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quinta-feira, 18 de julho de 2013

4/28

Não fazia ideia que o carro tinha tantas luzes.
Cheguei à conclusão que eu vou ter de estudar de facto para o exame; ir para a biblioteca estudar o manual, passar apontamentos a limpo, etc.. AQUILO NÃO É SÓ SENSO COMUM! 

E sim, a minha vida resume-se agora às aulas de teoria de condução. Nem queiram saber do resto. 

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

É claro que a Soraia Chaves tinha de aputalhar na novela. Não se podiam ficar só pelo gold diggin' e a malvadez.

E agora, o raios da SIC mete intervalos entre as novelas. Não gosto nada.

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Posso expressar aqui o meu ódio para com textos não justificados?

Odeio textos não justificados.

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Depois de interrogações sobre o sentido da vida é altura de baixar o nível de novo para onde pertence, patamar mais confortável. É a isto que se chama um first world problem: o quê, crianças palestianas a morrer à sede? Mas e a maçada que não é um texto não justificado?! Pois...

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Lógica

Eu abomino polvo desde miúda. Odeio o bicho de morte, especialmente se vem parar ao meu prato.
Também não gosto da comida com azeite, só mesmo na salada.

Face a isto seria de prever que a minha reacção ao almoço não fosse a melhor, vendo uns tentáculos de polvo no prato:
"Oh mãe!"
"Anda põe-lhe azeite que fica melhor..." - diz ela, e trata de me por azeite no bicho e nas batatas.

What?!
Acabei a comer Chocapic.

domingo, 6 de maio de 2012

Personal Trainer

Fazer jogging com o meu pai é mauzinho, porque ele pensa que deve ser o meu personal trainer. E depois começa com aqueles termos e conceitos técnicos todos: "tens de inspirar a cada quatro passos e expirar a outros quatro" ou "tens tudo atrofiado". Isto irrita-me um bocado, porque depois também há aquele discurso do "tens de testar a ti própria, não podes parar, vai sempre além do teu limite." Ora, se eu for além do meu limite eu caio para o lado e isso não será bom para ninguém. 
E depois no fim, há que fazer outras coisas que não correr: aqui reside outro problema, porque eu não quero fazer outra coisa a não ser correr. Descobri que correr nem é assim tão péssimo e antes que me dê a ideia de que aquilo é de facto horrível, um pesadelo, um sacrifício, eu vou continuar a correr, só e sem grandes outras coisas, especialmente flexões e abdominais, algo que eu abomino com todas as minhas forças. Eu tenho traumas muito (MUITO!) enraizados com aquela merda. É absolutamente detestável. "Ah mas depois só ficas com músculos nas pernas e os braços muito fininhos" Ponto 1 - eu não quero músculos, não quero ficar a parecer a Madonna. Ponto 2 - flexões são HORRÍVEIS. ODEIO! ODEIO! ODEIO! Logo, não me apanham a fazê-las. Assim não dá.
Como é que eu vou ouvir os conselhos de alguém que ainda por cima não tem em consideração o seu outfit?  (Descobri que agora é moda ir correr quase de fato de banho - estou ligeiramente traumatizada) Não tem credibilidade nenhuma. É que as minhas roupas pelo menos combinam entre si, fitinha do cabelo incluída. 
Assim não pode ser.

Desconfiem sempre dos (e das) atletas de fim-de-semana que passam por vós muito amaveis e a sorrir, especialmente estando sozinhos

Maníacos, com certeza. Como é que é possível estar bem-disposto e todos amáveis numa hora daquelas?!

É isso e pessoas que correm de Ray Ban's: era caíram e baterem de cara no chão e partirem aquela merda. Quem é que corre de Ray Ban's?!? Estão a pedi-las.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Um Dia o tanas

Vi antes de ontem o One Day com a Anne Hathaway e o Jim Sturgess.O trailer é enganador: ele só quer mesmo saber dela quando está em apuros, quando preciso de falar e percebe que ninguém à sua volta o compreende. Mas quando é ao contrário ele é um puto egoísta.
Não gostei do filme e senti uma certa raiva por eles. Um pouco mais pela personagem da Anne Hathaway, porque dele não se esperava outra coisa. O filme retrata os vinte anos da amizade entre eles e a eterna esperança que ele um dia perceba que o destino mesmo é ficar com ela e pronto, deixe de ser mulherengo e um bêbado. Ela deixou-o cometer todos os erros possíveis, deixou-o estar na dele, sabendo o fim inevitável.
A bom dizer, ele é um cretino e ela um parva. Vinte anos que ela esperou, adiando a sua felicidade amorosa, aturando um falhado, até que ele finalmente percebeu -  já ela recomposta e a viver a vida dela em Paris - que  eles afinal pertencem juntos. Uma treta.
Mas depois percebi porque me irritou tanto: eu percebo. Eu entendo o facto de ela ter esperado por ele, ah e tal o grande amor da vida dela. Continua a ser uma treta. E um erro. De facto, até parece fofinho nos filmes, mas é uma treta quando se trata da vida quotidiana.
Bah.

*Spoiler alert*: Ela no fim é atravessada de uma ponta à outra por um camião. Dos vinte anos de amizade, apenas ficaram casados uns três, mais ou coisa menos coisa. E foi isto: de repente, parecia que estava num filme do Nicholas Sparks (morre sempre um dos protagonistas no fim). Ah que temos de valorizar o bom que temos, acordar para a vida e perceber que o amor pode estar mesmo ali ao lado. Pois... 

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Ainda a evitar Demografia

Os meus cereais preferidos são os Chocapic. O Choco e o seu amigo entraram na minha vida era eu uma gaiata e com o seu "Chocapiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiic" eu fiquei rendida. 
É forte em chocolate, logo é bom, mas também tem uma data de outros nutrientes, vitaminas e coisas giras, até dizem que ajuda muito na concentração e a ter melhores notas na escola. Eu acho que não é nada publicidade enganosa, porque eu tinha boas notas. Em última análise, devo todo o meu sucesso escolar e académico ao Chocapic. 
Eu já experimentei outros cereais, nomeadamente os cereais de mel, mas não é a mesma coisa. Além de que enjoam. Não consigo comer Cherios em paz e sossego durante um longo período de tempo e houve uma altura em que não podia ver Estrelitas à frente. 
Mas agora às estrelitas, juntaram foguetões e a minha vida já não faz sentido. Foi sem aviso, pumba! toma lá foguetões também e pronto. Foi toda uma construção mental de infância destruída. Isto não se faz... 

Já é tempo de começar a comer cereais de adultos...

segunda-feira, 11 de julho de 2011

E depois a semana também foi parva

Um bocado idiota e quando digo um bocado quero dizer muito, muito estúpida.
Salvo momentos capazes de iluminar o meu coração e de o salvar do fundo do poço.

domingo, 2 de janeiro de 2011

Esta coisa das pessoas

As pessoas estão destinadas a desiludir. Todas elas, nalgum ponto das nossas vidas, numa qualquer situação, seja por palavras, por actos ou simplesmente por dizerem ou fazerem coisa alguma. Tenho vindo a estabelecer esta teoria há já uns tempos. Até agora posso dizer que ainda não houve refutação prática por parte das pessoas, salvo raras (rarissímas) excepções.
As piores desilusões acontecem com as pessoas que nos estão mais próximas. E nem poderia ser de outra forma: são estas que realmente importam e quando caem na asneira de nos (me) desiludir é um problema. O pior é quando são coisas esperadas, antecipadas, mas que por qualquer razão foi melhor passar por cima, não querer criar confusão, ignora-las: "Não, Diana Catarina, estás a ser paranóica, tem um pouco de fé nas pessoas." O problema deste processo mental é que tudo isto acaba por desabar quatro ou cinco vezes com mais intensidade noutro tempo qualquer. E a confusão acaba por ser quatro ou cinco vezes maior e batemos ruidosamente com a porta. Acabou.
Mas de outras vezes, a porta fecha-se sem muito alarido, devagar, com o sopro do vento e das circunstâncias da vida. O Kerouac tem uma citação que eu gosto muito: “What is the feeling when you're driving away from people, and they recede on the plain till you see their specks dispersing? -it's the too huge world vaulting us, and it's good-bye. But we lean forward to the next crazy venture beneath the skies.” Às vezes é isto que acontece. Duas pessoas que um dia foram próximas e partilharam uma amizade que se julgava daquelas do para sempre afastam-se até que a linha do horizonte as faz desaparecer: é o peso do mundo, do quotidiano e do comodismo, porque custa manter uma amizade com alguém, dá trabalho e é preciso paciência. É mais fácil deixar cair do que mante-la no ar. E é a perda que custa mais, não a intempestiva, a do "odeio-te, como me pudeste fazer isto?", é esta, a que lentamente nos rouba quem um dia foi importante. E custa um bocadinho, mas há que perceber que a vida corre e as pessoas não são constantes, mudam e têm atitudes inesperadas (ou talvez nem tanto assim) e que nos deitam abaixo, nunca conhecemos verdadeiramente uma pessoa. Caraças, nem nos conhecemos bem a nós próprios, quanto mais o outro. É a pessoa que fazemos na nossa cabeça que nos desilude, creio. Creio não, sei. É assim mesmo.
Seja de que forma for, perder alguém que outrora já consideramos tão próximo é mau. Seja porque nos desiludiram, porque foram parvos, estúpidos, completamente irracionais, e uma pessoa assim não dá, farta-se, bate a porta e acabou.
Só é pena que acabe que assim.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Atentem. A modos que é importante.

Não gosto de surpresas. Sou extraordinariamente paranóica. Preciso de um plano bem definido. Crio expectativas. Às vezes (a maior parte) demasiado altas, confesso. Outras nem tanto. Quase todas as vezes sei o que quero e o problema aqui é ter coragem de ir atrás: parar de racionalizar e simplesmente deixar-me ir (sempre num ambiente controlado obviamente).
Mas estava eu dizendo: não reajo bem a atitudes intempestivas e estupidamente directas, especialmente de alguém que não faz a mínima ideia de quem eu sou. Porque é preciso que me conheçam. E com o tempo percebem que comigo é preciso ir com calma. Se eu me deixar envolver a coisa talvez resulte. Se for à bruta dão-se mal.
Importante é que eu não seja apanhada desprevenida logo no início. E às vezes pode não parecer, mas eu não sou parva(a sério, não se espantem). Nem tão complicada. É tudo um processo mental que precisa ser respeitado. Percebo logo à partida o que querem de mim: a questão está em saber se gosto do rumo que a minha vidinha está a tomar ou não.
Sim, sou selectiva. E sim, se eu disser que não à primeira é porque percebi as implicações e não gosto delas. Simples. Se eu disser que não duas e três vezes, parem: estão a ser chatos: não pensem que eu estou a dizer que não, mas lá no fundo quero mesmo bué dizer que sim. Isso só acontece com certas pessoas mas lá está, essas certas pessoas conhecem-me e reconhecem os meus jeitos.
A sério, não gosto de surpresas. Apenas daquelas fofinhas, como festas surpresas. Gosto imenso de festas surpresas. Nunca me fizeram uma festa surpresa. Se calhar é porque eu própria começo a planear o meu aniversário com meses de antecedência o que não deixa espaço para planearem surpresas. Já sabem então: no ano em que não disser nada sobre os meus anos, é o ano em que me fazem uma festa surpresa, ok?
Mas retomando o raciocinio: ... acho que... pronto, era só isto. Só para desabafar. Estamos conversados? Good.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Frases que ficam depois da visita ao oftalmologista

"Tu passas tanto tempo com as lentes de contacto que é uma coisa parva."

"Olhar fixo, ar condicionado, não pestenejas, não pões as lágrimas... não vês um boi!"

Aaah... é por estas e por outras que eu adoro o meu médico. Um mimo!

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Hoje em História das Relações Internacionais Portuguesas...

... veio-me à ideia que Portugal parece um daqueles peixinhos que nadam oceanos fora à volta dos tubarões para evitar serem comidos.
Depois há as contrapartidas de tal coisa...

E acabei de perceber que esta é uma ideia parva, mas como todas as ideias parvas que me povoam a mente ainda lhe hei-de dar um sentido.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Diálogo matinal extraordinariamente produtivo entre as minhas pernas e a minha cabeça

(No metro)

Pernas: Tu sabes para onde estás a ir?
Cabeça: Não.
Pernas: Mas vamos continuar a andar?
Cabeça: Sim.
Pernas: Ok... De certeza? É que nos achamos que estamos perdidas.
Cabeça: E estamos... Mas vamos para onde toda a gente vai que há-de ser por aqui.
Pernas: (obedecem)
Cabeça: Ah! Já percebi por onde é... Venham.
Pernas: (voltam para trás, porque afinal não era suposto terem saido onde sairam)
Cabeça: Agora é que é... Já sei onde estamos.
Pernas: Ouve lá, estas calças estão um bocadinho apertadas não estão?
Cabeça: Estão. Vocês com a mania que são crescidas puseram-se a alargar e agora as calças estão assim...
Pernas: Pois, se calhar não devias ter investido tanto nos desejos pelas torradas banhadas com manteiga lá para as 3 da manhã este Verão...
Cabeça: Pois... se calhar têm razão. Desculpem...

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Então isto é assim

Era de noite e eu estava profundamente entediada, mesmo que já estivesse quase na hora do 5 para a meia-noite eu sentia um vazio e tive de o preencher. Com o quê, perguntam vocês. E eu respondo: com um blog do tumblr. E o que é o tumblr? Pois, eu também ainda não percebi muito bem, mas aquilo até é giro, uma espécie de blog em formato mais diminuto. Estou ainda a tentar perceber os cantos à casa, mas não desgosto. E isto significa que vou deixar este blog tão do mais lindo? Não, meus amigos, não se apoquentem (ou rejubilem) porque eu não vou deixar este pequeno que tantas alegrias me deu e com quem já fui muito feliz (e triste... e parva também).
Portanto, aquilo é uma coisa mais pseudo-intelectual - que agora como moço universitária, vou ter de começar a ser mais - baseado mais em ideias e frases soltas, videos e sobretudo imagens. Coisas giras portanto. E vocês podem subscrever. Subscrevam. E criem também um, se vos aprouver, que assim eu sigo-vos e vocês seguem-me. É tudo muito giro.

Sendo assim, o Um Caso de Acasos também está agora aqui.
Ide, ide meus pequenos, visitai e comentai, porque lá está, eu não estou propriamente a postar para as paredes...

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

A rebaldaria que para aqui vai

Ora bem, das duas uma: ou eu tenho uma extraordinária resistência a estímulos energéticos ou toda aquela história do Red Bull é publicidade enganosa. Nem me deu asas nem energia. Se eu tivesse paciência escrevia uma carta a reclamar, que eu bebi um red bull e metade de outro e fiquei com a mesma pedrada de sono com que vinha. Uma tristeza.
Isto depois de um churrasco que alguém brilhante teve a ideia de fazer, com o pormenor de ser lá para depois do sol se por, na serra, sem que os grelhadores sejam iluminados. De génio.  
Mas o ponto mais baixo da minha vida veio a seguir: dançar Hot 'n Cold a seguir de I Gotta Feeling. E o pior: estava sóbria. Eu sei, eu sei... indesculpavel. Foi apenas um pequeno momento de insanidade mental. Não volta a acontecer. Eu prometo.

Outra coisa.
As urgências amam-me. É uma coisa a modos que recíproca. Ora, na última segunda-feira, aquele pinguinho de gente que se diz meu irmão decidiu que o historial de acidentes que já vem tendo ainda não era suficiente. E não vai de modas e espeta com a cabeça na quina da portada da janela. E o que se seguiu não foi bonito. O moço parecia que se tinha espatifado todo tal era a quantidade de sangue que lhe escorria pela cabeça a abaixo e não estou, de todo, a hiperbolizar. Mas eu sou tipo awesome, e com toda a calma que me caracteriza *cof*cof*, acalmei aquela alma que já estava a entrar em pânico e a pensar que desta já não se safava, pus-lhe uma toalha na cabeça para estancar a hemorrogia e trata de ir para as urgências.
Ora, será traumatismo craniano? Partiu a cabeça e ganhou amnésia? Deve ter de fazer raio-X... Pois, mas não. Afinal era uma contusão do couro cabeludo. O corte era uma coisa mínima, do tamanho de uma formiga. Uma coisa de nada que fez um espalhafato tão grande, tipo ah e tal olha para mim tão crescido a jorrar sangue por todo o lado, eh eh eh alegria que eu sou tão grande. Pois... mas não. Nem penso aquilo precisou. Só um pacote de ervilhas congeladas quando chegar a casa e tá feito. 
Só comigo que não há nada disto. O máximo que fiz foi um corte no polegar direito a abrir uma lata de paté de atum e umas quantas visitas ao Garcia de Orta à conta de uns desmaios causados pela minha própria tonteria e stress.
Isto para uma moça um tanto ou quanto hipocondríaca e com uma adoração por hospitais não é nada...
Bah, vou voltar para a hibernação de Verão que é o melhor que faço...

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Alguém na minha rua acha piada estar no passeio a cantar e tocar viola à uma da manhã.

'tá bem, ficamos assim...

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Eu pensava...

...assim na minha loucura que uma das vantagens de ter um dos melhores jogadores do mundo era, precisamente, assim uma coisa parva, que é poder ver marcar golos. E bonitos, se faz favor. Assim, pelo menos, um cada jogo para uma pessoa se animar. Afinal não.
Porque: é impressão minha ou o Ronaldo não anda a jogar puto?

Assim uma pessoa desanima. O que vale é o fofinho do Meireles...  

terça-feira, 22 de junho de 2010

Dois já estão. Agora falta os resultados.

Eiiiiish que a imaginação daquela gente que é paga para andar o ano todo a elaborar exames é tãoo fértil como um beco lamacento a quem alguém deitou sal.
Cenário de diálogo: "Ah e tal diz que este ano é o centenário da República, havemos de falar de quê no exame de História, para o qual aqueles desgraçados estudaram os três volumes lindos lindos lindos que só eles para sairem umas míseras sete perguntas? " Ao que outra alma iluminada responde: "Eh pah, temos de inovar! Fazer algo de que ninguém está à espera. Tipo sei lá, a Primeira República!!! Ninguém vai pensar que, ainda por cima em ano de centenário, vamos falar da Primeira República!!!" ; "Eh pah tu és um génio! É isso mesmo!"
E pronto, exame feito. Põe-se para lá uns outros mais documentos sobre as relações internacionais durante o período da Guerra Fria no grupo II e marcha que já se faz tarde.
Mas pronto, é como o outro: a modos que sou capaz de tirar uma nota decente... Ou não. Veremos. Ainda falta para sairem os resultados. Primeiro ainda há essa data tãaaoo querida e tãaaooo especial que é a celebração da vinda desta ternurinha ternurenta ao mundo, o Alentejo e o Alive!, e uma eventual ida à terra, que eu não sou moça para brincadeiras.   

Porque reparem: estamos de férias!
E que vontade enorme se me assolou de beber um mocca frappucino no fim do exame! E de ir desbaratar dinheiro em roupa - já resolvi o problema da camisola para a noite de 26 (muuuahahahahah)! 
Mas giro giro era abrirem-me ali um Starbucks na esquina, que isto de andar a ir ao Forúm para se me encher as veias de cafeína e descobrir que o rapazinho fofinho voltou e que agora está lá outro ainda mais fofinho não dá com nada.  

Mas denotem: c'est finit!  Já posso retornar àquela, assim lhe chama a Jessica, "triste vida em frente ao computador, naquelas noitadas a ouvir música e a descobrir banalidades completamente parvas". Mas que sabem tão bem.