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quarta-feira, 6 de junho de 2012

Bem!

Isto está bom de ver que eu vou desfalecer várias e repetidas vezes de emoção e ternura ao longo destes quatro dias, portanto pessoas fofinhas e amorosas vejam lá se tratais bem de vós. E uns dos outros. 

E até ao meu (possível) regresso!

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Hoje já me vou

Está bom de ver que não fiz nada de produtivo esta semana sem ser enfardar bolo da Páscoa e rolinhos de chouriço. Lá li um texto e tal, estou quase quase a acabar o Damásio (gostei muito) e andei a aparvalhar com a tonta de quatro patas - uma tonta que só ela - e foi basicamente isto. 
Mas estou pronta para ir para casa. Os ares da serra são bons, mas só consigo pensar no dia em que cá te irei trazer para passearmos pelas ruas esguias e medievais da vila e pelo castelo e jardins da cidade. 

quinta-feira, 22 de março de 2012

E é claro: possivelmente o meu poema preferido do O'Neill


  
Nos teus olhos altamente perigosos 
vigora ainda o mais rigoroso amor 
a luz dos ombros pura e a sombra 
duma angústia já purificada
  
Não, tu não podias ficar presa comigo 
à roda em que apodreço 
apodrecemos
a esta pata ensanguentada que vacila 
quase medita
e avança mugindo pelo túnel 
de uma velha dor
  
Não podias ficar nesta cadeira 
onde passo o dia burocrático 
o dia-a-dia da miséria 
que sobe aos olhos vem às mãos 
aos sorrisos
ao amor mal soletrado 
à estupidez ao desespero sem boca 
ao medo perfilado 
à alegria sonâmbula à vírgula maníaca 
do modo funcionário de viver
  
Não podias ficar nesta casa comigo
em trânsito mortal até ao dia sórdido 
canino
policial
até ao dia que não vem da promessa 
puríssima da madrugada 
mas da miséria de uma noite gerada 
por um dia igual

Não podias ficar presa comigo
à pequena dor que cada um de nós 
traz docemente pela mão 
a esta pequena dor à portuguesa 
tão mansa quase vegetal

Mas tu não mereces esta cidade não mereces 
esta roda de náusea em que giramos 
até à idiotia
esta pequena morte
e o seu minucioso e porco ritual 
esta nossa razão absurda de ser
  
Não, tu és da cidade aventureira
da cidade onde o amor encontra as suas ruas 
e o cemitério ardente 
da sua morte
tu és da cidade onde vives por um fio 
de puro acaso
onde morres ou vives não de asfixia 
mas às mãos de uma aventura de um comércio puro
sem a moeda falsa do bem e do mal
  
Nesta curva tão terna e lancinante
que vai ser que já é o teu desaparecimento 
digo-te adeus 
e como um adolescente 
tropeço de ternura 
por ti

- Alexandre O'Neill

sábado, 22 de outubro de 2011

E de repente, o Outono torna-se apetecível. 
As diferentes tonalidades do castanho e laranja misturadas com o que resta do verde no chão não significam afinal a vinda anunciada do frio, mas um quente aconchegado a ti.
Tudo se perspectiva acolhedor e o restolhar das folhas debaixo dos nossos pés a prova sonora do universo de como estamos aqui, numa cumplicidade terna.
De repente, o Outono não é apenas a antecipação da chuva e o desalinhamento do vento...
Eu e tu: era inevitável, não era?

sexta-feira, 18 de março de 2011

Há um ano atrás

Houve Porto. Este ano, há Dia da Defesa Nacional. Ninguém merece.
Vou passar o dia inteiro a desejar por tudo estar aqui com as minhas ternuras de sempre.




sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

O que eu não deixo de ter é fé nas pessoas

O teste de Economia correu mal. Muito mal. O descalabro total. Eu, está visto, fui-me abaixo. No caminho todo para a casa comecei a traçar novos caminhos para a minha vida, do tipo ir varrer ruas, ser caixa de supermercado, pedinte, tudo o que não envolva a necessidade de uma licenciatura, porque a vida académica não é para mim. E ser cidadã informada e consciente também não: se não consigo falar dos princípios básicos da economia, nem perceber o Rui Branco, como vou eu tomar decisões eleitorais e perceber o que é melhor para o país? Ora aí está... A ideia de me tornar mais uma, que anda por onde toda a gente vai e não toma decisões por ela própria passou-me pela cabeça. Tudo isto regado por uma dose aceitável de lágrimas. Sim, a volta para casa foi deveras divertida.

Mas no meio de tanta coisa má, percebi como ainda há pessoas que se preocupam até com perfeitos desconhecidos e tentam ajudar.
Na paragem do Pragal, do outro lado do vidro, eu à espera do metro a tentar sem grandes resultados conter as lágrimas e um senhor, rapaz não percebi muito bem, brasileiro por sinal, à espera do comboio. Levantei os olhos e vi-o. Ele estava a olhar para mim, desconsolado. Por gestos lá disse para eu não chorar. Limpar as lágrimas. Era demasiado bonita para estar assim, li-lhe nos lábios (aqui ele estava claramente apenas a tentar ser simpático). Perguntou-me se eu precisava de ajuda. Abismada, sorri apenas e disse que não. Não era preciso. Ele insistiu. Escreveu uma mensagem no telemovém e mostrou-ma. "Deus te ama e vai tudo correr bem. E agora não estás sozinha pelo menos até ao comboio chegar." Qualquer coisa assim, e até fez um smiley no fim. Eu não sei como reagir a tamanha amabilidade. E de facto senti a preocupação genuína de um perfeito desconhecido que não me queria ver chorar desesperadamente. Limpei as lágrimas e já não chorei mais. Era só um teste, importante, claro que sim, mas era só um teste. Acho que ele ficou a pensar que me tinha morrido alguém, que tinha descoberto que estava a morrer, ou que um namorado acabou comigo ou que fui posta na rua num qualquer lay-off de uma qualquer empresa. Mas não, senhor, foi só um teste. Um teste que conta 50% para a nota, mas um teste. Um primeiro teste. Tem razão: eu não estou sozinha e tenho quem goste de mim.
Não, não fiquei devota, não se preocupem. Mas o senhor restaurou-me a fé nas pessoas. E na divindidade delas. Daquelas que se preocupam e querem ajudar. Tem razão: Deus ama-me. Os meus pequenos deuses, as minhas ternurinhas ternurentas. O senhor que foi naquela altura o meu deus. E por isso lhe agradeço.
Já não chorei mais. A tristeza desvaneceu-se um bocadinho. O metro chegou. Acenou-me e eu acenei de volta. Cada um continuou com as suas vidas. Mas eu não fiquei igual.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Para quem faz anos hoje. E irá fazer ao longo do ano. E para quem já fez.

Eu gosto de aniversários. Gosto de fazer anos. Gosto das prendas. Das mensagens de parabéns. Dos telefonemas não tanto, já não sei de que outra forma poderei dizer obrigado pelo telefone. Mas alguns telefonemas são bons. E precisos.
Portanto, eu gosto de aniversários. Dos meus e os dos outros. É um dia especial, o da celebração da nossa vinda ao mundo. Porque nós existimos, a vida de alguém é diferente. Feliz. Melhor.
A minha é, porque uns quantos tontos se lembraram de vir ao mundo. E - lá está a minha teoria a verificar-se, loucos atraem loucos - a minha vida é mais feliz porque eles existem.
E isso é mais do que motivo suficiente para se comemorar aniversários: porque a sua simples existência nos dá tantas alegrias e nos aquece o coração de tantas formas. Se isso não é razão suficiente para se comemorar, e ir emborcar minis, sangrias e beber shots à meia-noite, não sei o que poderá ser.  

E hoje, um deles faz dezoito anos que veio ao mundo. Um tonto que me atura, coitado, há já imenso tempo. Já viu todos os meus lados possíveis e aqueles que não se imaginavam existir, assistiu a muita parvoíce, tonteria, alegria, tristeza, bitchiness... E esteve sempre lá. E às vezes, esqueço-me de lhe agradecer por isso. Porque às vezes, estupidamente, o tomo por garatido. Mas ele é um querido, uma ternurinha ternurenta que me atura a cantar hip hop - "I've got no money! Got no money to take you on a date!"- e as minhas comparações dele à minha cadela.

Portanto: Luís, esta é para ti.  :D   And it's catchy       Parabéns!!!!    Clap your hands! It's you b-day!!!

E o bolo!   Tenho ou não tenho futuro como pasteleira? Podia mandar o curso às urtigas e dedicar-me a esta arte para o resto da vida...



E o mais provável é ele nem ler isto, mas pronto... Tonto  :C  Mas, PARABÉNS!!!!

quarta-feira, 30 de junho de 2010

E depois é isto.

Esta dualidade de sentimentos. Este bem querer de não querer. Este não saber: nada. Se ainda estás aqui, se continuas em mim. Se te desvaneceste, se o tempo te levou.
Porque ainda sinto a tua ausência.  
Porque ainda sinto o coração a correr a maratona, sobrepondo-se a tudo o que me rodeia, por um vislumbre teu.
Mas irremediavelmente desapontada, irremediavelmente perdida. Sem saber o que fazer contigo.
E doi. Terrivelmente. A cada pulsar de coração. A cada suspiro sofrido.
Porque agora já não tenho com que me ocupar, já não tenho sítios onde tenho de estar, pessoas com quem preciso de falar, mas tenho lugares vazios outrora ocupados, músicas sentidas que agora não fazem sentido, palavras ditas e ouvidas, perdidas. E o recordar. Momentos, palavras, gestos.
E continuo sem saber o que sentir. Sem saber o que é suposto sentir. Sem saber o que é isto que na verdade sinto. A definição foge-me pelos dedos.

Sei que é um fim, mas às vezes ainda preciso de ti.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Memórias de Aniversariante

Aos quatro anos tive um bolo da Pocahontas. Aos cinco, um do Tweety. Aos seis, passei os meus anos com varicela. Aos dezoito, matei saudades do Ill Cafè di Roma.

Agora, meu deus, estou legalmente habilitada a aprender a conduzir, já posso escolher quem eu quero que me governe, já posso fugir de casa sem que ninguém me possa obrigar a voltar. E eu gosto disto tudo.

Ao olhar para estes últimos dezoito anos de existência, sou feliz. Cresci muito ao longo deste último ano e crescer nunca é fácil, mas despeço-me dos dezassete de mente consciente e limpa, porque no final do dia sou feliz.
Há quem nos desiluda, e foram bastantes ao longo dos tempos, mas há também aqueles que nos mostram que gostam de nós e que significamos, de facto, algo de especial para eles. E que a vida deles é diferente, é melhor, porque fazemos parte dela. E eu agora sei disso. Mesmo que por vezes não o demonstre, eu sinto-me eternamente grata a todos vós que fazem com que a minha vida seja o que é. Porque é boa. Muito boa. Feliz. E hoje especialmente, um dia que significa tanto para mim, mesmo que à partida devesse saber o quão posso sair magoada, vocês estiveram lá. De uma ou de outra forma. Todos vós que fizeram a contagem decrescente comigo, que beberam o shot à meia-noite, que me mandaram os parabéns pelas primeiras horas da madrugada, que num dia quente de Verão me levaram a Lisboa, que cantaram os parabéns espontaneamente em cada paragem, que me ofereceram o Jeff (meu amor *.*), que resistiram ao desastre do bowling, que me fizeram matar saudades do meu Ill Cafè di Roma, que subiram as escadas da paragem do Chiado, que desceram o Chiado e passearam comigo à beira Tejo, que me cantaram os parabéns à beira Tejo ao pé dos turistas, que subiram três lances de escada para virem comer o bolo, que me encheram os balões e escreveram coisas bonitas nos balões, que me ataram os balões porque mesmo aos dezoito anos não consigo, que me acenderam as dezoito velas do bolo, que me cantaram os parabéns agora à séria com o bolo, que comeram comigo o bolo dos meus dezoito anos, que ficaram para a primeira parte do Argentina-México, que viram o segundo golo da Argentina e o outro piqueno a dar uma cabeçada à câmara, e que depois foram para casa mas continuam comigo, e em mim.

Vocês sim, são uma ternurinha ternurenta do tamanho do mundo, do sistema solar, do Universo. E eu só tenho que vos agradecer por fazerem de mim o que agora, aos meus dezoito anos, sou: alguém que consegue sorrir ao olhar as memórias e ser feliz ao perceber que o que vivi com todos vós foi muito bom. Sempre e todas as vezes.

sábado, 26 de junho de 2010

A três horas da maioridade...


Paul Varjak: You know what's wrong with you, Miss Whoever-you-are? You're chicken, you've got no guts. You're afraid to stick out your chin and say, "Okay, life's a fact, people do fall in love, people do belong to each other, because that's the only chance anybody's got for real happiness." You call yourself a free spirit, a "wild thing," and you're terrified somebody's gonna stick you in a cage. Well baby, you're already in that cage. You built it yourself. And it's not bounded in the west by Tulip, Texas, or in the east by Somali-land. It's wherever you go. Because no matter where you run, you just end up running into yourself.
- de Breakfast at Tiffany's
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Oh Peppard, Peppard...

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Eu pensava...

...assim na minha loucura que uma das vantagens de ter um dos melhores jogadores do mundo era, precisamente, assim uma coisa parva, que é poder ver marcar golos. E bonitos, se faz favor. Assim, pelo menos, um cada jogo para uma pessoa se animar. Afinal não.
Porque: é impressão minha ou o Ronaldo não anda a jogar puto?

Assim uma pessoa desanima. O que vale é o fofinho do Meireles...  

terça-feira, 22 de junho de 2010

Dois já estão. Agora falta os resultados.

Eiiiiish que a imaginação daquela gente que é paga para andar o ano todo a elaborar exames é tãoo fértil como um beco lamacento a quem alguém deitou sal.
Cenário de diálogo: "Ah e tal diz que este ano é o centenário da República, havemos de falar de quê no exame de História, para o qual aqueles desgraçados estudaram os três volumes lindos lindos lindos que só eles para sairem umas míseras sete perguntas? " Ao que outra alma iluminada responde: "Eh pah, temos de inovar! Fazer algo de que ninguém está à espera. Tipo sei lá, a Primeira República!!! Ninguém vai pensar que, ainda por cima em ano de centenário, vamos falar da Primeira República!!!" ; "Eh pah tu és um génio! É isso mesmo!"
E pronto, exame feito. Põe-se para lá uns outros mais documentos sobre as relações internacionais durante o período da Guerra Fria no grupo II e marcha que já se faz tarde.
Mas pronto, é como o outro: a modos que sou capaz de tirar uma nota decente... Ou não. Veremos. Ainda falta para sairem os resultados. Primeiro ainda há essa data tãaaoo querida e tãaaooo especial que é a celebração da vinda desta ternurinha ternurenta ao mundo, o Alentejo e o Alive!, e uma eventual ida à terra, que eu não sou moça para brincadeiras.   

Porque reparem: estamos de férias!
E que vontade enorme se me assolou de beber um mocca frappucino no fim do exame! E de ir desbaratar dinheiro em roupa - já resolvi o problema da camisola para a noite de 26 (muuuahahahahah)! 
Mas giro giro era abrirem-me ali um Starbucks na esquina, que isto de andar a ir ao Forúm para se me encher as veias de cafeína e descobrir que o rapazinho fofinho voltou e que agora está lá outro ainda mais fofinho não dá com nada.  

Mas denotem: c'est finit!  Já posso retornar àquela, assim lhe chama a Jessica, "triste vida em frente ao computador, naquelas noitadas a ouvir música e a descobrir banalidades completamente parvas". Mas que sabem tão bem.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

São lindas...

... e são minhas!  

Prova de afecto e amizade fraterna diz aquele que se diz meu irmão, o mesmo que tem 10 anos e diz que tem muito charme logo é óbvio que as raparigas não lhe resistam. E eu gosto.
A 34 dias da importantíssima celebração da vinda desta ternurinha ternurenta ao mundo, começamos bem.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Casa

E que descobre uma pessoa se acordar às 6 da manhã de um domingo?
Que na RTP está a dar o E.T., o que é sempre agradável de ver enquanto se toma  o derradeiro pequeno-almoço das férias, que foram uma ternurinha ternurenta que só visto: passeou-se, adoentou-se (isto é a sorte que eu tenho), ranchou-se, musicou-se, cantou-se, dançou-se, dormiu-se.
Depois vai-se para a estação para que o comboio venha com uma hora de atraso. O que vale é que uma senhora já nos seus 70 e tantos anos mete conversa para dizer que o que se devia fazer era enfiar os professores todos dentro da escola e queimar aquilo tudo. Ia-se escola e iam-se os professores. Outra vez: é um belo de um incentivo para o último período de aulas.
Mas a viagem foi linda - é sempre - e chegar a Lisboa é um regalo. Cada vez mais gosto desta cidade.
Lindo é também andar por aqui a rebolar com três horas de sono em cima, deitar no sofá e entrar naquele estado vegetativo em que não se percebe muito bem se já estamos a dormir ou ainda acordados.  Obrigatório é também ir fazer pela vida para o Fórum e sair de lá com uns sapatitos lindos que andava a namorar há imenso tempo e um vestido igualmente adorável para os meus anos - isto se durar até lá, que eu não sei se resisto a vesti-lo antes. C'est absolutament adorable!  

Tanta coisa para fazer, uma pedrada absurda de sono em cima e vontade nula de me mexer. E agora há escola. E trabalhos. E testes. E exames.
O bom disto é que o sol já brilha, as flores já floriram e o cartaz do Super Bock Super Rock deste ano está a ficar que é um mimo. Mas agora faltam mais férias. É como diz o outro: "Nenhuma homem precisa mais de férias, do que aquele que acabou de tê-las.", o que é um belo princípio para se adoptar. Qual necessidade de aumentar a produtividade nacional? Um pessoa tem é de ser feliz. Férias, agora e sempre, é o que se precisa.


sábado, 20 de março de 2010

E o Porto foi...

... "I Don't Want to Miss a Thing" dos Aerosmith logo assim de manhãzinha no autocarro; ter contacto com a hospitalidade portuense assim que se chega; atravessar a D. Luís para ir à Pizza Hut e descobrir que a casa de banho já não é a mesma que era há três anos; descobrir o sítio onde me vou casar (é que já me estou a imaginar a atravessar o salão árabe do Palácio da Bolsa com um belo de um vestido de tule); subir e descer colinas com vistas bastante interessantes; a ternura da pousada onde ficamos; perder para o André no PES (eu continuo a dizer que não vi segundo golo nenhum); andar de quarto em quarto, de poiso em poiso; aparecer de surpresa no quarto do André e perguntar-lhe pela vida amorosa dele; finalmente assentar no nosso quarto e ter a stora de Hist 10 minutos a bater à porta; a tentativa de se dormir mesmo com a fenda nas camas que a Alice cada vez que se mexia abria; sonhar que estavamos no Porto estando no Porto; acordar com as ondas a baterem, forte, fortemente; descobrir que o André ressona; Serralves; atravessar a D. Luís para ir à procura de almoço na Ribeira; encontrar e ficar no restaurantezinho, possivelmente com o empregado mais incompetente do Porto; anúncio ao ketchup; apanhar chuva; correr pela ponte D. Luís com a "Fake Empire" a tocar na minha cabeça; responder num sotaque espanhol muito manhoso à pergunta de um turista; encontrar o Harry Potter nas caves do Ferreira; um brinde com vinho do Porto; três pessoas sentadas num lugar onde claramente só cabiam duas durante uma viagem de três horas e meia; filme manhoso de terror onde toda a gente morreu, eu matei a Alice e depois acabei maluca; cantar a "Always" dos Bon Jovi aos altos berros; cantar e gesticular ao som da "YMCA"; filme manhoso, que não percebi se era mesmo de acção ou se era a gozar; chegar a Almada e saber que esta é a última semana de aulas (ainda não consegui decidir se isso é bom ou mau)...
... e desfazer as malas, completamente estafada para adormecer como um velha, ainda não era meia-noite, no sofá.



E que bom que foi.

sábado, 13 de março de 2010

Oh Alice, Alice...

O filme vale a pena por cinco razões:
1- 3D
2- Johnny Deep
3- O mundo criado por Burton é fenomenal - a cinematografia está extraordinária. Óscar com ele, já.
4 - Helena Bonham Carter
e...
5 - Sim, o Johnny Deep

Ah! e já mencionei o Johnny Deep?? Ele está uma ternurinha ternurenta que só visto...

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Alice: This is impossible.
The Mad Hatter: Only if you believe it is.