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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Caraças

Não sei se já aqui referi a minha relação de tolerância/ódio ao Alive. É uma coisa que me consome verdadeiramente. Eu odeio o Alive porque me faz querer ir ao Alive, e eu não quero/não gosto de ir ao Alive. Alicia-me com um cartaz bastante bem composto, mas tem uma organização de merda: os horários dos concertos são parvos e o tempo entre concertos é terrível, tem imensa gente parva concentrada num recinto plano pequeno, a cada passo leva com encontrões e depois é extremamente convencido. Pensa que é a melhor coisinha do mundo, e não é. É irritante. Mas tem boas bandas no palco secundários e uns tantos bons cabeças de cartaz que apetecem ver. O que é terrível para quem se quer manter afastado daquele lugar de tentação. 
Eu odeio o Alive. Mas quero ir ao Alive ver Alt-J. E odeio o Alive por me quer fazer ir ao Alive. Filhos da puta. 

domingo, 30 de dezembro de 2012

Dois mil e doze

Foi porreiro. Depois do que escrevi aqui em altura semelhante (aliás, há exactamente um ano), 2012 foi até fofinho. As ondas de repercussão fizeram-se sentir de várias formas, mas aguentou-se, eu aguentei-me, (hurray!) e o mundo afinal não acabou.
2012 trouxe Primavera Sound, Alive, Porto, muita Lisboa, estudo, procrastinação, não tanta procrastinação este último semestre, houve até estudo árduo, trouxe Jogos Olímpicos e B Fachada de Dezembro a Dezembro. Muitos livros e música. Amor.

Muitas coisas mudaram, mas a Maria Helena Martins diz que o próximo ano é de amadurecimento interior e   que vou direitinha ao sucesso, o que me deixa muito mais descansada (tenho fé nas palavras da Maria Helena: ela disse para ter cuidado com as dores de garganta esta semana, e eu de facto tive uma dor de garganta, portanto não me digam que é tudo mentira). Mas estamos ainda a falar de 2012, um ano de mudanças a todos os níveis: do sistema, do estado e do homem. Mas sobrevivi e estou aqui a contar que 2013 seja fixe. 
2013 tem de ser O ano, um ano de decisões que podem mudar o rumo de uma vida, um ano definitivo; por favor, ou isto ou o ano em que eu não estrague tudo.
Por favor, que eu não estrague nada na minha vida em 2013, porque contrariamente ao esperado, 2012 foi afinal um ano do caraças. 

 É este o meu desejo para 2013. Já venho falar das resoluções. 


segunda-feira, 5 de novembro de 2012

"and another one goes by"

Não há muito que eu possa dizer acerca de Walkmen, apenas que ontem me deram uma das melhores noites da minha vida.
E ouviram o meu pedido encarecido e tocaram esta, uma que eu já tinha perdido toda a esperança de alguma vez ouvir ao vivo por aquelas guitarras e vozes. Perfeito. 



(Ah, e ainda açambarquei uma setlist)

domingo, 4 de novembro de 2012

Diz que amanhã há disto

E para recompensar a minha exaustão intelectual e académica, amanhã há disto para alegrar o meu coração.
Vou fazer cartazes.



É andar a pão e água daqui para a frente, mas também, quem é que tem tempo para refeições com tantos trabalhos e leituras para fazer?

sábado, 27 de outubro de 2012

Sábado de manhã

Diz que é sábado, quase 11 horas, diz que estou na biblioteca a ver se faço algo de produtivo, mas também "ouvi dizer" que a minha produtividade reside em alterar cabeçalhos e colar o logo da faculdade na folha de rosto. Poderia ser um "dia mau", mas logo à noite diz que há disto no Coliseu e um bilhete à minha espera.


segunda-feira, 16 de julho de 2012

Confissões do Alive'12

  • Duas palavras e um símbolo: Stone Roses  
  • O melhor do Alive é o palco secundário. 
  • Gostava de ter um relação emocional com a música dos Radiohead. Mas o concerto foi muito bom.
  • Os Cure são compostos por dois elementos: o Robert Smith e o cabelo do Robert Smith. Mas também foi um belíssimo concerto. 
  • The Kills foi brutalissímo e eu gostava de ser como a Alison Mosshart.
  • Dancei, ou tentei.
  • Cantei a Run, a Chasing Cars e outras que já não me lembrava que existiam com os Snow Patrol mesmo de coração e curti imenso. 
  • Gostava de ter o estilo e a pinta das Dum Dum Girls.
  • Adoro quarentonas que mandam calar grupos de miúdas por estarem a cantar em coro demasiado alto com a banda, mas passam a puta da música inteira a falar altíssimo com os amigos. Adoro.
  • Odeio espanhóis bêbedos, e no geral. 
  • Faz-me confusão ver miúdos de 14/15 anos a fumar tabaco.
  • Descobri que não se deve fazer eye contact, mesmo acidentalmente, com pessoas já ligeiramente inebriadas. Acho que eles tomam isso como um sinal para meter conversa, e depois falam inglês com sotaque francês manhoso.
  • Estou a ficar velha para as contextualidades festivaleiras. Ou então velha para festivais como o Alive, porque no Primavera aguentei-me bem. 
  • Acho o recinto pequeno.
  • Acho piada ao facto de ser a Comercial a rádio oficial, quando há poucas bandas do cartaz nas playlists da rádio. Mas podia ser pior: podia ser a RFM.
  • Tenho uma relação de amor-ódio com o Alive: é capaz de ser o festival mais pretensioso de sempre, mas até que compõe um bom cartaz, o que me irrita, porque assim dão-me vontade de lá ir.
  • Mas foi giro. 

sábado, 3 de março de 2012

Razões pelas quais quero um carro


  1. Para ir ao McDrive do McDonalds às duas da manhã de sábado quando cair sobre mim uma vontade desmedida de um McChicken, ou um Big Tasty, ou um Sundae. Acontece várias vezes e isto deixa-me bastante debilitada emocionalmente;
  2. Para ir à Biblioteca Saramago: parece longe como o raio para ir a pé, mesmo que até não seja. É desolador ir carregada com pc e livros para lá, mas está mais vazia ao sábado que a Biblioteca Central cá do burgo. É-me complicado pedir a um senhor velhinho a ler o jornal que se desvie só um bocadinho para ligar o pc à ficha. Além de que as senhoras desta biblioteca são mais simpáticas;
  3. Concertos/festivais: parece-me auto-explicativa;
  4. Roadtrips
To be continued...

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Histórias de vizinhança, parte II

Os meus vizinhos da frente - sim, os mesmos que põem os miúdos a gritar às dez da manhã aos fins-de-semana no quarto que faz paredes meias com o meu - ainda não tiraram o enfeite de Natal da porta... Ora, é dia 17: já passados 11 dias do dia de Reis e uns 23 dias desde o Natal propriamente dito aquilo ainda está pendurado. Um bocadinho de mais, não?

Esta recente "espéciezinha" que estou a criar pelos meus vizinhos - muito prestáveis quando não sei muito bem como encravei a fechadura de casa com a chave lá dentro às 11 e tal da noite, estando nessa altura sozinha em casa - está a ser acalentada igualmente pelo "dom", o "génio", o "talento" que os putos têm para tocar flauta. Fui brindada por um pequeno "concerto" um dia destes de manhã cedo, quando estava a tentar dormir, acordada pela chinfrineira - perdão - pelas tonalidades sublimes daquele instrumento de sopro. É que eles nem estavam a fazer nenhuma nota! E eu sei, que eu tocava muito bem flauta de bisel na escola! Era mesmo aquele gritinho agudo que nos viaja pelas ondas sonoras e atravessa paredes até ao nosso quarto. A princípio ainda pensei que era o meu irmão, que se lhe tinha dado para aquilo àquela hora e ainda me levantei para lhe dar um berro, mas depois percebi que eram mesmo o raio dos putos do lado. 
Mas o que é isto? 

sábado, 22 de outubro de 2011

A ver se estes também dão sorte



Aparentemente, ir a concertos em vésperas de frequências tem um qualquer efeito positivo nos meus estudos e nos resultados finais que daí advêm. Tudo bem que têm sido só concertos dos Golpes (quero já agora deixar-lhes um sentido apelo no sentido da minha necessidade de um novo LP destes meninos tipo já, urgentemente, porque o EP é muito bonito, mas sabe a pouco, muito obrigada), mas pode ser que funcione com outras bandas (e que bem que me caí uma nota decente a PPOI, a sério...) como os senhores Doups. 
Ide, ide, googleá-los que eles são giros e simpáticos. E serão os maiores se me derem uma nota superior a um nível mínimo de, vá, 10 valores. Era coisa para me deixar muito contente. 



sexta-feira, 8 de julho de 2011

Alive, tu matas-me

Da minha casa consigo ouvir ruídos do Alive. Entre nós apenas um rio e uma Almada e o som aparentemente consegue chegar até mim mesmo que não seja perceptível. Eu ia dizer que estou profundamente deprimida por não estar lá neste momento, mas depois encontrei chocolate no frigorífico o que colmata de forma relativamente eficaz a perda. Tudo bem que não é nenhum Dave Grohl, mas os processos e reacções químicas no cérebro são semelhantes. 

É esperar que o chocolate (ou gelado, também é aceitável) dure para toda a época festivaleira, dado que este ano não há sol, Meco ou Rock 'n Roll nem coisa que o valha. 
O Verão vai ser duplamente deprimente. 
Bah. 

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

A noite perfeita

Permanece a euforia e a felicidade. Agora que começo a desconstruir o que foi The Walkmen ao vivo a tocar o album para esta cidade feito, começo a aperceber-me do quão a noite de ontem foi brutal. The Walkmen ao vivo é qualquer coisa, depois numa cidade que tão bem sabe acolher e numa das salas mais bonitas de Lisboa então, foi qualquer coisa de transcendente. Foi lindo! Épico! Mais que épico, foi algo que só consigo expressar por sons e um sorriso na cara cheio de contentamento e felicidade. Lindo! Além de que já posso riscar mais uma coisinha da lista de afazeres lá em baixo. Lindo! Lindo! Lindo! Brutal!
Pena ter sido tão curto e o facto de eu ter espatifado a máquina fotográfica logo no início. Fotos só tirei d'Os Golpes, que fizeram uma primeira parte intocável, e do momento nerd e altamente embaraçoso de tirar uma foto ao lado do cartaz. Mas pronto, foi da maneira que me concentrei apenas em viver cada momento da noite.  Foi mesmo muito bom.
E graças à feliz lembrança de ter voltado para trás e comprado o pin d'Os Golpes -"Há um rio Tejo entre o sexo e o nexo e o amor"- tenho agora o meu bilhete autografado por eles. O que é assim algo de completamente surreal.
Foi uma noite perfeita, até porque a Lisbon em Lisboa foi assim...

"we made this song for you"
e eu agradeço.

domingo, 14 de novembro de 2010

Em véspera de frequência a pergunta que se impõe é:

que perfume vou eu levar para ver os The Walkmen?
Como vou invadir o backstage tenho de ir airosa e bem perfumada para conhecer o Hamilton, não é verdade? Pois está claro...
Será que vai havir disto? Espero bem que sim...
we kiss goodbye and drunk up
i miss you when you're gone

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Meu!

Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça que eu já tenho em mãos.
Lisbon em Lisboa vai ser épico.
Vai ser o primeiro concerto a que vou sozinha, visto que não há margem-sulistas queridos e fofinhos que queiram ir comigo. É a minha triste sina e a esta altura habituada estou. Além de que já sou moça crescida, não é verdade?  

E se for alguma coisa como o SBSR vai ser brutal. 34 dias é tudo o que tenho de esperar para os rever.
E já disse que vai ser épico? É que vai mesmo. Vai haver disto e muito mais.

I'd give you all my love
I'd give you all my love
But my heart is broken
...