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sábado, 12 de maio de 2012

Balanço final dos passeios ao Parque Eduardo VII

Os peditórios para o meu enriquecimento intelectual foram ouvidos satisfatoriamente, resultando numa subida  acentuada de produtividade em relação ao período homólogo do ano passado. 
Vieram comigo para casa: 
O Livro do Desassossego do Pessoa (viva a edição da Assírio & Alvim!), 
Comissão das Lágrimas do Lobo Antunes (com autografo, todo supimpa), 
Os Vagabundos do Dharma do Kerouac (TUMBAS!)
Para Sempre do Vergílio Ferreira (veremos se a Quetzal afinal não é assim má com o Ferreira)
O Adeus às Armas do Hemingway (TUMBAS 2x, estou ansiosa por começar este)

Ora, este parece-me um bom resultado e dou-me por muito satisfeita. 
Então, até para o ano! 

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

O Insustentável Peso de Babilónia*

*Literalmente, porque o livro era de facto muito pesado
Comecei (finalmente) A Insustentável Leveza do Ser do Milan Kundera e acabei (finalmente) o Ontem Não te Vi em Babilónia., do Lobo Antunes Não sei se foi de mim e da minha curta e reduzida capacidade de concentração, mas o livro maçou-me, não sei o que aconteceu. Muito extenso, muito longo e visto que a minha capacidade atentiva é diminuta, perdi-me uma data de vezes nas vozes das várias personagens. A escrita "lobo antunesiana" (acabei de inventar), pelo menos para mim, não se coaduna com obras muito extensas, lá para as 300 e tal páginas, o que é uma pena.
Foi um tanto ou quanto penoso, muito confuso e foram necessários vários exercícios de memória e adivinhação para perceber: 1) quem estava a falar, 2) de que raios estava a falar e 3) porque é que eu continuava a ler. Foi doloroso, sobretudo porque gosto demasiado de Lobo Antunes para continuar o martírio daquela maneira. Foi maçador. Mas enfim, não há nada a fazer. Vou procurar pelas wikipedias desta vida algum sentido à narrativa. 
Comecei então a ler (sabiamente e em boa hora) A Insustentável Leveza do Ser e até agora estou abismada. Era disto que precisa para "lavar" o Ontem Não te Vi em Babilónia. Entre a noite de ontem e o principio da tarde de hoje, li a colectânea da Dom Quixote dos Poemas de Amor do Pablo Neruda (uma oferenda natalícia do coração ♥) e depois "Kundera com ela" (wtf? nem eu sei o que aconteceu aqui, mas apeteceu-me escrever isto, achei bonito). Está a ser muito boa e parece-me que vai ser um livro do qual eu vou espalhar a palavra por aí e a converter os incrédulos. 
Vai ser o meu livro da viragem do ano, portanto preparem-se para muitos excertos vindouros em 2012.
Assim:

"O fardo mais pesado esmaga-nos, verga-nos, comprime-nos contra o solo. Mas, na poesia amorosa de todos os séculos, a mulher sempre desejou receber o fardo do corpo masculino. Portanto, o fardo mais pesado é também, ao mesmo tempo, a imagem do momento mais intenso de realização de uma vida. Quanto mais pesado for o fardo, mais próxima da terra se encontra a nossa vida e mais real e verdadeira é.
Em contrapartida, a ausência total de fardo faz com que o ser humano se torne mais leve do que o ar, fá-lo voar, afastar-se da terra, do ser terrestre, torna-o semi-real e os seus movimentos tão livres quanto insignificantes.
O que escolher, então? O peso ou a leveza?"
E mais adiante.

"Não há forma nenhuma de se verificar qual das decisões é melhor porque não há comparação possível. Tudo se vive imediatamente pela primeira vez sem preparação. Como se um actor entrasse em cena sem nunca ter ensaiado. Mas o que vale a vida se o primeiro ensaio da vida já é a própria vida? É o que faz com que a vida pareça sempre um esquisso. Mas nem mesmo «esquisso» é a palavra certa, porque um esquisso é sempre o esboço de alguma coisa, a preparação de um quadro, enquanto o esquisso que a nossa vida é, não é esquisso de nada, é um esboço sem quadro.
Tomas repete em silêncio o provérbio alemão, einmal ist keinmal, uma não conta, uma vez é nunca. Não poder viver senão uma vida é pura e simplesmente como não viver."

~A Insustentável Leveza do Ser, Milan Kundera

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

F-É-R-I-A-S

Finalmente, foda-se.

E é bom porque já posso ler o que quero (acabar o Lobo Antunes! Começar o Milan Kundera!), jogar Angry Birds à vontade, andar pelo Facebook, Twitter e Tumblr e perder horas de vida pelo maravilhoso mundo das internets sem me sentir culpada, ouvir música nova e que não tenho tido tempo nas últimas semanas para me dedicar a ela.

Provavelmente daqui a três semana já estou farta de férias e quero aulas e rotina outra vez, mas por agora vou celebrar e reflectir sobre o facto de (oh meu deus!) já estar a meio da licenciatura.

Férias!

domingo, 16 de outubro de 2011


"não é o sofrimento que o assusta, é o escuro que aumenta, as pessoas não pessoas, vozes sem origem que não lhe dizem respeito e reflexos que desvanecem, não procures conseguir, não consegues, não te agarres aos lençóis e à cabeceira, porque não existe cabeceira nem lençóis, existe
(se te couber essa sorte)
a tua irmã a cantar e a moda nítida, clara, tu feliz com os versos ecoando-os no interior de ti não com a voz, com o sangue, o que sobeja de sangue a coalhar-se e a secar secando e coalhando a tua irmã com ele, não há irmã, há o escuro que principia a empurrar-te e vais diminuindo, diminuindo" 

- Ontem Não te Vi em Babilónia, António Lobo Antunes

domingo, 18 de setembro de 2011

"Em todos os momentos estás nos meus sonhos como o mar."


"Meto as mãos no bolso e trago-as carregadas de noites de amor: penso que isso basta para encontrar o mundo."


- "Marimba, 2.2.72" in D'Este Viver Aqui Neste Papel Descripto, António Lobo Antunes

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Tinha tudo para resultar

Mas ler em português do Brasil tornou-se uma experiência aterradora. A edição é de '62, é Kerouac, ele neste momento está de noite perdido na meio do mato, mas pegar no livro assusta-me, algo que nunca deveria acontecer. 
É a segunda vez que paro um livro a meio e de ambas as vezes foram os meus escritores preferidos. Não estou a gostar do padrão. 
Mas sou capaz de retomar o Lobo Antunes. Pois, é isso... 

sábado, 23 de abril de 2011

"estou a gostar imenso do filme garanto, apenas me entristece um bocadinho, não te inquietes que não me entristece muito, apenas me entristece um bocadinho sem importância, e não quero aborrecer-te com isto, um bocadinho sem importância, a sério, não tornar a ver-te."

- Sôbolos Rios Que Vão, António Lobo Antunes 
"e ainda cá estamos de facto mas porquê o roupão velho se te faço companhia, tu a hesitares com a prega na testa de quem luta com os restos da noite, os pés descalços comoviam-me, o dedo pequenino vermelho e os restantes brancos, um pedaço de rótulo preso ao calcanhar e não notavas o rótulo, a mão coçava a nuca de cotovelo erguido, lençóis na corda da marquise e um alguidar de plástico onde uma blusa de molho e sinto-me, sentia-me, digo sentia-me porque as fraldas do hospital sujas, hão-de puxar-me as pernas para cima, limpar-me e apesar disso tu comigo, nós no sofá depois do almoço, tu com duas almofadas derivado à hérnia e eu sem almofada alguma e talvez uma hérnia também ou seja uma espécie de moinha, gosto que chova na janela do hospital, gosto que chova na marquise enquanto nós de televisão ligada sem necessitarmos de palavras, a tua mão, em lugar da nuca, no meu joelho e que diferença entre a mão na nuca e a mão no joelho, a calça a tornar-se pele e é a minha pele, não o tecido, que afagas, de longe em longe a cabeça no meu ombro, mais de longe em longe um beijo, inclino a cabeça para um segundo beijo e a boca distante
- Estás a gostar do filme?
eu que não reparo no filme
- Imenso"
 - Sôbolos Rios Que Vão, António Lobo Antunes

sábado, 12 de março de 2011

"e um insecto esmagado sobre a última letra"

"não acredito que não haja comboios que partem nem que os cachos apodreçam nas vides, não acredito que eu morra, admito as fraldas, a algália, as dores, o ouriço mas não faz sentido eu morrer e por não fazer sentido fico, mesmo que
- Faleceu
fico, mesmo que não respire, o soro parado e a linha do ecrã uniforme fico, a minha mãe a descobrir-me
- Antoninho
e por conseguinte fiquei, depois da casa vendida eu aqui, depois de outro doente no meu lugar eu aqui, a um canto mas aqui, sem darem por mim e aqui"
~ Sôbolos Rios que Vão, António Lobo Antunes

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Alegria ao Mundo!

Eu ia escrever sobre o pânico das apresentações orais de que padeço (ser avaliada oralmente aterroriza-me, tal como o Canaveira* percebeu hoje na nossa pequena interacção: eu sou o tipo de pessoa que numa apresentação oral de 8 minutos de um livro do Lobo Antunes estende-se durante meia-hora e sobre o Ensaio sobre a Cegueira acha por bem falar durante uns bons três quartos de hora quando devia demorar quinze minutos). 
Ia também falar da filha da puta da dor de cabeça instalada há 4 dias na minha têmpora esquerda, agravada pela francesada da Jeanne d'Arc, que não quer passar nem por nada, estando eu a sobreviver à base da bruta auto-medicação. 

Mas já não vale a pena, porque alegria ao mundo! 

Sufjan Stevens + Eu + Coliseu + Maio = PERFEIÇÃO À QUAL SÓ SE PODE ALMEJAR UMA VEZ NA VIDA. 

YES! YES! YES! YES! OMF'ingGOD, YES! 

______________________________________
*O Canaveira é Deus, já tinha dito? 

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Mudança de planos

Ao ler uns excertos do Memória de Elefante fiquei com saudades do Lobo Antunes.
Sôbolos Rios que Vão é a obra.
Ainda bem que ainda só li uma página do Crime and Punishment.

domingo, 28 de novembro de 2010

São coisas que acontecem

Nunca na minha vida havia deixado um livro a meio. Quer dizer, ele nem a meio vai: li uns três ou quatro capítulos. Mas não está a ser como devia e é um Lobo Antunes, por acaso. Antes que aconteça um desastre, porque ele não merece, o livro não merece - ele até mo autografou na ultima Feira do Livro - e eu também não mereço, vou deixa-lo com os outros amigos empilhados na mesa de cabeceira. Além de que o livro é enorme, é pesado e não dá jeito nenhum andar com ele atrás, na mala já de si pesadissima não sei muito bem como. Vou retoma-lo no Natal, prometo.
Então lá o deixei e comecei a ler a Emma da Jane Austen, a british version, obviement. Comecei a lê-lo esta tarde, li umas 20 págs e estou a gostar: não li mais porque tive de ir estudar.
Mas agora que descobri os encantos dos livros originais em inglês não quero outra coisa: são mais leves mesmo que sejam calhamaços de 500 págs, não se perde com as traduções e assim, habituo-me a ler  coisas massivas em inglês, além de que eles estão a 3,50 euros na Fnac. Já comprei também o Ulysses do James Joyce.
Mas o Emma é compacto e muito leve, perfeito para ir comigo no comboio ou ler nas aulas de MTI ou Estatística. E está a ser interessante. Só vantagens, portanto.

Eu prometo que não deixo o Lobo Antunes sem ser lido, até porque eu odeio livros não lidos cá em casa. Não sei porquê é algo que me faz uma terrível impressão. Foi por causa disso que acabei por ler o livro do Rodrigues dos Santos e já pensei em ler o Equador do Tavares que está para ali. 
Manias...

sábado, 20 de novembro de 2010

O pior é que sei perfeitamente porquê

"(não sei o que se passa comigo hoje, não há uma só veia minha que não sofra, não estale, esta no coração por exemplo, esta na minha barriga
o ventre fechado e não sangue, faleci)" 
António Lobo Antunes, Ontem não te vi em Babilónia

terça-feira, 12 de outubro de 2010

A produtividade de MTI...

... reside na possibilidade de ler dois capitulozinhos d'Os Cus de Judas, que já há umas três semanas que não lhe pegava.
Very nice...

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Momento (Pseudo)Intelectual

Estão com vontade de fazer listas?
Estão pois!
E com vontade de fazer listas com livros?
Ora não querem vocês outra coisa!
E vontade de participarem num momento super intelectual, daqueles que uma pessoa olha e diz logo "oh que isto é tão superior intelectualmente que eu não posso morrer sem participar nisto primeiro"?
Aaah pois que não podem morrer, não.
Então vamos a isto.

Apetece-me ter aqui um momento intelectual e começar a activar as sinapses que durante as férias (todas elas) gostam muito de hibernar. E pensei em fazer a lista com os 5 livros mais importantes para mim (até ver). E então comecei a pensar em tudo aquilo que já li... E cheguei a esta conclusão:

(do fim para o início)

5 - Cem Sonetos de Amor do Pablo Neruda - ora, porquê? Porque os li numa altura em que me calhavam bem. Porque aqueles cem podia ter sido escritos por mim se eu fosse como o Pablo Neruda. E o senhor escreve bem sobre o amor, da maneira que eu gosto. Tenho ainda os Versos do Capitão à minha espera...  

4 - O Primo Basílio do Eça de Queiroz - porque primeiro, o Eça rulla à força toda; segundo, a história é melhor que Os Maias; terceiro, foi o primeiro livro à séria que li na vida e o único que reli, à conta de Literatura (e lá está, alguém dúvida que em Literatura se lêem melhores autores e obras que em Português? Pois, então são tontos)

3 - Que Cavalos São Aqueles Que Fazem Sombra no Mar? de.. adivinhem lá... tão espertos que vocês são... António Lobo Antunes - porque foi com este romance que a minha adoração/veneração/obsessão se consagrou; foi uma espécie de epifania para mim, em que me apercebi como, meu Deus, a língua portuguesa é bonita quando usada como deve ser e sem soar a pretensioso; Lobo Antunes conta a história da vida destas pessoas através das suas emoções e sentimentos, tudo como se um intrincado mapa do coração. O livro é brutal.

2 - Memória de Elefante de António Lobo Antunes - porque eu afinal também sou um médico psiquiatra chegado da guerra em África, que perdeu o amor da sua vida, e não consegue exprimir o que sente e o quanto ama a mulher e lhe sente a falta, que não percebe a mania das pessoas de porem crochet nas palavras como as flores de plástico ao pé das campas dos mortos que não servem para nada; este livro tem alguns dos excertos mais bonito que já li, tudo aquilo que queria dizer mas também não consegui.

(e o derradeiro primeiro lugar... rufar dos tambores por favor)

1 - Pela Estrada Fora do Jack Kerouac - este é O livro para se ler aos 16 anos, e depois aos 30 e aos 40... porque eu quero ser o Sal Paradise e percorrer os EUA de costa a costa, ou então a Europa; porque me fez querer correr meio mundo e ter planos para correr a outra metade; porque é um grito de liberdade; porque é um retrato inconformista de uma América conservadora dos anos 50 escrito maravilhosamente bem; porque é também uma história de amizades e de pessoas e de sentimentos e de relações com a América dos anos 50 como pano de fundo; porque me fez olhar para o mundo e para as pessoas de outra maneira e me fez feliz; ah, e porque é um livro do caraças...


E agora uma lista com os vossos 5... não vá... 3 livros preferidos, está bem? Ai que momento (pseudo)intelectual tão agradável...

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Sobre A. Lobo Antunes

«“Hatred is vital to good health,” a character declares in “Act of the Damned.” As a medical diagnosis, this seems questionable, but in Lobo Antunes’s case it is a prescription for fine, furious, often spectacularly excessive writing. Hatred, in his attitude toward Portugal, may be a synonym for a rankling, incurable love. The tottering country is Lobo Antunes’s subject, and as a physician he considers it to be his personal responsibility. How can a doctor give up on a patient who has been ill—tantalizingly near death, though never quite ready to die—for the past four hundred years?»
Peter Conrad, New Yorker

O resto aqui

domingo, 16 de maio de 2010

O António Lobo Antunes mostrou-me o que é, de facto, Literatura e mudou a forma como eu a encaro; ensinou-me a ler de verdade a palavra portuguesa, ensinou-me o seu valor, o quanto ela pode significar e o quão bonita ela pode ser e o é, quando usada despretensiosamente na busca de contar a história dos nossos sentimentos.
E eu tentei dizer-lhe isso mesmo. De voz trémula e de coração a saltar agradeci-lhe por me ter mostrado o que era a Literatura e ensinado a ler a Língua Portuguesa.
Ele ouviu e no fim, de sorriso tímido, agradeceu-me. E ofereceu-me um livro. O Segredo de Joe Gould de Joseph Mitchell com prefácio seu. 
De coração cheio lá me despedi e apertei-lhe a mão. E com isto já tenho razões para ficar feliz durante as próximas semanas.


quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Mas reparem...

NEVE

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5 dias sem fazer absolutamente nada perdida para o meio da serra: calhou bem. Almada podia ter, finalmente, sucumbido à força da Natureza, tal qual Atlântida, que eu não ia saber de nada... Era capaz de tal acontecimento ser alvo de inumeras reportagens a dar conta da tragédiaaa, do horrooooor, da desgraçaaaa...
Mas é Almada, portanto talvez não.
5 dias em que o único estímulo intelectual foi ler o Felizmente, Há Luar! (oi?! mal por mal ainda prefiro O Render dos Heróis, ao menos o Cardoso Pires era um querido) e derreter-me com as cartas da guerra do Lobo Antunes (é oficial: estou irremediavelmente em estado de adoração/veneração/obsessão, não há nada a fazer).
Descobri igualmente que o Clive Owen é uma ternurinha ternurenta: eu já desconfiava, mas agora tive mesmo a certeza. É igualmente oficial: eu adoro de morte o Clive Owen, mesmo em filmes tontos, em que ele basicamente mata gente... mas caramba! que bem que ele sabe matar... e comer cenouras: fiquei impressionadissíma com a aptidão do Clive Owen para plantar e comer cenouras, e... fazer das cenouras armas de arremeso e matar os malfeitores. Pumba, mesmo na órbita! Dizem que as cenouras fazem bem aos olhos, excepto quando levamos com elas mesmo na cavidade ocular, arremesadas pelo Clive Owen.
É bonito...