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segunda-feira, 12 de novembro de 2012

A saber

Pela primeira vez na vida, Diana Catarina está a anti-bióticos. 
Tive sempre uma saúde de ferro providenciada por uma infância de ares puros da serra e portanto nunca tive problemas por aí além. Nunca parti nenhum osso que fosse, para grande tristeza minha, porque assim dava para faltar a Educação Física e eu não gostava nada daquilo. Todo o meu historial médico é bastante desinteressante e as maleitas de que padeço são sempre muito parvas, como agora. É que isto dói para caraças, mas nem para ter direito a umas canadianas, ou bengalinha, dá. 
É risível.


domingo, 6 de maio de 2012

Personal Trainer

Fazer jogging com o meu pai é mauzinho, porque ele pensa que deve ser o meu personal trainer. E depois começa com aqueles termos e conceitos técnicos todos: "tens de inspirar a cada quatro passos e expirar a outros quatro" ou "tens tudo atrofiado". Isto irrita-me um bocado, porque depois também há aquele discurso do "tens de testar a ti própria, não podes parar, vai sempre além do teu limite." Ora, se eu for além do meu limite eu caio para o lado e isso não será bom para ninguém. 
E depois no fim, há que fazer outras coisas que não correr: aqui reside outro problema, porque eu não quero fazer outra coisa a não ser correr. Descobri que correr nem é assim tão péssimo e antes que me dê a ideia de que aquilo é de facto horrível, um pesadelo, um sacrifício, eu vou continuar a correr, só e sem grandes outras coisas, especialmente flexões e abdominais, algo que eu abomino com todas as minhas forças. Eu tenho traumas muito (MUITO!) enraizados com aquela merda. É absolutamente detestável. "Ah mas depois só ficas com músculos nas pernas e os braços muito fininhos" Ponto 1 - eu não quero músculos, não quero ficar a parecer a Madonna. Ponto 2 - flexões são HORRÍVEIS. ODEIO! ODEIO! ODEIO! Logo, não me apanham a fazê-las. Assim não dá.
Como é que eu vou ouvir os conselhos de alguém que ainda por cima não tem em consideração o seu outfit?  (Descobri que agora é moda ir correr quase de fato de banho - estou ligeiramente traumatizada) Não tem credibilidade nenhuma. É que as minhas roupas pelo menos combinam entre si, fitinha do cabelo incluída. 
Assim não pode ser.

quinta-feira, 22 de março de 2012

E é claro: possivelmente o meu poema preferido do O'Neill


  
Nos teus olhos altamente perigosos 
vigora ainda o mais rigoroso amor 
a luz dos ombros pura e a sombra 
duma angústia já purificada
  
Não, tu não podias ficar presa comigo 
à roda em que apodreço 
apodrecemos
a esta pata ensanguentada que vacila 
quase medita
e avança mugindo pelo túnel 
de uma velha dor
  
Não podias ficar nesta cadeira 
onde passo o dia burocrático 
o dia-a-dia da miséria 
que sobe aos olhos vem às mãos 
aos sorrisos
ao amor mal soletrado 
à estupidez ao desespero sem boca 
ao medo perfilado 
à alegria sonâmbula à vírgula maníaca 
do modo funcionário de viver
  
Não podias ficar nesta casa comigo
em trânsito mortal até ao dia sórdido 
canino
policial
até ao dia que não vem da promessa 
puríssima da madrugada 
mas da miséria de uma noite gerada 
por um dia igual

Não podias ficar presa comigo
à pequena dor que cada um de nós 
traz docemente pela mão 
a esta pequena dor à portuguesa 
tão mansa quase vegetal

Mas tu não mereces esta cidade não mereces 
esta roda de náusea em que giramos 
até à idiotia
esta pequena morte
e o seu minucioso e porco ritual 
esta nossa razão absurda de ser
  
Não, tu és da cidade aventureira
da cidade onde o amor encontra as suas ruas 
e o cemitério ardente 
da sua morte
tu és da cidade onde vives por um fio 
de puro acaso
onde morres ou vives não de asfixia 
mas às mãos de uma aventura de um comércio puro
sem a moeda falsa do bem e do mal
  
Nesta curva tão terna e lancinante
que vai ser que já é o teu desaparecimento 
digo-te adeus 
e como um adolescente 
tropeço de ternura 
por ti

- Alexandre O'Neill

sábado, 26 de novembro de 2011

Afinal não

O wishfull thinking não cura, só adia e porque "não há almoços grátis" faz pior.
Estou com aquelas dores de garganta e cabeça preconizadoras de momentos febris vindouros, que não dão jeito nenhum especialmente por esta altura.
E já disse que agora a minha mão esquerda acha por bem começar a tremer do nada?
Em boa verdade, estou a morrer... de facto e um bocadinho por antecipação.

Ao menos tenho a voz melodiosa da Cat Power e a Primavera do Bernardo, a par de uma linha de comunicação aberta à minha pessoa preferida de todo o mundo onde vou lamuriar infinitamente o facto de eu estar a morrer. Assim, até nem é mau.

domingo, 30 de outubro de 2011

Volume e Ritmo de Crescimento das Populações Humanas

Ou como lixar a vida (e a média) a Diana Catarina. Ou como arruinar todo o seu equilíbrio mental e sanidade cognitiva. Ou como fazê-la lançar impropérios a torto e a direito para uma calculadora, cujos botões lhe são completamente estranhos - só reconheço os números, os botões das operações de somar, subtrair, dividir e multiplicar e é claro, o melhor de todos, o botão off. 

Pois é, a saga dos números parece ter sido retomada por essa cadeira, oh tão interessante e estimulante, que dá pelo nome de Demografia Social e Políticas Demográficas. Não lhe questiono a utilidade, mas esta cena não é para mim. Especialmente, porque parece envolver a coisa que mais desprezo neste universo: os números. Ah e tal, mas todo o universo é regido por leis matemáticas e até a própria Internet que estás a usar para te lamuriares envolve matemática e sequências binárias e p*** que as pariu. Sim, as coisas chegaram a estes termos. 
Temos muito pena, patati patata, mas isto não é para mim. Pronto, acabou. 
Isto agrava-se devido ao extraordinário facto de esta cadeira ser leccionada através do maravilhoso e inovador método do b-learning (ou raio que a parta), assim numa lógica da tele-escola, em que em vez da televisão aprendemos por power-points bastante coloridos e esquizofrénicos. Isto requer que só vejamos as professoras uma ou duas vezes por mês e para tirar dúvidas e rever a matéria. Ora, para alunos da sôdona Carmen até que nem é um mau sistema, visto as aulas dela serem secantes que doem, mas para quem quer que eu aprenda a fazer contas isto só tem um caminho: o do chumbo vergonhoso. 

Eu não tenho o mínimo talento para isto, não tenho qualquer tipo de raciocínio matemático, o meu cérebro chega a doer do esforço. Não sou nenhum génio, nem moça sobre-dotada ou particularmente inteligente, mas até me safo, por exemplo, a analisar as rupturas e continuidades da administração central e periférica na passagem do Antigo Regime para o Estado Moderno em Portugal. Isto sim, são coisas giras. Isto e analisar as causas estruturais para a II Guerra Mundial utilizando os níveis de análise do Kenneth Waltz ou modelo originário do Panebianco. Coisas giras e que, espantem-se, fazem sentido. Eu gosto é disto. 
Ah! E falar de Marx nas aulas também é bastante divertido. 

Agora, contas e números não. É um auto-flagelo interminável. 
Bah, odeio-te matemática. Porque é que tens de te meter sempre na minha vida? Porquê?

sexta-feira, 25 de março de 2011

Caminho


I

Tenho sonhos cruéis; n'alma doente
Sinto um vago receio prematuro.
Vou a medo na aresta do futuro,
Embebido em saudades do presente...

Saudades desta dor que em vão procuro
Do peito afugentar bem rudemente,
Devendo, ao desmaiar sobre o poente,
Cobrir-me o coração dum véu escuro!...

Porque a dor, esta falta d'harmonia,
Toda a luz desgrenhada que alumia
As almas doidamente, o céu d'agora,

Sem ela o coração é quase nada:
Um sol onde expirasse a madrugada,
Porque é só madrugada quando chora.
- Camilo Pessanha

sábado, 12 de março de 2011

"e um insecto esmagado sobre a última letra"

"não acredito que não haja comboios que partem nem que os cachos apodreçam nas vides, não acredito que eu morra, admito as fraldas, a algália, as dores, o ouriço mas não faz sentido eu morrer e por não fazer sentido fico, mesmo que
- Faleceu
fico, mesmo que não respire, o soro parado e a linha do ecrã uniforme fico, a minha mãe a descobrir-me
- Antoninho
e por conseguinte fiquei, depois da casa vendida eu aqui, depois de outro doente no meu lugar eu aqui, a um canto mas aqui, sem darem por mim e aqui"
~ Sôbolos Rios que Vão, António Lobo Antunes

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Alegria ao Mundo!

Eu ia escrever sobre o pânico das apresentações orais de que padeço (ser avaliada oralmente aterroriza-me, tal como o Canaveira* percebeu hoje na nossa pequena interacção: eu sou o tipo de pessoa que numa apresentação oral de 8 minutos de um livro do Lobo Antunes estende-se durante meia-hora e sobre o Ensaio sobre a Cegueira acha por bem falar durante uns bons três quartos de hora quando devia demorar quinze minutos). 
Ia também falar da filha da puta da dor de cabeça instalada há 4 dias na minha têmpora esquerda, agravada pela francesada da Jeanne d'Arc, que não quer passar nem por nada, estando eu a sobreviver à base da bruta auto-medicação. 

Mas já não vale a pena, porque alegria ao mundo! 

Sufjan Stevens + Eu + Coliseu + Maio = PERFEIÇÃO À QUAL SÓ SE PODE ALMEJAR UMA VEZ NA VIDA. 

YES! YES! YES! YES! OMF'ingGOD, YES! 

______________________________________
*O Canaveira é Deus, já tinha dito? 

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

"'cause I don't wanna get over you"

E quando penso que já foi, já passou, percebo que não. Foi engano, falso alarme. Aquela réstia de tristeza permanece - encontrou-me e não se deixa iludir - em cada veia e artéria quando o meu coração foge para o pensamento do que foste.
Pensei, "acabou", mas afinal não. Ainda cá estás. E doi, mesmo que seja um bocadinho menos. Ainda cá estás. A impressão no coração do meu colar.

(...)
Don't leave my hyper heart alone on the water
Cover me in rag and bone and sympathy
'Cause I don't want to get over you
I don't want to get over you.

sábado, 20 de novembro de 2010

O pior é que sei perfeitamente porquê

"(não sei o que se passa comigo hoje, não há uma só veia minha que não sofra, não estale, esta no coração por exemplo, esta na minha barriga
o ventre fechado e não sangue, faleci)" 
António Lobo Antunes, Ontem não te vi em Babilónia

domingo, 10 de outubro de 2010

Coisas giras

De há uns tempos para cá e quando digo de há uns tempos para cá é desde que começou a faculdade e eu tenho que ler aquelas enormidades de textos e quando digo textos são capítulos inteiros de livros fico extremamente mal-disposta quando leio mesmo estando sentada e parada no sofá.

Quinta-feira quando voltei a casa e estava a tirar o casaco à porta do quarto dei uma marrada com a mão direita no puxador. Aleijei-me, ficou a marca e desde sexta que tenho uma valente nódoa negra nas costas da mão. Doi. E agora a nódoa negra está a ficar tricolor. A curar portanto. Continua é a doer.  Sobretudo quando escrevo. Mesmo bom.

Se eu fosse esperta pegava na minha pessoa e levava-a até ao Starbucks do Chiado, pedia um bruto moka frapuccino e punha-me a ler tudo aquio que tenho para ler: os textos de HRIP e agora os de Economia. A seguir, ia passear à Fnac. Porque é para isto que uma pessoa estuda em Lisboa e eu estou bué atrasada nas leituras. Mesmo bué.  

E a vossa vida, vai andando tão supimpa como a minha?

domingo, 29 de agosto de 2010

Pensava que já não havia mais lágrimas a derramar por ti, mas na verdade ainda as sinto, ainda as choro; pensava que não eras mais do que uma memória  apenas, a recordação distante que pareces, mas não consigo fazer com que o sejas, porque ainda te sinto demasiado em mim depois deste tempo todo, ainda tens o dom de seres um presente mesmo que eu queira que estejas num pretérito perfeito. O pensamento de ti não deixa. E as saudades. Porque na verdade ainda te sinto a falta e dos teus braços e da forma como eles me envolviam e da maneira como me fazias rir e esquecer o mundo.
Não é por acaso que é para ti e por ti que me corre o pensamento e que meu coração doi. E não consigo faze-lo parar. Como eu gostava, mas não consigo. Fazer parar a saudade que me percorre quando regresso a casa e me deito na cama depois de uma noite fora: a saudade de ti, do teu toque, da tua voz, da conversa pelo caminho fora, daquela sensação boa, tão boa, que me assolava cada vez que olhavas para mim e sorrias.
Ainda, estupidamente, choro por ti e por segundos começo a pensar que não mereces. Mas como não? Como não podes mereces depois de tudo? Afinal, foste algo de bom, mesmo que por tempos breves, mas que me parecem eternos; e lá está, não foi por acaso que meu coraçao te escolheu mesmo que tenha acabado  desfeito num adeus dito no silêncio de uma madrugada fria.
Ficarás sempre com uma parte do meu coração, mas por favor, deixa-me recuperar o que ficou para poder respirar de novo e sonhar feliz outra vez.   

terça-feira, 24 de agosto de 2010

O Woody Allen é que tem razão

"Só há um tipo de amor que dura. O não correspondido. Fica connosco para sempre." - disse ele. E tem razão.
Quando eu era pequena pensava que só era amor de verdade quando era correspondido. Quando os dois olhares cumplices se encontravam e magia acontecia. O inexplicavel turbilhão de emoções e reacções quando atrás do escorrega ele entregava o papelinho do "Queres namorar comigo? [  ] Sim [  ] Não" naquela letra redonda e cuidada de que a professora tanto gostava que fizessemos. E nos queríamos marcar a cruz no quadradinho do Sim. Isso para mim é que era o amor verdadeiro.
Portanto, quando sabia que algum moçoilo tonto do juízo dizia que gostava de mim, eu torcia o nariz porque se eu não gostava dele, ele também não gostava a sério de mim. E pronto. Assunto arrumado. "É mais um tonto que está baralhado das ideias", pensava eu. Amor não correspondido não era amor a sério.
O que não é verdade. Doí na mesma. Deixa-nos sem ar. Tira-nos o equilibrio. E fica lá. Para sempre. Ou até ver.
O amor quando não é correspondido é um constante dilema que não se quer deixar responder. É feito de "e se's..." para os quais não há resposta possível. Mas nem assim deixamos de os perguntar. É tonto, sim. Infantil até. Mas é assim: enquanto todos os outros desvanecem com o tempo, o amor não correspondido dura e permanece em nós para sempre porque no final do dia há sempre uma réstia de qualquer coisa semelhante a esperança completamente irracional e possivelmente insconsciente que um dia, meu Deus, um dia este amor (ou o que quer que isto seja, tão profundo) tão grande irá ser correspondido. Mesmo se nunca o for. 

domingo, 22 de agosto de 2010

Não devia ter de ser assim

Mata-me que seja assim.
Lá por dentro o que corroí e rouba lentamente o ar destroi aquilo que era, ainda há pouco, mas vai deixando de ser.
Não devia ser assim. Já se passou por muito para que o fim seja desta forma. Não pode. Não é justo.
Sempre lhe ouvi dizer que a única certeza que temos na vida é a morte. E que o primeiro sinal que ela, invariavelmente, vem é o primeiro choro que damos em vida.  Mas não tem de ser assim... E eu não sei o que dizer. Não consigo escrever de forma eloquente sobre algo incompreensível e que doi cá dentro, visceralmente.

Às tantas sou eu que estou a ser, como de costume, extremamente melodramática e terrivelmente fatalista, mas tenho medo. Medo do que o futuro trará. E de como tudo parece ruir como um baralho de cartas, tão facilmente, à minha volta. Porque não devia ser assim, porque ela não o merece... Porque ainda não me viu tirar o curso, nem sequer me viu ainda entrar na faculdade, não viu casar e ter filhos, como sei que há-de querer...
É cedo e eu a modos que preciso que nada mude.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

And then her heart lied:
"It's been months and months and I hardly ever think of you."

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while this town is busy sleeping
all the noise has died away
i walk the streets to stop my weeping
cause she'll never change her ways

don't fool yourself
she was heartache from the moment that you met her
my heart feels so still
as i try to find the will to forget her somehow
oh i think i've forgotten her now

her love is a rose pale and dying
dropping her petals and men unknown
all full of wine the world before her
was sober with no place to go

don't fool yourself
she was heartache from the moment that you met her
my heart is frozen still
cause i try to find the will to forget her somehow
she's somewhere out there now

(guitar solo)

oh my tears are falling down as i try to forget
her love was a joke from the day that we met
all of the words all of the men
all of my pain when i think back to when
remember her hair as it shone in the sun
the smell of the bed when i knew what she'd done
tell yourself over and over you wont ever need her again

But don't fool yourself
she was heartache from the moment that you met her
oh my heart is frozen still
as i try to find the will to forget her somehow
she's out there somewhere now

oh
she was heartache from the day that i first met her
my heart is frozen still
as i try to find the will to forget you somehow
cause i know you're somewhere out there right now

quarta-feira, 30 de junho de 2010

E depois é isto.

Esta dualidade de sentimentos. Este bem querer de não querer. Este não saber: nada. Se ainda estás aqui, se continuas em mim. Se te desvaneceste, se o tempo te levou.
Porque ainda sinto a tua ausência.  
Porque ainda sinto o coração a correr a maratona, sobrepondo-se a tudo o que me rodeia, por um vislumbre teu.
Mas irremediavelmente desapontada, irremediavelmente perdida. Sem saber o que fazer contigo.
E doi. Terrivelmente. A cada pulsar de coração. A cada suspiro sofrido.
Porque agora já não tenho com que me ocupar, já não tenho sítios onde tenho de estar, pessoas com quem preciso de falar, mas tenho lugares vazios outrora ocupados, músicas sentidas que agora não fazem sentido, palavras ditas e ouvidas, perdidas. E o recordar. Momentos, palavras, gestos.
E continuo sem saber o que sentir. Sem saber o que é suposto sentir. Sem saber o que é isto que na verdade sinto. A definição foge-me pelos dedos.

Sei que é um fim, mas às vezes ainda preciso de ti.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

And her heart so softly realized:
"It's been months, but I still feel your arms around me sometimes"

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"And there will come a time, you'll see, with no more tears.
And love will not break your heart, but dismiss your fears.
Get over your hill and see what you find there,
With grace in your heart and flowers in your hair."

terça-feira, 25 de maio de 2010

I Know it's Over, Still I Cling

And her heart wrote on the wall:
"It's been weeks, but I still think and need you"


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"(...)'Cause tonight is just like any other night
That's why you're on your own tonight
With your triumphs and your charms
While they're in each other's arms...
(...)"

terça-feira, 4 de maio de 2010

Just wish I knew how*


Well I been thinking about the future
But I'm too young to pretend
It's such a waste to always look behind you
Should be lookin' straight ahead

Yeah, I'm gonna have to move on
Before we meet again
Yeah, it's hard
If you had've only seen

10.34: Flinders Street Station
I'm lookin' down the tracks
Uniformed man askin' am I paid up
Why would I wanna be that?

Yeah gonna have to move on
Before we meet again
Yeah it's hard
If you had have only seen
Take control
Don't be afraid of me

'Cause every once in a while
You think about if your gonna get yourself together
You should be happy just to be alive
And just because you just don't feel like comin' home
Don't mean that you'll never arrive

Yeah I'm gonna have to move on
Before we meet again
Yeah it's hard
If you had have only seen
Take control
Don't be afraid of me

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*Nunca ninguém me avisou que o capítulo tinha tantos anexos e notas de autor