roll só mesmo na Radical.
Vou só ali cortar os pulsos um bocadinho e já volto, sim?