Lembram-se disto? Pois... paz à sua alma.
Vou lembrar para sempre a sua eficiência alemã e a maravilhosa peça de engenharia contra intempéries que era.
"A nossa vida é toda ela feita de acasos. Mas é o que em nós há de necessário que lhes há-de dar um sentido." - Vergílio Ferreira
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terça-feira, 14 de janeiro de 2014
quarta-feira, 30 de outubro de 2013
Dedicada aos últimos dois dias
I Wanna know, have you ever seen the rain?
I Wanna know, have you ever seen the rain
comin' down sunny day?
I Wanna know, have you ever seen the rain
comin' down sunny day?
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
Bem dito bem feito
A minha mãe deve andar por aí, ser omnisciente, qualquer coisa do género, porque me apareceu em casa com um guarda-chuva todo xpto, alemão, super eficiente, com manual de instruções, sistema de iluminação interior, varetas reforçadas e muitas outras funcionalidades, que vão além da simples tarefa da protecção contra a pluviosidade. Só assim se explica o preço; o suficiente para investir em bilhetes de várias jornadas.
O que vale é que a Avenida de Berna é muito ventosa, já tendo proporcionado muitos momentos Mary Poppins a esta menina daqui, pelo que o investimento neste sistema anti-precipitação até que é necessário. O problema é que hoje decidiu fazer-se sol e não tenho como o testar.
terça-feira, 1 de outubro de 2013
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
Sei que daqui a um mês vou arrepender-me de ter proferido estas palavras...
... mas já estou bem fartinha das férias. E deste calor!
Só me apetecem malhas e casacos quentinhos e chocolate quente e... chuva! Pronto, já disse!
(que a sessão de auto-flagelo comece).
Só me apetecem malhas e casacos quentinhos e chocolate quente e... chuva! Pronto, já disse!
(que a sessão de auto-flagelo comece).
quinta-feira, 16 de maio de 2013
Querido Primavera
Estou a privar-me de saborear aqueles maravilhoso crepes com gelado de iogurte - tãaaaao bons - só porque (dizem) tenho de poupar para aquando a tua ocorrência. Espero que este ano valha tanto a pena como o ano passado e que sejamos muito felizes, e sobretudo sem chuva. Por favor.
És bué fofinho.
quinta-feira, 28 de março de 2013
As voltas que o dia dá
Vinha preparada para falar da reformas das camisolas interiores e dos casacões girissímos que ostento por essas ruas invernosas fora, mas a meio da tarde voltamos à chuva, vento e frio polar, pelo que graças a deus levei um gorro, é preciso proteger o intelecto.
Quero que chegue a Primavera, quero ir passear à beira rio e assim não dá.
terça-feira, 12 de março de 2013
A minha triste vida
O universo tem algo contra mim e isso manifesta-se no facto de apenas começar a chover no momento em que eu saio de ambientes fechados. Durante as aulas, dentro do metro, ao almoço não chove; mas quando há que movimentar-me de edifício para edifico na bela instituição da avenida de Berna ou quando saio do metro para ir para casa iniciam-se dilúvios imemoriais. É sina.
O universo não gosta de mim e isso é visível pelo facto de, ao sair de casa ontem de manhã, partir as veredas do guarda-chuva numa rajada de vento, e com chuva a acompanhar apenas a partir do momento em que saio da porta do prédio, tentar voltar a casa para ir buscar outro, mas ter-me esquecido da chave em casa. Sem outro remédio que atravessar o descampado com o guarda-chuva virado do avesso (o meu caso foi muito mais dramático que esta simpática senhora asiática), porque ao menos ainda me cobria a cabeça.
Para além disto, hoje com um esplendoroso dia de sol o dia inteiro, começa a chover quando eu saio do metro carregada de fotocópias. É castigo, só pode.
terça-feira, 25 de setembro de 2012
Odeio-te Outono
O Outono é um filho da puta.
Não é cá nada sinónimo de folhas a cair, oh que lindas, todas fofinhas o chão ou chuva lá fora e nós a beber um chocolate quente, oh que acolhedor. É sinónimo mas de mudanças de temperatura bruscas, chuva durante o percurso faculdade-metro e humidade. E drogas legais em consequência de estados virais.
Uma treta.
segunda-feira, 7 de maio de 2012
Saldo produtivo do fim-de-semana
Tal como o previsto, o estudo de Direito foi apenas moderado.
E está de bom de ver que o relatório de Ecologia ficou por fazer, obrigando-me a acordar esta manhã cedinho para passar a manhã (e depois a tarde) à volta daquela porcaria.
Trabalho e estudo para Marginais = zero. (Vou ver se trato disso agora... ou então vou passar o resto da noite no tumblr.)
O único ponto que obteve um resultado verdadeiramente satisfatório foi o da ida à Feira do Livro: não trouxe o Miguel Esteves Cardoso para casa, mas! mas!!! saí do Parque com o Adeus Às Armas do Hemingway, PUMBA! Correu bem.
E também dormi (moderadamente).
Além de que estiveram três dias maravilhosos e depois chega-se a segunda e é isto: chuva a porra do dia todo.
domingo, 29 de abril de 2012
Ontem foi um daqueles dias em que não apetece levantar da cama.
Na cama estou quentinha e lá fora há responsabilidades: há cálculos mentais de fins-de-semana restantes até ao final do semestre que se possam traduzir em estudo a sério, há a culpa do dever incumprido (devia ir estudar), há chuva.
Lembro-me deste dia há exactamente um ano atrás. Saí de casa, apanhei o comboio para ir para a faculdade e estava sol, um dia caloroso pelo que me recordo. O sol estava alto, mas num momento recaiu sobre mim uma nuvem negra, uma negritude de pensamentos: percebi que algo estava mal. E todo o dia estive com um pressentimento terrível.
Quando cheguei a casa, percebi e recebi a notícia. Não chorei, nem chorei no dia seguinte; só chorei por momentos na missa e desde aí nunca mais. É estranho, é tudo tão estranho. A vida, o que fica depois da morte. Tudo tão estranho.
Mas há um mundo lá fora. E deveres que têm de ser cumpridos dê por onde der, porque eu gosto muito da vida universitária, mas não queria prolonga-la ad eternum.
Levantei-me, o mundo não pára, nem espera por nós, e fui à minha vida. Alguém tem de a viver.
Quando cheguei a casa, percebi e recebi a notícia. Não chorei, nem chorei no dia seguinte; só chorei por momentos na missa e desde aí nunca mais. É estranho, é tudo tão estranho. A vida, o que fica depois da morte. Tudo tão estranho.
Mas há um mundo lá fora. E deveres que têm de ser cumpridos dê por onde der, porque eu gosto muito da vida universitária, mas não queria prolonga-la ad eternum.
Levantei-me, o mundo não pára, nem espera por nós, e fui à minha vida. Alguém tem de a viver.
domingo, 15 de abril de 2012
O dia em que Diana Catarina começou a correr
Quero desde já clarificar que eu não incorro em qualquer tipo de actividade física - aparte correr atrás do metro - desde o secundário, há uns bons dois anos. As calças de fato treino não viam a luz do dia há dois anos e eu já punha os meus pés naqueles ténis desde aí. Portanto está bom de ver que o meu nível de cardio-fitness é nulo, quiçá negativo se tal faça sentido, não sei que não sou licenciada em desporto.
Mas como ontem tinha dito, finalmente consegui arranjar alguém que me faça companhia na actividade. Yeeey!
E lá fomos nós fazer uso dos espaços verdes desta bela terra e apanhar ar fresco logo pela manhã.
Diana Catarina acorda, sai de casa debaixo de chuva, mas muito motivada. Chega ao metro e depara-se com um tempo de espera de 8 minutos até ao próximo; pensamento lógico: mais depressa lá chego se for a pé - e agora pensamento mesmo muito lógico - mas já que é para correr então vou a correr até lá. Escusado será dizer que esta foi uma má decisão. Diana Catarina não corria, arrastava-se apenas 30 segundos depois. Uma tristeza. Cheguei ao sítio onde devia estar já a morrer, a pensar em dar meia-volta para casa que o meu exercício físico já estava feito, pronto foi giro e bon voyage. Mas não deu, porque a minha parceira de corrida estava por demais entusiasmada e lá fomos.
E não é que até foi engraçado? Era ver-nos abrir caminho nas descidas e andar a passo apressado na relva plana. Andamos mais do que aquilo que corremos, ando para aqui a arrastar-me que não aguento as pernas, mas acho que para começar foi muito produtivo. Para a semana lá estamos outra vez, vamos preparar-nos para a maratona do Benfica. Oh yeah.
(E quando chego a casa a minha mãe tinha feito feijoada para o almoço, o que é sempre bom.)
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
sábado, 22 de outubro de 2011
As diferentes tonalidades do castanho e laranja misturadas com o que resta do verde no chão não significam afinal a vinda anunciada do frio, mas um quente aconchegado a ti.
Tudo se perspectiva acolhedor e o restolhar das folhas debaixo dos nossos pés a prova sonora do universo de como estamos aqui, numa cumplicidade terna.
De repente, o Outono não é apenas a antecipação da chuva e o desalinhamento do vento...
Eu e tu: era inevitável, não era?
Tudo se perspectiva acolhedor e o restolhar das folhas debaixo dos nossos pés a prova sonora do universo de como estamos aqui, numa cumplicidade terna.
De repente, o Outono não é apenas a antecipação da chuva e o desalinhamento do vento...
Eu e tu: era inevitável, não era?
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
segunda-feira, 7 de março de 2011
Primavera! Verão! Onde estão?
Uma saudade descomunal do Verão. Quero o Sol e calor e noites quentes e a brisa ao fim da tarde. E gelados! e vestidos curtos! e festivais! E cenas assim giras... coloridas e floridas.
Vou só ali dançar muito descoordenadamente com os Drums a ver se a trovoada, a chuva, o vento e o frio vão embora mais depressa.
*fingers crossed*
sábado, 5 de fevereiro de 2011
3Fev'2010
E o calor numa noite fria, o escuro comprometedor iluminado por um perfil de mãos que juntas celebram algo mais que a certeza da existência terrestre e corpórea, algo que não se explica, mas de uma forma ou de outra se sente. E ouve-se o repicar dos sinos, relógios de uma consciência colectiva, o pesado bater do pêndulo no movimento sucessivo dos segundos: talvez aqui encontraremos a paz e recuperaremos a esperança. Mesmo que lá fora a chuva caia e o vento torne tudo mais despido e rude à sua passagem, dentro desta casa é diferente - é o calor numa noite fria, o quente das promessas e dos pedidos que vagueia num ambiente etéreo entre nós e o céu.
E se aqui e agora fecharmos os olhos sentiremos o aroma de uma tradição, de uma crença, de uma fé e a luz crescerá de dentro, espalhar-se-á a cada passo, acompanhada pelo cheiro das orações, de uma súplica a algo que não muito bem compreendemos, mas que apazigua os nossos medos e acalma os nossos corações. Aqui, aqui estaremos seguros...
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Eu disse que Outubro não agoira nada de bom
É que isto não está a ir nada bem. Quemerdadediafoieste,pah? Por alguma razão bizarra as quartas-feiras tornaram-se o dia mais propício a estados depressivos e logo hoje choveu. Eu não me dou bem com o mau tempo. Não gosto de chuva, não gosto de humidade, não gosto de vento, não gosto do frio. Em suma, estou miserável. Estou assim de mandar esta cena toda às urtigas e ir emigrar para a Papua Nova Guiné. F***da-se...
E no fim de tudo isto, quem meu coração ainda precisa não está para ser visto...
Raios partam.
domingo, 26 de setembro de 2010
Olha e diz que amanhã começa a segunda semana de aulas
Isto é tudo muito bonito, tudo muito giro, mas acordar às 6 da manhã não é todo para mim. Especialmente agora que a cada dia que passa começa a amanhacer mais tarde e eu saio de casa, literalmente, ainda de noite. E atravesso um descampado que não está iluminado. E daqui a nada começa a chover e o que eu vou atravessar é lama.
Mas tudo bem...
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