Mostrar mensagens com a etiqueta Natal. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Natal. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Mas Feliz Natal, pessoas!


Apercebi-me ao longo dos anos que aquilo que eu gosto mesmo mesmo no Natal não é o Natal em si, mas a antecipação. Como somos, literalmente, meia dúzia de pessoas na família também não é altura propriamente especial para estar com ela, porque é isso que fazemos o ano todo. 
Portanto o que eu gosto mesmo no Natal é o fazer a árvore, ir ver as luzes, os anúncios na televisão, essas coisas. E enfardar, claro. 

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

O que eu gostava mesmo mesmo mesmo era de dormir. Dormir sem sonhar com frequências, sem acordar a meio da noite com ideias brilhantes para os ensaios, um despertar sem que me viesse logo à ideia as milhentas coisas que tenho para fazer nesse dia e as outras milhentas que tenho para estudar. Gostava muito de conseguir ter uma noite descansada desta forma. Só mesmo dormir. 
E depois lembro-me que praticamente não vou ter férias, porque tenho dois exames no início e um trabalho para entregar no fim de Janeiro; as aulas começam quinze dias depois. Ora eu sou pessoa habituada a férias à boa maneira da FCSH, ou seja quatro meses no Verão e um mês e meio pelo Natal - era bom assim e eu gostava especialmente porque os nossos "semestres" de três meses são, de facto, muito intensos e acontece tudo ao mesmo tempo, pelo que as férias eram igualmente muito intensas e profusamente extensas. Mas este Inverno não há cá nada disso, o que me deixa bastante triste. 
Estou cansada e praticamente não tenho tempo para respirar, meti na ideia que ia ser responsável e fazer as coisas com tempo para não ter crises existenciais de maior, mas não é nada disso que está a acontecer: acho que até são piores, agora o meu questionamento existencial acontece a par com umas olheiras aparentadas às do Gaspar e isso não é bonito de se ver e uma exaustão intelectual do outro mundo, em que só me apetecem sopas e descanso e chocolates e pipocas e vou para a cama às 9 e meia da noite - nove e meia da noite! completamente anti-natura. E pior, não estou a ver resultados práticos: entre um ensaio em que gastei duas semanas da minha vida e uma apresentação quase feita de véspera, foi a última a que correu melhor. Não percebo. Não estou a perceber o que estou a fazer e, mais sério, para que o estou a fazer. 
Mas e agora? Vou voltar aos hábitos da procrastinação e dar umas voltas ao Chiado ver as luzes de Natal? Continuo a acordar antes do Sol para me ir fechar na sala de estudo grande parte do dia? Vai ter de ser, só faltam duas semanas para a "grande frequência do semestre" e a entrega do último ensaio. Até ter de (re)começar a estudar para as duas frequência e começar a pensar no trabalho. Não quero acabar e sentir que "morri na praia". 
Prefiro morrer depois afogada. 

Estou cansada. 
(Mas nem tudo é mau: daqui a duas semanas também é o jantar de curso e há sangria e Bairro e Cais. Só preciso chegar viva até lá.)

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Aiii

Preciso de uma mala preta, daquelas onde caiba o mundo.
Vou sonhar com uma Prada.

É de salientar que daqui a nada é Natal, não sei se...
Não? Ok...

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

O Insustentável Peso de Babilónia*

*Literalmente, porque o livro era de facto muito pesado
Comecei (finalmente) A Insustentável Leveza do Ser do Milan Kundera e acabei (finalmente) o Ontem Não te Vi em Babilónia., do Lobo Antunes Não sei se foi de mim e da minha curta e reduzida capacidade de concentração, mas o livro maçou-me, não sei o que aconteceu. Muito extenso, muito longo e visto que a minha capacidade atentiva é diminuta, perdi-me uma data de vezes nas vozes das várias personagens. A escrita "lobo antunesiana" (acabei de inventar), pelo menos para mim, não se coaduna com obras muito extensas, lá para as 300 e tal páginas, o que é uma pena.
Foi um tanto ou quanto penoso, muito confuso e foram necessários vários exercícios de memória e adivinhação para perceber: 1) quem estava a falar, 2) de que raios estava a falar e 3) porque é que eu continuava a ler. Foi doloroso, sobretudo porque gosto demasiado de Lobo Antunes para continuar o martírio daquela maneira. Foi maçador. Mas enfim, não há nada a fazer. Vou procurar pelas wikipedias desta vida algum sentido à narrativa. 
Comecei então a ler (sabiamente e em boa hora) A Insustentável Leveza do Ser e até agora estou abismada. Era disto que precisa para "lavar" o Ontem Não te Vi em Babilónia. Entre a noite de ontem e o principio da tarde de hoje, li a colectânea da Dom Quixote dos Poemas de Amor do Pablo Neruda (uma oferenda natalícia do coração ♥) e depois "Kundera com ela" (wtf? nem eu sei o que aconteceu aqui, mas apeteceu-me escrever isto, achei bonito). Está a ser muito boa e parece-me que vai ser um livro do qual eu vou espalhar a palavra por aí e a converter os incrédulos. 
Vai ser o meu livro da viragem do ano, portanto preparem-se para muitos excertos vindouros em 2012.
Assim:

"O fardo mais pesado esmaga-nos, verga-nos, comprime-nos contra o solo. Mas, na poesia amorosa de todos os séculos, a mulher sempre desejou receber o fardo do corpo masculino. Portanto, o fardo mais pesado é também, ao mesmo tempo, a imagem do momento mais intenso de realização de uma vida. Quanto mais pesado for o fardo, mais próxima da terra se encontra a nossa vida e mais real e verdadeira é.
Em contrapartida, a ausência total de fardo faz com que o ser humano se torne mais leve do que o ar, fá-lo voar, afastar-se da terra, do ser terrestre, torna-o semi-real e os seus movimentos tão livres quanto insignificantes.
O que escolher, então? O peso ou a leveza?"
E mais adiante.

"Não há forma nenhuma de se verificar qual das decisões é melhor porque não há comparação possível. Tudo se vive imediatamente pela primeira vez sem preparação. Como se um actor entrasse em cena sem nunca ter ensaiado. Mas o que vale a vida se o primeiro ensaio da vida já é a própria vida? É o que faz com que a vida pareça sempre um esquisso. Mas nem mesmo «esquisso» é a palavra certa, porque um esquisso é sempre o esboço de alguma coisa, a preparação de um quadro, enquanto o esquisso que a nossa vida é, não é esquisso de nada, é um esboço sem quadro.
Tomas repete em silêncio o provérbio alemão, einmal ist keinmal, uma não conta, uma vez é nunca. Não poder viver senão uma vida é pura e simplesmente como não viver."

~A Insustentável Leveza do Ser, Milan Kundera

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

I'm an Angry Bird

Sim, isto aconteceu. 
É todo um outro nível de awesomeness.



Sinto-me bem mais protegida de todo e qualquer malfeitor. E preparada para a eventualidade de encontrar algum porquinho verde na rua. Oh yeah...

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

E pronto

Margem Sul, oh como senti saudades tuas... not.

Senti saudades de quem cá deixei, isso sim. Muitas, mesmo imensas e esta semana pareceu mais um mês. 

O Natal acabou, é altura de seguir em frente e pensar que já só faltam seis meses para os meus anos. Estou a ficar velha. 

domingo, 25 de dezembro de 2011

É Dia de Natal


"Assustaram-me com um velho
eu tento distinguir o bem do mal
mas se a mãe é que decide sobre o meu comportamento
que se lixe o Pai Natal"

Mas o que é isto?

Nos dois filmes que vi esta noite, ambos tinham a Evan Rachel Wood.

Por outro lado, Paul Giamatti *.*

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Diz que é Natal

Mas sinceramente não parece nada. 
Se não sou eu a fazer a árvore de Natal lá em casa, ninguém a faz e como praticamente não estive em casa durante o mês de Dezembro, tenho provavelmente a casa mais ateia da minha rua: nem uma velinha de Natal para amostra. Ainda não enfardei chocolates (mas já estou de olho naquele Toblerone), as filhoses é preciso descongelar e também ainda não há doces

Nem Lisboa está iluminada. 

Vai ser um Natal diferente. Já nem é preciso desdobrar a mesa de jantar, porque agora cabemos todos. Ao menos não caímos na hipocrisia natalícia de só ligar à família nesta altura, porque é só isto durante o ano todo: sete ou oito à volta do peru. É Natal, mas nem parece.

Vou enfiar um gorro de Pai Natal a ver se o espírito natalício floresce. Pode ser que sim.

domingo, 11 de dezembro de 2011

Caos

Esta semana vai ser o caos. 
Ontem descobri que perdi um dia inteiro na biblioteca a estudar algo um tanto ou quanto irrelevante para a frequência de amanhã. Foi bué porreiro saber que desperdicei um dia inteiro de estudo. 
Estou tramada com isto e à beira de uma crise existencial e de desistir, o que é parvo porque já só faltam 4 dias e depois férias, sangria, vodka, filhoses e Natal. É só mais um bocadinho e depois pronto, acaba. 

Só mais um bocadinho, Diana Catarina. Aguenta-te!

sábado, 26 de novembro de 2011

Coisas, coisas, coisas e coisas

Eu só tenho coisas para fazer. 
Bah.

E depois só de pensar que tenho um mês inteiro de férias pelo Natal, questiono-me porque raios duram os semestres só quatro meses e porque ficam as frequências e trabalhos todos concentrados nesta mesma altura.
Ao mesmo tempo, começo a ficar com alergia a feriados. Não descanso, mas também não faço nada de jeito por esta mania parva de não conseguir estudar decentemente em casa. 
E coisas, só tenho coisas para fazer e nada de especialmente interessante (ou seja, trabalhos de Demografia).

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

"come on, it's lovely weather for a sleigh ride together with you"

Quero férias e Natal! 

Ou então ter tempo para passear e ver as decorações de Natal pela cidade. 
Mas perspectivo uma semana de muita procrastinação, seguida de um fim-de-semana de estudo intensivo e seguidos de muitos outros dias encerrados em bibliotecas universitárias. Basicamente, serão semanas movidas a cafeína. 
O que me vale são as luzinhas a cintilar da minha pequena árvore de Natal, plantada há já umas três semanas no meu ambiente de trabalho, e o album de Natal da Miss Deschanel e do Mr Ward. É bueno, bueno.


"come on, is a lovely weather for a sleigh ride together with you"

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

À procura de literatura light?


[O título deste post não é apenas um comentário irónico à volumétrica da obra (são 793 páginas, senhores, é todo uns Maias da literatura diplomática), mas sim à eloquência literária do seu autor. Henry Kissinger (aqui até parece amistoso) é a Margarida Rebelo Pinto da literatura das Relações Internacionais, um mestre nos romances de cordel. 
Em breve, partilharei excertos que reflictam toda esta dimensão literária do ex-secretário de estado norte-americano, que não deixando de ser factual, e de facto um bom escritor (porque sim, o Diplomacia é aprazível) espelha (compreensivelmente, é um homem da sua época) toda a perspectiva norte-americana da Guerra Fria (o livro não trata só a Guerra Fria, mas são os capítulos a si referentes que Diana Catarina se encontra a ler) e as dicotomias ocidente/oriente, capitalismo/comunismo, bom/mau.]