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sexta-feira, 19 de julho de 2013

Gostava de saber como (COMO, QUANDO, ONDE E PORQUE RAIOS) é que dizem que o Eternal Sunshine of the Spotless Minds é uma comédia. Eu bem me queria parecer.
Uma pessoa vai a ver de um filme na prateleira da comédia da biblioteca e depois é isto. Quase tão deprimente como o Blue Valentine. 

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Depois deste momento um tanto egocêntrico, arranjei actividade para celebrar a excelsa data do meu aniversário: vou ao cinema, como fazia quando tinha 13 anos. 
Eles não costumam fazer greve, pois não?

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Esqueci-me disto no balanço de Janeiro

A procura de part-time foi incessante numa destas noites. Enviei currículos para uma data de sítios, tipo cinema e Starbucks. Só que, esperta como só eu, não me dou conta que o currículo que para aqui tinha estava a modos que "pré-formatado" para um sítio em específico, mais "aprumado" vá. Esperta, Diana Catarina!
Acho que não tenho muitas hipóteses.

terça-feira, 31 de julho de 2012

Ted

O filme que além de ter momentos divinais de comédia, também é capaz de fazer quase com que Diana Catarina verta uma lágrima (ou duas ou três). NÃO ME JULGUEM! 

Look! Isn't he just adorable? *.* 

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Já não estou nas aulas

Mas continuo na faculdade, porque tenho de estudar. Na verdade eu não estou a estudar, nem me apetece estudar e amanhã vou à praia (preencher a quota de experiências balneares de 2012). Eu devia estar preocupada, mas nada me apetece a não ser sardinhas e descanso, mesmo que não tenha feito grande coisa este semestre - que não fiz, o máximo foi mesmo passar dois meses a estudar para Direito. 
Portanto eu vou continuar a engonhar o estudo e a não me sentir muito culpada porque sinceramente já não quero saber.

Lembrei-me agora que já não vou ao cinema desde os Muppets e isso é muito triste. 

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

"I don't see what anyone can see in anyone else... but you."


"you're a part-time lover and a full-time friend. the monkey on your back is the latest trend. I don't see what anyone can see in anyone else... but you. I'll kiss you on the brain in the shadow of the train, I'll kiss you all starry-eyed, my body swinging from side to side. I don't see what anyone can see in anyone else... but you. here is the church and here is the steeple, we sure are cute for two ugly people. I don't see what anyone can see in anyone else... but you. pebbles forgive me, the trees forgive, so why can't you forgive me? I don't see what anyone can see in anyone else... but you. I will find my niche in your car with my MP3, DVD, rumble pack, guitar. I don't see what anyone can see in anyone else... but you. Up, up, down, down, left, right, left, right, B, A, start, just because we use cheats doesn't mean we're not smart. I don't see what anyone can see in anyone else... but you. you are always trying to keep it real, I'm in love with how you feel. I don't see what anyone can see in anyone else... but you. we both have shiny happy fits of rage: you want more fans, I want more stage. I don't see what anyone can see in anyone else... but you. Don Quixote was a steel-driving man. my name is Adam, I'm your biggest fan. I don't see what anyone can see in anyone else... but you. squinched up your face and did a dance, shook a little turd out of the bottom of your pants. I don't see what anyone can see in anyone else... 
....but you...
....but you."

sábado, 7 de janeiro de 2012

Ainda não disse quais as minhas resoluções para este ano

Ontem à noite lembrei-me de uma ideia bestial para um post; hoje varreu-se completamente da ideia. Não me consigo lembrar nem por nada o que era. E olhem que era mesmo giro.

Ao invés dessa terrificamente brilhante ideia, assomada de madrugada e fugidia ao amanhecer (quase entardecer, vá, que eu gosto de prolongar as manhãs sonolentas até tarde), é altura de falar das novas resoluções para este ano de 2012, ainda não abordadas. Então, a saber:

Como não li Sartre o ano passado, pretendo colmatar essa grave falha de carácter este ano: se alguma alma caridosa quiser ofertar-me O existencialismo é um Humanismo (esta é uma tradução do Vergílio Ferreira, mas de certo há outras edições igualmente intelectualmente satisfatórias - mas esta é mesmo muito fofinha e eu gosto de Vergilio Ferreira) numa data próxima (tipo os meus anos daqui a 172 dias) terá a minha máxima gratidão.

Ao Sartre, juntaremos a alegre companhia de Camus com o Mito de Sísifo e O Estrangeiro

Findadas questões literárias, este ano pretendo:
1) Falar mais com as pessoas (diz que algumas até são interessantes) - desconfio que aqui vou falhar redondamente;
2) Começar a escrever mais, não só aqui no blog, mas histórias, contos, essas coisas que a minha escrita está perra;
3) Hmm... ir mais ao cinema (o ano passado foi pouco produtivo, uma pena);
4) Parar de ser parva e tão picuinhas com certas coisas;
5) Fazer da vida algo agradável. 

Acho que é só isto. E já é muito. 

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Um Dia o tanas

Vi antes de ontem o One Day com a Anne Hathaway e o Jim Sturgess.O trailer é enganador: ele só quer mesmo saber dela quando está em apuros, quando preciso de falar e percebe que ninguém à sua volta o compreende. Mas quando é ao contrário ele é um puto egoísta.
Não gostei do filme e senti uma certa raiva por eles. Um pouco mais pela personagem da Anne Hathaway, porque dele não se esperava outra coisa. O filme retrata os vinte anos da amizade entre eles e a eterna esperança que ele um dia perceba que o destino mesmo é ficar com ela e pronto, deixe de ser mulherengo e um bêbado. Ela deixou-o cometer todos os erros possíveis, deixou-o estar na dele, sabendo o fim inevitável.
A bom dizer, ele é um cretino e ela um parva. Vinte anos que ela esperou, adiando a sua felicidade amorosa, aturando um falhado, até que ele finalmente percebeu -  já ela recomposta e a viver a vida dela em Paris - que  eles afinal pertencem juntos. Uma treta.
Mas depois percebi porque me irritou tanto: eu percebo. Eu entendo o facto de ela ter esperado por ele, ah e tal o grande amor da vida dela. Continua a ser uma treta. E um erro. De facto, até parece fofinho nos filmes, mas é uma treta quando se trata da vida quotidiana.
Bah.

*Spoiler alert*: Ela no fim é atravessada de uma ponta à outra por um camião. Dos vinte anos de amizade, apenas ficaram casados uns três, mais ou coisa menos coisa. E foi isto: de repente, parecia que estava num filme do Nicholas Sparks (morre sempre um dos protagonistas no fim). Ah que temos de valorizar o bom que temos, acordar para a vida e perceber que o amor pode estar mesmo ali ao lado. Pois... 

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Cenas da Vida Académica

Duas semanas e tal sem vida social que se veja, maratonas de estudo intensivo sem quase ver a luz do dia, perda de sanidade mental. 
Eu não toco em sangria há mais de um mês e mesmo dessa última vez foi tudo muito mal amanhado, nem deu para aquecer (facto que me entristece bastante.) Eu não sou muito de festas e coisas assim, mas sangria é boa e eu gosto. 
Basicamente, tenho sobrevivido à base de cafeína e alimentação altamente calórica estas últimas duas de semanas de frequências e não me parece que o cenário vá mudar muito nos dias subsequentes, algo que me põe um bocadinho triste, porque mesmo que não seja polvilhada por acontecimentos espectaculares e épicos, gosto de ter um bocadinho de vida social. Ir ao cinema, passear, ler um livro que não seja para fins académicos, beber, ir às compras e experimentar perfumes, gastar tempo de vida no Facebook, Tumblr e Twitter. Coisas assim giras. Era capaz de ser giro. 

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Blue Valentine

Dean: “I just got a feeling about her. You know when a song comes on and you just gotta dance.”

Blue Valentine

Dean: "I feel like men are more romantic than women. When we get married we marry, like, one girl, 'cause we're resistant the whole way until we meet one girl and we think I'd be an idiot if I didn't marry this girl she's so great. But it seems like girls get to a place where they just kinda pick the best option... 'Oh he's got a good job.' I mean they spend their whole life looking for Prince Charming and then they marry the guy who's got a good job and is gonna stick around."


domingo, 5 de dezembro de 2010

NO, DOBBYYY, NOOOO!

É por isto que uma pessoa antes de ir ver o filme tem de ler o livro, senão sai da sala de cinema com o coração dilacerado. E agora? E agora quem é vai salvar o Harry Potter e os seus amigos? Quem?!
Estou triste. O Dobby era uma criatura adorável. Não merecia. E uma pessoa tem de se preparar para tal evento, senão pode ser muito traumatizante. Tive assim de começar a chorar. Triste. Muito triste.
Mas nem tudo foi mau, até porque o ver o Harry em tronco nu equilibra qualquer patifaria que façam ao fofo do Dobby. E que visão, meu deus. Gostei, mas tenho de fazer um reparo: ele atira-se ao lago - frio, gelado, que tonto - ainda com os oculos, ele tira tudo, e quando digo tudo é tudo, menos as vestimentas intimas... menos os oculos. Quem é que se atira a um lago com os oculos postos? Esperam que estivesse tudo a apreciar a bela da fisioniomia do moço e ninguém reparasse? Eu também não reparei, até ele se começar a debater lá em baixo e com os oculos na cara... Enfim, estou disposta a ultrapassar este facto pela visão do Harry Potter, crescido, giro e fofinho sem camisola... Para o próximo quero mais cenas destas.
Mas é estranho - e bom, muito bom - ver o Harry Potter assim grande, porque ao fim ao cabo cresci com ele. Ainda me lembro de ir ver a Câmara do Segredos ao cinema, e acho que o Prisioneiro de Azkban, ou lá como se escreve, foi o último filme que vi no cinema da Academia, antes de o fecharem. Olhar para eles todos e ver como eles estão crescidos é um pouco como olhar para mim e o quanto eu cresci também e os nossos problemas se tornaram mais maduros. E ir ve-lo é tradição, um rito já...
E este filme está porreiro. Deu-me muita vontade de ir ver o último.
Oh Harry, Harry... a nossa viagem (e o nosso secreto love affair) está quase a acabar...

terça-feira, 23 de novembro de 2010

quinta-feira, 22 de julho de 2010

A propósito do Inception

A realidade é percepção. É o que cada um de nós faz dela. Assim, não há uma única realidade universal,  pois ela é composta por todos os pedaços da realidade que cada um de nós cria e que dependem da nossa percepção do mundo: da forma como o encaramos,  ao que damos importância, àquilo que apreendemos ao longo do tempo e de como moldamos o que compreendemos. É a eterna questão da árvore: se cair na floresta, mas ninguém lá estiver para ouvir, será que faz barulho? Como saberemos?
Assim, a ideia de uma verdade universal cai,  igualmente, por terra. A verdade é relativa: o que eu tomo como verdade pode não o ser para outra pessoa noutra parte do mundo, porque a forma e a definição que ambos temos de verdade é diferente. Por isso o ser humano é tão conflituoso, consigo mesmo e com os outros, porque não concebe um mundo em que a verdade é subjectiva. Mas é. É uma criação humana. Assim como a noção de realidade.
Tudo isto é relativo, tudo isto é subjectivo. A percepção que temos do mundo molda a realidade, a nossa realidade, própria de cada de um de nós. E somos tão sugados e embuídos nela, que a páginas tantas perdemos a noção do que é real e do que é sonho. As linhas tornam-se demasiado difusas e entralaçadas.
Perdemos noção do que é verdadeiro e do que é o nosso mundo, o mundo que será aquele que nós construímos.
Tudo é percepção. E não seríamos mais felizes se fosse de outra forma. Porque temos, de facto, o poder de mudar a realidade e criar o nosso mundo e os nossos cenários: temos sempre, sempre a oportunidade de mudar a realidade.
É como Kerouac disse uma vez: "Happiness consists in realizing it is all a great strange dream."
Confuso? Talvez. Se calhar sou só eu que ainda estou meio atordoada pelo filme e a tentar perceber o que se passou...

P.S.: O Inception é um dos melhores filmes que vi nos últimos tempos. Chegando a um ponto em que já não sabemos a diferença entre sonho e o mundo real ou se tudo é um sonho dentro de um sonho, cada um de nós tem de optar pela versão em que acredita, o que é para si verdadeiro e o que realmente aconteceu. É uma tremenda viagem pela consciência e inconsciência. Muito bom.
Claro que o Leonardo di Caprio também ajuda e o Joseph Gordon-Levitt está um amor.

"Sheenie... I've been alone my whole life, I do know what it's like. I burned down Berkeley for you, I destroyed both my parents' cars, and I've lied and manipulated and had you sedated. I did all that so that we wouldn't have to be alone anymore."
- Youth in Revolt