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terça-feira, 24 de setembro de 2013

Só ideias brilhantes para estes lados

Não é que me saí com a melhor ideia de sempre, sendo que a melhor ideia de sempre é na verdade uma receita para uma tempestade perfeita, e consistindo na marcação de aulas de condução (ainda não me espatifei, não se preocupem) para as oito da manhã (OITO DA MANHÃ - só mesmo para reforçar) e quando findada há trabalho e depois aulas das seis da tarde às oito da noite. E nada de sestas!

Não foi brilhante da minha parte? Um Nobel para mim, já! 
Estou, positivamente, fodida. 

quinta-feira, 18 de julho de 2013

4/28

Não fazia ideia que o carro tinha tantas luzes.
Cheguei à conclusão que eu vou ter de estudar de facto para o exame; ir para a biblioteca estudar o manual, passar apontamentos a limpo, etc.. AQUILO NÃO É SÓ SENSO COMUM! 

E sim, a minha vida resume-se agora às aulas de teoria de condução. Nem queiram saber do resto. 

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Há quem acredite na ditadura do proletariado; eu vivo na ditadura do cabelo, uma ditadura capilar, regime cabeludo, muito opressor. A principal linha ideológica é a manutenção de uma grande extensão de cabelo por parte da minha pessoa. Isto viola, de certo, várias alíneas da Carta das Nações Unidas, da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, mais que não seja um atentado à liberdade individual. Vivo num regime que corta as minhas possibilidade de ser feliz, com um corte fofinho pelos ombros, que me atinge vil e directamente com sanções psicológicas; eles não sabem o que é viver assim, com uma grande trufa: não são eles que a penteiam, horas e muito condicionador depois, para conseguir tirar os nozinhos irritantes, não é a eles que o cabelo se prende nas alças da mala, ou nos botões do casaco. Não sabem o que eu sofro. 

Mas, fiz uma revolução. Libertei-me das amarras capilares e cortei pelos ombros e a direito e já não sei o que é ter o cabelo comprido. Está lindinho que só ele.
Sabe tão bem a liberdade. Oh.

[eu disse que o ensaio de Instituições ia ser produtivo; produtivo para tudo menos para escrever de facto o ensaio]

domingo, 7 de abril de 2013

Drama

Quis fazer uma sesta de uma hora, uma hora e meia vá, porque o estudo não estava a ser propriamente produtivo pelas camadas de sono que tinha em cima. No fim, acabei por dormir a tarde inteira. 
O drama que é a minha vida, pessoas. 

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Desilusões de 2012

A descoberta de que este senhor do anúncio da Media Markt era afinal o Stallone na versão Rocky e não uma suposta imitação do Jorge Jesus desabou o meu mundo. Toda a construção que eu tinha do universo veio por aí abaixo, eu fiquei muito triste com a notícia e a minha vida nunca mais foi a mesma. 
A cena é o cabelo. 


quinta-feira, 11 de outubro de 2012

É claro que a Soraia Chaves tinha de aputalhar na novela. Não se podiam ficar só pelo gold diggin' e a malvadez.

E agora, o raios da SIC mete intervalos entre as novelas. Não gosto nada.

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Posso expressar aqui o meu ódio para com textos não justificados?

Odeio textos não justificados.

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Depois de interrogações sobre o sentido da vida é altura de baixar o nível de novo para onde pertence, patamar mais confortável. É a isto que se chama um first world problem: o quê, crianças palestianas a morrer à sede? Mas e a maçada que não é um texto não justificado?! Pois...

sábado, 18 de agosto de 2012

Ainda na linha dos paradoxos

Sou filha de marinheiro, mas não acho piada a temáticas náuticas na Literatura.
Romances no mar, em barcos e afins: not my cup of tea.

"I'm a fucking walking paradox"*

Eu sou a pessoa que sente mais insegura quando vê um carro da polícia a patrulhar o bairro de sua residência. Porque se eles andam por aí, é porque aquela é uma zona potencialmente perigosa. 
Serei normal? 
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*get it?

domingo, 27 de maio de 2012

Rapariga, ouve

Vai estudar, a sério. Pelo menos pára de ver tumblrs de comida e moda e vai fazer algo minimamente produtivo, como comer porque estás com fome. 
E depois vai estudar. Precisas. 
Ou vai dormir para não te sentires culpada porque devias estar a estudar visto que amanhã não vais ter muito tempo, porque estavas a planear estudar um pouco para Ecologia, essa inutilidade de cadeira que parecendo que não é chata como a porra e uma filha da putice. Um horror. 

Espero sinceramente que esta semana passe a correr. 
Mas enquanto não passa: vai estudar. Ou dormir, se calhar é mais isso.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Diana Catarina esteve desde as 11.30 da manhã até às 7 da tarde na biblioteca. 
Diana Catarina já não diz coisa com coisa.
Diana Catarina está sob o efeito de Direito e gostava que isto parasse.

domingo, 6 de maio de 2012

Personal Trainer

Fazer jogging com o meu pai é mauzinho, porque ele pensa que deve ser o meu personal trainer. E depois começa com aqueles termos e conceitos técnicos todos: "tens de inspirar a cada quatro passos e expirar a outros quatro" ou "tens tudo atrofiado". Isto irrita-me um bocado, porque depois também há aquele discurso do "tens de testar a ti própria, não podes parar, vai sempre além do teu limite." Ora, se eu for além do meu limite eu caio para o lado e isso não será bom para ninguém. 
E depois no fim, há que fazer outras coisas que não correr: aqui reside outro problema, porque eu não quero fazer outra coisa a não ser correr. Descobri que correr nem é assim tão péssimo e antes que me dê a ideia de que aquilo é de facto horrível, um pesadelo, um sacrifício, eu vou continuar a correr, só e sem grandes outras coisas, especialmente flexões e abdominais, algo que eu abomino com todas as minhas forças. Eu tenho traumas muito (MUITO!) enraizados com aquela merda. É absolutamente detestável. "Ah mas depois só ficas com músculos nas pernas e os braços muito fininhos" Ponto 1 - eu não quero músculos, não quero ficar a parecer a Madonna. Ponto 2 - flexões são HORRÍVEIS. ODEIO! ODEIO! ODEIO! Logo, não me apanham a fazê-las. Assim não dá.
Como é que eu vou ouvir os conselhos de alguém que ainda por cima não tem em consideração o seu outfit?  (Descobri que agora é moda ir correr quase de fato de banho - estou ligeiramente traumatizada) Não tem credibilidade nenhuma. É que as minhas roupas pelo menos combinam entre si, fitinha do cabelo incluída. 
Assim não pode ser.

terça-feira, 27 de março de 2012

"O que há em mim é sobretudo cansaço"

Isto de acordar às 8 da manhã é muito, mas muito pior que acordar às 6. Ter aulas à tarde, idem. Não há tempo para nada e é bastante mais cansativo. Estou que nem posso. 
É também por isto que não tenho escrito tanto e só tenha cabeça restante para parvoíces; é o que há.

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Agradeço ao universo todos os dias



Obrigada por aturares as minhas inconstâncias, as alterações de humor repentinas e as minhas parvoíces. Obrigada por me acarinhares, pelos teus abraços e beijos. Obrigada pelo teu afecto. Obrigada pela tua amizade. Obrigada pelo teu amor. 
Nada me deixa mais feliz que poder olhar para ti e dizer que és meu, o meu amor. Obrigada. 

sábado, 7 de janeiro de 2012

Ainda não disse quais as minhas resoluções para este ano

Ontem à noite lembrei-me de uma ideia bestial para um post; hoje varreu-se completamente da ideia. Não me consigo lembrar nem por nada o que era. E olhem que era mesmo giro.

Ao invés dessa terrificamente brilhante ideia, assomada de madrugada e fugidia ao amanhecer (quase entardecer, vá, que eu gosto de prolongar as manhãs sonolentas até tarde), é altura de falar das novas resoluções para este ano de 2012, ainda não abordadas. Então, a saber:

Como não li Sartre o ano passado, pretendo colmatar essa grave falha de carácter este ano: se alguma alma caridosa quiser ofertar-me O existencialismo é um Humanismo (esta é uma tradução do Vergílio Ferreira, mas de certo há outras edições igualmente intelectualmente satisfatórias - mas esta é mesmo muito fofinha e eu gosto de Vergilio Ferreira) numa data próxima (tipo os meus anos daqui a 172 dias) terá a minha máxima gratidão.

Ao Sartre, juntaremos a alegre companhia de Camus com o Mito de Sísifo e O Estrangeiro

Findadas questões literárias, este ano pretendo:
1) Falar mais com as pessoas (diz que algumas até são interessantes) - desconfio que aqui vou falhar redondamente;
2) Começar a escrever mais, não só aqui no blog, mas histórias, contos, essas coisas que a minha escrita está perra;
3) Hmm... ir mais ao cinema (o ano passado foi pouco produtivo, uma pena);
4) Parar de ser parva e tão picuinhas com certas coisas;
5) Fazer da vida algo agradável. 

Acho que é só isto. E já é muito. 

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Um Dia o tanas

Vi antes de ontem o One Day com a Anne Hathaway e o Jim Sturgess.O trailer é enganador: ele só quer mesmo saber dela quando está em apuros, quando preciso de falar e percebe que ninguém à sua volta o compreende. Mas quando é ao contrário ele é um puto egoísta.
Não gostei do filme e senti uma certa raiva por eles. Um pouco mais pela personagem da Anne Hathaway, porque dele não se esperava outra coisa. O filme retrata os vinte anos da amizade entre eles e a eterna esperança que ele um dia perceba que o destino mesmo é ficar com ela e pronto, deixe de ser mulherengo e um bêbado. Ela deixou-o cometer todos os erros possíveis, deixou-o estar na dele, sabendo o fim inevitável.
A bom dizer, ele é um cretino e ela um parva. Vinte anos que ela esperou, adiando a sua felicidade amorosa, aturando um falhado, até que ele finalmente percebeu -  já ela recomposta e a viver a vida dela em Paris - que  eles afinal pertencem juntos. Uma treta.
Mas depois percebi porque me irritou tanto: eu percebo. Eu entendo o facto de ela ter esperado por ele, ah e tal o grande amor da vida dela. Continua a ser uma treta. E um erro. De facto, até parece fofinho nos filmes, mas é uma treta quando se trata da vida quotidiana.
Bah.

*Spoiler alert*: Ela no fim é atravessada de uma ponta à outra por um camião. Dos vinte anos de amizade, apenas ficaram casados uns três, mais ou coisa menos coisa. E foi isto: de repente, parecia que estava num filme do Nicholas Sparks (morre sempre um dos protagonistas no fim). Ah que temos de valorizar o bom que temos, acordar para a vida e perceber que o amor pode estar mesmo ali ao lado. Pois... 

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Eu só sei que quando andava em alturas de frequências tinha imensa vontade de escrever e agora que tenho, efectivamente, tempo para o fazer não me sai nada. O cursor pisca, mas as frases não se formam, só ideias soltas e nada de mais. 
Da mesma forma que é frustrante não conseguir escrever sobre os impactos do crescimento demográfico na ascensão económica da Índia, é frustrante estar sem disposição para escrever. Duas horas é a média de tempo que me leva a escrita de um post e às vezes até deixo para depois. Está mal, sinto-me enferrujada com as palavras a emperrar e o raio do cursor piscar sem cessar. 
Frases soltas são tudo o que há. É isso ou aparvalhar. 

domingo, 20 de novembro de 2011

E parece que durante a noite o meu corpo decidiu voltar a si e parar com esta parvoíce de estar constipado. Eu aprovo. O mundo faz-se de whisfull thinking e a força de vontade. Porreiro... 

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Há momentos em que me sinto estúpida. 
Amaldiçoo esta minha falta de jeito, a minha preguiça e a minha desorganização. Não gosto de ser a confusão em forma de gente, mas não sei de que outra maneira ser. Não estou habituada a ser diferente e mesmo com vários anos de terapia intensa e exaustiva não vai ao sítio. É assim...
Mas gostava que não fosse. Num mundo perfeito, podia ser uma estudante exemplar com apontamentos organizados, uma caligrafia bonita, estudos e leituras feitos em bom tempo, nunca sob pressão nem no último minuto tolerável; podia ser uma filha e irmã exemplar, não responder torto, fazer o que me mandam, já ter aprendido a cozinhar, telefonar de vez em quando e partilhar as angústias do dia-a-dia à mesa do jantar. 
Podia também ser uma namorada exemplar e uma amiga dedicada, mas às vezes falho. Porque estou tão enlaçada em tramas interiores que não me largam. Por dúvidas existenciais que me atam os pés e me fazem cair. 
É complicado e eu ainda estou a aprender a andar, a livrar-me da falta de jeito e toda esta minha descoordenação. Quero passear-me primorosamente por aí, com a elegância de saber viver e aproveitar todo um mundo, mas os caminhos às vezes têm pedras e ando aos solavancos.
É preciso ter paciência comigo. Eu não faço por mal, juro, estou a fazer o melhor que posso dadas as minhas circunstâncias e limitações (a estupidez) naturais. É só bocadinho de paciência... 

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Ainda a evitar Demografia

Os meus cereais preferidos são os Chocapic. O Choco e o seu amigo entraram na minha vida era eu uma gaiata e com o seu "Chocapiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiic" eu fiquei rendida. 
É forte em chocolate, logo é bom, mas também tem uma data de outros nutrientes, vitaminas e coisas giras, até dizem que ajuda muito na concentração e a ter melhores notas na escola. Eu acho que não é nada publicidade enganosa, porque eu tinha boas notas. Em última análise, devo todo o meu sucesso escolar e académico ao Chocapic. 
Eu já experimentei outros cereais, nomeadamente os cereais de mel, mas não é a mesma coisa. Além de que enjoam. Não consigo comer Cherios em paz e sossego durante um longo período de tempo e houve uma altura em que não podia ver Estrelitas à frente. 
Mas agora às estrelitas, juntaram foguetões e a minha vida já não faz sentido. Foi sem aviso, pumba! toma lá foguetões também e pronto. Foi toda uma construção mental de infância destruída. Isto não se faz... 

Já é tempo de começar a comer cereais de adultos...