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sábado, 1 de junho de 2013

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

"boa nova, é só mais esta sova"

E nos entretantos da minha procrastinação, tento fazer alguma coisa de produtivo para o trabalho de Filosofia.



Estás quase de férias, Diana Catarina

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Digamos que estou a cantar isto cheia de fé em loop



"trancaste-me em casa com a tv vens tarde e em brasa sussurrar-me um cliché nem quero saber porquê arrastas a asa quando ninguém vê pões discos da lhasa e recitas carlos t nem quero saber porquê. carregas no vinho fico à tua mercê arruinas-me num instantinho quem te viu e quem te vê queimaste o calvino já ninguém o lê cais nos braços de um novo menino e eu desatino com não querer saber porquê. assentar até talvez casar aquecer na cama o teu lugar à espera de ver-te assentar até talvez casar aquecer na cama o teu lugar à espera de te ver chegar. (pois é amor trancaste-me em casa sozinho com a tv a encher-me de merda sabes nem sei se estás para vir mas vou começando a cozinhar já passa da meia-noite amor já é hora do jantar. não dá só para já)"

quarta-feira, 28 de março de 2012

"nestes dias tive tempo para pensar se a tradição estará mesmo para acabar e cheguei à conclusão fundamental que nesta história da canção tradicional é bonito ouvi-la vir de alheia mão, mas mais bonito é vir do próprio coração. se depois tem resultar do bem comum isso não nos pode pôr problema algum, que o colectivo que há em cada um de nós não tem porra apenas uma voz. e ouvir o bem comum de outra gente que deixa o antro povo louco de contente, que por nascer das veias da comunidade para nós é música, para eles identidade. porque vejo que saber gostar de ouvir é diferente de lembrar e produzir. perguntei ao sangue pela minha tradição e o sangue respondeu nesta canção..."

domingo, 12 de fevereiro de 2012

2º Semestre

Começam amanhã as aulas e sabe deus o quanto me apetece. 
Gostei muito de passear neste maravilhoso sol de Inverno e, portanto, um regresso às catacumbas da faculdade durante as próximas tardes todas não me calha nada bem. Espero ter força de espírito para pelo menos aproveitar as manhãs e fazer algo de produtivo; estou a prever umas tantas manhãs fechada entre as quadro paredes de uma biblioteca a estudar, mas um sol acolhedor de Primavera lá fora. Oh, vida. 
Mas acho que este semestre vai ser bonzinho. Tenho cadeiras fofinhas e que à primeira vista não me causam crises existenciais profundas como PPOI ou não me tiram do sério como (you guessed it) Demografia, portanto há-de correr tudo na boa, na maior, easy breezy. Tenho fé!


E obrigada Bernardo, por um último dia de férias muito agradável. Só faltou mesmo a Primavera, pah! Mas eu desculpo. Esteve-se muito bem na Baixa-Chiado.



"vê se deixas a ciência que aprendeste da emoção 
que uma coisa são instintos, outra coisa é intenção"

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

sozinho no róque

"noutro tempo, noutra configuração... eu dedicava-me ao róque, só tocava distorção. entretinha as raparigas com letras de pressão, uma cassete das antigas pelas garagens do Monte Abraão. partir a gosto, uma amiga que é um susto, não sentir nenhum desgosto, só libertação. ao pescoço o colarinho 'tá translúcido, é a camisa 90's que herdei do meu irmão. indirecta, para trabalhar a meta. mais a rimar, nem tanto a ser poeta. a dominar a música discreta que a garagem 'tá deserta e a puberdade é uma dieta, mas eu não paro de engordar."

domingo, 25 de dezembro de 2011

É Dia de Natal


"Assustaram-me com um velho
eu tento distinguir o bem do mal
mas se a mãe é que decide sobre o meu comportamento
que se lixe o Pai Natal"

sábado, 26 de novembro de 2011

Afinal não

O wishfull thinking não cura, só adia e porque "não há almoços grátis" faz pior.
Estou com aquelas dores de garganta e cabeça preconizadoras de momentos febris vindouros, que não dão jeito nenhum especialmente por esta altura.
E já disse que agora a minha mão esquerda acha por bem começar a tremer do nada?
Em boa verdade, estou a morrer... de facto e um bocadinho por antecipação.

Ao menos tenho a voz melodiosa da Cat Power e a Primavera do Bernardo, a par de uma linha de comunicação aberta à minha pessoa preferida de todo o mundo onde vou lamuriar infinitamente o facto de eu estar a morrer. Assim, até nem é mau.